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Sampaio antecipa salários e primeira parcela do 13º às vésperas da eleição suplementar em Roraima

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O governador interino de Roraima e candidato ao mandato-tampão, Soldado Sampaio (Republicanos) anunciou a antecipação do pagamento dos salários de maio e da primeira parcela do 13º salário dos servidores estaduais em meio ao período da campanha para a eleição suplementar ao Governo do Estado, marcada para 21 de junho.

A medida ocorre em um momento de forte exposição institucional da gestão estadual e reacende discussões sobre o uso político da máquina pública em ano eleitoral.

Embora a antecipação do 13º já faça parte da prática administrativa do Estado, o calendário adotado neste ano chamou atenção pela proximidade com o pleito suplementar e pela aceleração em relação aos anos anteriores.

Em 2024, a primeira parcela do 13º salário foi paga no dia 27 de junho. Em 2025, o pagamento ocorreu em 26 de junho. Já em 2026, o governo decidiu antecipar o benefício para 3 de junho, antes mesmo da realização da eleição suplementar, dia 21/06.

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A decisão beneficia milhares de servidores ativos, aposentados e pensionistas e deve injetar milhões de reais na economia local justamente durante o período de campanha eleitoral.

A antecipação ocorre em um cenário politicamente sensível, marcado pela disputa pelo comando do Executivo estadual.

Especialistas em direito eleitoral consultados pelo colunista apontam que medidas administrativas de grande impacto financeiro em períodos próximos às eleições, embora possam ser legais quando previstas no calendário orçamentário, podem gerar questionamentos sobre eventual uso promocional da estrutura estatal e potencial influência no ambiente eleitoral.

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Repórter do NEWS Roraima, com foco em política, cotidiano e direitos sociais. Acompanha de perto os fatos que moldam a realidade local. Busca sempre o relato humano por trás das notícias. Informação com agilidade e credibilidade.

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Força-tarefa prende dois investigados por tráfico de drogas durante operação em Rorainópolis

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Uma operação integrada das forças de segurança resultou na prisão em flagrante de dois homens investigados por tráfico e associação para o tráfico de drogas em Rorainópolis, no Sul de Roraima. A ação ocorreu nesta quinta-feira (21), durante a Operação Império em Ruínas.

Participaram da operação equipes da Polícia Civil de Roraima (PCRR), Polícia Militar (PMRR), Polícia Penal (PPRR) e da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Roraima (FICCO/RR).

Foram presos A.A.S., de 28 anos, conhecido como “Imperador”, e R.S.S., de 23 anos. Segundo a investigação, A.A.S. era apontado como responsável pela distribuição de drogas para diversos pontos de venda da cidade.

De acordo com o delegado Flávio Nóbrega, responsável pelo caso, as investigações identificaram que o suspeito adquiria cerca de cinco quilos de drogas por semana.

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Segundo a Polícia Civil, os entorpecentes eram fracionados em porções de 100, 25 e 5 gramas, conhecidas no tráfico como “cem”, “vinte e cinco” e “cinco”, e revendidos para traficantes que atuavam em bairros afastados do município.

Ainda conforme as investigações, A.A.S. utilizava uma loja de roupas como fachada para ocultar a comercialização de drogas.

As equipes monitoravam a movimentação na residência do investigado quando perceberam que R.S.S. entrou no imóvel e saiu carregando uma sacola. A atitude levantou suspeitas e motivou a abordagem policial, que resultou na prisão dos dois homens.

Durante a operação, os agentes também localizaram A.E.S. em um estabelecimento comercial da cidade. Segundo a polícia, ele confessou ter comprado drogas de A.A.S. e relatou que havia pedido para R.S.S. buscar o material.

Os envolvidos foram levados à delegacia e autuados por tráfico de drogas e associação para o tráfico.

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Durante a ação, foram apreendidos aproximadamente um quilo de cocaína, 378 gramas de skunk, cinco celulares, três balanças de precisão, um veículo e R$ 213 em espécie.

O secretário estadual de Justiça e Cidadania, coronel Dagoberto, informou que dois dos presos já cumpriam pena nos regimes aberto e semiaberto.

O diretor do Departamento de Polícia Judiciária do Interior (DPJI), delegado Márcio Amorim, afirmou que a atuação conjunta fortalece o combate ao crime organizado no estado.

“Essa atuação integrada reforça o compromisso das instituições de segurança pública no combate ao tráfico de drogas e na responsabilização criminal de envolvidos com organizações criminosas”, disse.

Os dois presos passaram por audiência de custódia nesta sexta-feira (22).

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Advogado da Prefeitura de São João da Baliza é preso durante diligência do MPC em investigação sobre contratos

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O advogado da Prefeitura de São João da Baliza, Matheus Brinier de Abreu, foi preso em flagrante durante uma diligência do Ministério Público de Contas de Roraima (MPC/RR) que apura supostas irregularidades em contratos firmados pelo município.

A ação ocorreu durante uma inspeção conduzida pelo procurador da 1ª Procuradoria de Contas, Paulo Sousa, com apoio da equipe técnica do órgão. As investigações tiveram início após denúncias encaminhadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-RR) envolvendo contratos das secretarias municipais de Educação e Saúde, além de serviços advocatícios e terceirizados.

Segundo o MPC, após análise de processos administrativos na sede da prefeitura, a equipe se deslocou até a residência da ex-secretária municipal de Educação para ouvi-la sobre contratos que, conforme apuração preliminar, não teriam sido assinados por ela.

