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João Fonseca luta, mas dá adeus a Roland Garros após revés para Mensik

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O brasileiro João Fonseca, número 30 do mundo, deu adeus à luta pelo título de Roland Garros, na França. Após uma campanha histórica no saibro parisiense, o carioca de 19 anos foi eliminado por outro expoente da nova geração, o tcheco Jakub Mensik, de 20 anos, atual 27º no ranking mundial. Com um saque potente, boas finalizações e devoluções perfeitas, Mensik ditou o ritmo da partida, vencendo por 3 sets a 0 com parciais de 6/4, 6/3 e 7/6 (3), após 2h44min de embate na quadra Philippe-Chatrier , a principal de Roland Garros.

Desde 2006, o público de Roland Garros não assistia um confronto de jovens talentos do tênis mundial. Na ocasião, o espanhol Rafael Nadal, de 20 anos, derrotou o sérvio Novak Djokovic. Nas semifinais, Mensik terá pela frente o alemão Alexander Zverev, número 3 do mundo, que eliminou hoje o jovem espanhol Rafael Jodar (29º).

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Apesar do revés, Fonseca pôs o Brasil de volta às quartas de Roland Garros após um jejum de 22 anos – o último representante do país fora o tricampeão Gustavo Kuerten (1997, 2000 e 2001), em 2004. Antes, apenas Fernando Meligeni (1999) e Thomas Koch (1968) haviam concluído o torneio entre os oito melhores do mundo. Já na chave de simples feminina, Beatriz Haddad Maia chegou às semifinais na edição de 2023.

Na próxima atualização do ranking, na segunda-feira (8), João Fonseca deve subir para o 25º ou 26º lugares, devido às vitórias imponentes que enfileirou em Roland Garros. A melhor posição de Fonseca foi o 24º lugar em outubro do ano passado. No último domingo (31), o carioca desbancou o sérvio Novak Djokovic, número 4 do mundo, dono de 24 títulos de Grand Slam, três deles em Paris. Fonseca derrotou Djoko de virada por 3 sets a 2 ao término de quase cinco horas de jogo. Quem também ficou pelo caminho foi o norueguês Casper Ruud (16º), conhecido pelo apelido de “Príncipe do Saibro”. Com dois vice-campeonatos em Paris, Ruud foi eliminado por Fonseca nas oitavas, por 3 sets a 1, após quase 4 horas de duelo.


A dupla da brasileira Luisa Stefani (à direita na foto) com a canadense Gabriela Dabrowski vão buscar vaga na final na próxima sexa (5), contra a parceria da da norte-americana Taylor Townsend com a tcheca Katerina Siniakova – Nora Stankovic/Divulgação

Stefani alcança 1ª semi em Roland Garros

Pela manhã, a paulista Luisa Stefani avançou pela primeira vez na carreira às semifinais de duplas em Paris. Ao lado da canadense Gabriela Dabrowski, a brasileira derrotou a parceria da alemã Laura Siegemund com a russa Vera Zvonareva (cabeças de chave 11), por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 7/5. A parceria Brasil-Canadá volta à quadra na próxima sexta (5) contra a dupla da norte-americana Taylor Townsend com a tcheca Katerina Siniakova.

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“Ótimo jogo, grande vitória diante de um time super experiente. Fomos bem nos games de saque, importante para fechar em dois sets. As condições hoje estavam mais lentas, com o teto fechado, o que favorece mais o estilo delas e soubemos lidar bem com essas adversidades. Agora é encarar a revanche contra Townsend e Siniakova tanto de Miami quanto no ano passado quando perdi aqui para elas nas oitavas”, disse Stefani, campeã ao lado de Dabrowski do WTA 500 de Estrasburgo (França) nesta temporada.

Demoliner nas quartas de final de duplas 

A partir das 7h (horário de Brasília) a dupla do gaúcho Marcelo Demoliner com o indiano Sriram Balaji entra em quadra por uma vaga nas semifinais de Roland Garros. Eles terão pela frente a parceria do australiano Henry Patten com o filandês Harri Heliövaara. A dupla Brasil-Índia passou às quartas ao vencer os alemães Puetz e Krawietz (cabeças de chave 6) por 2 sets a 0 (7/5 e 6/4) na última segunda (1º).

Repórter do NEWS Roraima, com foco em política, cotidiano e direitos sociais. Acompanha de perto os fatos que moldam a realidade local. Busca sempre o relato humano por trás das notícias. Informação com agilidade e credibilidade.

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Mega-Sena acumula e prêmio principal vai para R$ 32 milhões

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Nenhum apostador acertou as seis dezenas do Concurso 3.014 da Mega-Sena, realizado nesta terça-feira (2). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 32 milhões para o próximo sorteio.