Durante o depoimento, o advogado da prefeitura chegou ao imóvel e, de acordo com o Ministério Público de Contas, passou a intimidar a testemunha ainda na entrada da residência.

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Ao ser questionado, Matheus Brinier afirmou que estava no local representando a Prefeitura de São João da Baliza. Conforme o MPC, tanto o procurador quanto a ex-secretária solicitaram que ele deixasse o imóvel.

O órgão informou ainda que, cerca de dez minutos após a saída do advogado, dois servidores municipais chegaram à residência para entregar uma intimação à ex-secretária enquanto ela ainda prestava depoimento.

Segundo o relato apresentado ao MPC, a ex-secretária afirmou que vem sofrendo perseguições, retaliações e ameaças desde que deixou o cargo por se recusar, segundo ela, a assinar contratos com suspeitas de irregularidades.

Ela também declarou ter denunciado os fatos ao Ministério Público de Roraima (MPRR) e afirmou que as ameaças envolveriam servidores municipais, incluindo o marido da prefeita Luiza Maura, que ocupa o cargo de secretário municipal de Licitações.

Após o depoimento, o procurador deu voz de prisão ao advogado pelos supostos crimes de invasão de domicílio, intimidação e ameaça contra testemunha durante procedimento investigatório.

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Matheus Brinier foi conduzido por policiais militares à delegacia do município para prestar esclarecimentos.

“Em 18 anos atuando como procurador nunca havia presenciado uma situação como essa. Parecia uma volta ao tempo do coronelismo, em que tudo era resolvido por ameaça”, afirmou o procurador Paulo Sousa.

O advogado Matheus Abreu disse por meio de vídeo que estava cumprindo seu ofício sem cometer nenhum tipo de excesso e que apenas acompanhava a diligência. Disse ainda acreditar na Justiça e não conhecer previamente nem o procurador do MPC, e nem nunca ter tido problema anterior com a secretária em questão. “Não estou preso. [A condução] É algo de rotina mas a minha imagem fica prejudicada”, disse, enfatizando que teve suporte da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Roraima.

Contrato de R$ 247 mil chamou atenção

Entre os documentos analisados pelo MPC durante a diligência, um dos contratos que chamou atenção da equipe técnica foi o Processo Administrativo nº 050/2026, relacionado ao Contrato nº 007/2026 da Secretaria Municipal de Educação.

O documento prevê a contratação da empresa Maximus Empreendimentos Ltda no valor de R$ 247,5 mil para fornecimento de pipoca doce, pipoca salgada e geladinhos destinados à rede municipal de ensino.

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Segundo o Ministério Público de Contas, a contratação levantou questionamentos diante da estrutura do município, que possui menos de 10 mil habitantes e cerca de dez escolas municipais.

O MPC informou que pedirá ao Tribunal de Contas medidas para garantir a integridade da ex-secretária e de familiares dela. Os documentos recolhidos durante a diligência serão analisados para eventual adoção de medidas administrativas e judiciais.

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Sob relatoria de Duda Ramos, comissão da Câmara aprova projeto que proíbe salas de aula em contêineres e estruturas precárias

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A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que proíbe o uso de contêineres, lonas, latas e outras estruturas consideradas inadequadas em salas de aula, bibliotecas e demais ambientes escolares.

O texto aprovado é um substitutivo apresentado pelo relator da proposta, o deputado federal Duda Ramos (Podemos-RR), que ampliou o alcance do projeto original para estabelecer critérios mínimos de qualidade na infraestrutura das instituições de ensino.

A proposta inicial, de autoria do deputado Geraldo Mendes (União-PR), restringia a proibição apenas ao uso de contêineres como salas de aula ou bibliotecas.

Na nova versão, o texto passa a vedar também outras estruturas precárias e determina que escolas públicas e privadas deverão observar padrões nacionais de qualidade, além de condições mínimas de funcionamento, segurança e salubridade.

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O projeto ainda prevê que o calendário escolar não poderá ser adiado em razão da falta de estrutura física adequada nas unidades de ensino.

Ao defender o parecer, Duda Ramos afirmou que a proposta busca enfrentar situações de precariedade registradas em diferentes regiões do país.

“Trata-se de questão grave que aponta para a falta de oferta de educação em condições dignas para os estudantes”, declarou o parlamentar ao mencionar casos de salas improvisadas com lona e até espaços abertos utilizados para atividades escolares.

Deputado Duda Ramos (Podemos-RR). Foto: ascom parlamentar.

O relator também citou o Plano Nacional de Educação (PNE – Lei 15.388/26), que estabelece a infraestrutura escolar como um dos parâmetros de qualidade do ensino público.

Segundo ele, o avanço das políticas de infraestrutura exige mecanismos mais rigorosos de monitoramento e fiscalização.

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“É necessário avançar na construção de um sistema imparcial de monitoramento e fiscalização, bem como instituir mecanismos claros de responsabilização para estados e municípios”, afirmou.

A proposta prevê que as regras sejam aplicadas à educação básica e superior, incluindo instituições públicas, privadas e entidades conveniadas com o poder público.

O texto permite exceções em situações específicas, como o uso de materiais tradicionais em comunidades indígenas ou estruturas provisórias em casos emergenciais, desde que haja garantia de segurança e autorização dos órgãos responsáveis pela gestão educacional.

O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Se aprovado, poderá seguir diretamente para análise do Senado.

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