Os números sorteados são: 27 – 30 – 35 – 40 – 44 – 58

  • 24 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 57.298,00 cada
  • 1.782 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 1.272,01 cada

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Apostas

Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de sábado (6), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

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Em greve, servidores da Uerj apresentam demanda ao governo do RJ

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Os professores e técnicos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), em greve há mais de dois meses apresentaram nesta terça-feira (2) ao secretário de Planejamento do Estado, Rafael Ventura, as principais reivindicações da categoria. 

Os docentes pedem a volta do pagamento dos auxílios Saúde e Educação com extensão aos aposentados; o envio do novo plano de carreira dos técnicos para Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) e pagamento de triênio. 

A categoria argumenta que muitas das demanda não dependem de aprovação de lei e podem ser autorizadas pelo o governador em exercício, desembargador Ricardo Couto.

O secretário Rafael Ventura alegou que irá analisar as pautas, no entanto, informou que o estado enfrenta restrição orçamentária. Sobre o plano de carreira dos técnicos e substitutivo do triênio, disse que prazo para aprovação de novos projetos de lei e novas rubricas termina no dia 30 de junho devido às eleições de outubro.

O grupo solicitou o pagamento do triênio aos funcionários que já têm direito até a aprovação de um projeto de lei na Alerj. O secretário de Planejamento informou que irá analisar a viabilidade financeira.

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Os universitários também apresentaram reivindicações ao secretário, entre elas, a recomposição orçamentária das instituições para garantir o pagamento dos programas de assistência estudantil até o final de 2026. Segundo estudos apresentados pelos estudos, o valor necessário está em torno de R$ 40 milhões.

Outro pedido é o reajuste do auxílio-transporte e a implantação do passe livre intermodal e interestadual. 

Os professores iniciaram a paralisação no dia 25 de março e os técnicos administrativos no dia 9 de abril.

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Lideranças pedem ação conjunta sobre clima, biodiversidade e solo

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A necessidade de integrar as agendas globais de clima, biodiversidade e combate à desertificação marcou o primeiro dia da Rio Nature & Climate Week (RNCW), a semana do clima no Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (2).

A conferência principal trouxe, ao longo do dia, representantes dos setores público, privado, acadêmico e da sociedade civil em debates sobre desafios relacionados ao clima, à natureza e ao desenvolvimento.

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Segundo os organizadores, o encontro busca fortalecer, até o dia 6 de junho, o papel do Brasil e do Sul Global nas discussões internacionais sobre sustentabilidade.

O último painel da noite reuniu a presidente do Instituto Talanoa, Natalie Unterstell, a diretora-executiva da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), Ana Toni, e o presidente da 15ª Convenção das Nações Unidas para Combate à Desertificação e à Seca (UNCCD COP15), Alain-Richard Donwahi.

Para os participantes, a coordenação entre os três acordos internacionais originados da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro em 1992, é fundamental para acelerar a implementação dos compromissos assumidos pelos países.

Atualmente, cada um dos três acordos (clima, biodiversidade e desertificação) possui agendas e políticas separadas.

“Por que ter três convenções para tratar do mesmo problema? Porque, no final, estamos falando da nossa relação com a natureza”, afirmou Ana Toni.

A diretora da COP30 destacou ainda que uma agenda concreta capaz de unir esforços das três convenções internacionais é a que envolve a recuperação de áreas produtivas e ecossistemas degradados.

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“São 250 milhões de hectares de terras degradadas que precisam ser recuperadas até 2030. Isso é fundamental para o clima. É fundamental para a Convenção de Desertificação e é absolutamente fundamental para a biodiversidade”, afirmou.

Segundo a presidente do Instituto Talanoa, o Rio de Janeiro pode ser novamente um espaço de destaque para que surja uma articulação entre as agendas ambientais globais.

“Temos grandes ambições de fazer da cidade, que é o berço das três convenções, ser berço da junção e da integração entre elas”, disse Natalie.

“A integração entre as diferentes conferências não é só uma questão conceitual, institucional. É uma necessidade muito prática para acelerar os resultados, para evitar duplicações ou triplicações, no caso. E, claro, para apoiar realmente os resultados que a gente precisa”, complementou.

Alain-Richard Donwahi defendeu que um problema une as três convenções ambientais.

“O problema da desertificação e a restauração das terras estão no centro. Porque, quando falamos sobre clima, precisamos da água, do ciclo da água, que é proporcionado pela terra. Quando falamos sobre perda de biodiversidade, precisamos do solo, precisamos da terra, que é o lar da biodiversidade. Não podemos continuar falando de três convenções separadas. Precisamos agir como uma só. Três equipes, uma convenção”, disse Donwahi.

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Segundo ele, os países já acumulam decisões importantes, mas enfrentam dificuldades para transformar compromissos em ações concretas.

“Nós falamos demais. Temos reuniões demais todos os anos. Tomamos boas decisões, decisões muito importantes, mas não as aplicamos. Porque não trabalhamos juntos”, declarou.

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