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PF recupera e devolve peças sacras levadas de igreja do Rio de Janeiro

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A Polícia Federal recuperou e devolveu nesta quarta-feira (27) duas peças sacras que tinham sido levadas da Igreja da Irmandade da Virgem e Mártir Santa Luzia, na região central do Rio de Janeiro.

As peças são dois tocheiros sacros que estavam numa fazenda em Vassouras, interior do estado, e sendo usadas como abajures.

A polícia iniciou a investigação após receber uma denúncia sobre a localização das peças na fazenda. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional no Rio de Janeiro (Iphan) fez uma visita à fazenda e concluiu que os itens eram do conjunto que ornamentava o retábulo do consistório da Igreja de Santa Luzia, patrimônio tombado.

A Polícia Federal abriu inquérito e, após perícias e investigações, concluiu que os tocheiros pertenciam ao acervo histórico, artístico e cultural da igreja, e fez a apreensão dos bens e restituição ao local de origem.

História

A Igreja de Santa Luzia foi instalada em 1752,  no local exato de um estreito caminho entre a antiga Praia de Santa Luzia e o sopé do Morro do Castelo.

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Quando a igreja foi reconstruída no século XVIII (em substituição a uma ermida anterior desgastada), as águas da Baía de Guanabara batiam quase em suas portas.

O histórico Morro do Castelo foi completamente demolido, em 1922, para a modernização do centro urbano do Rio de Janeiro.

Santa Luzia é padroeira e protetora dos olhos. A tradição católica a invoca para a cura de doenças oculares e cegueira.

Repórter do NEWS Roraima, com foco em política, cotidiano e direitos sociais. Acompanha de perto os fatos que moldam a realidade local. Busca sempre o relato humano por trás das notícias. Informação com agilidade e credibilidade.

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Fluminense avança e Flamengo garante melhor campanha da Libertadores

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Quem torce para a dupla Fla-Flu acordou nesta quinta-feira (28) em clima de festa. O tricolor amanheceu celebrando a classificação às oitavas de final da Libertadores, enquanto o rubro-negro comemorou a confirmação da melhor campanha da primeira fase do torneio.

O destino de ambos foi traçado na noite da última quarta-feira (27). O Fluminense tinha de vencer o Deportivo La Guaira (Venezuela), no Maracanã, e torcer por um tropeço do Bolívar (Bolívia), que receberia o Independiente Rivadavia (Argentina), líder do Grupo C e já classificado à próxima fase.

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Apesar de o clube boliviano mandar os jogos no Hernando Siles, em La Paz, o caos político na capital do país causou a transferência da partida para o El Tahuichi, estádio em Santa Cruz de la Sierra, que fica ao nível do mar. Cenário distinto dos 3.650 metros de altitude em que o Bolívar está acostumado a atuar e dar mais trabalho aos adversários. 

O Tricolor fez a parte que lhe cabia e derrotou o La Guaira por 3 a 1 no Rio de Janeiro, em partida transmitida ao vivo pela Rádio Nacional. De quebra, o Bolívar perdeu do Rivadavia pelo mesmo placar, o que garantiu a classificação dos brasileiros em segundo lugar na chave.

Os cariocas abriram o marcador aos nove minutos, com Jefferson Savarino convertendo pênalti cometido pelo volante César da Silva, ao tocar a bola com o braço dentro da área. O também atacante Flabián Londoño empatou no lance seguinte, aos 11, levando duas vezes a melhor sobre a dupla de zaga. Primeiro, dando um chapéu em Jemmes. Depois, aproveitando a sobra do corte de Juan Freytes e mandando para as redes.

Aos 27, Martinelli encontrou o também volante Hércules infiltrando na área pela direita. O camisa 35 recebeu e bateu cruzado, recolocando o Tricolor em vantagem. Na etapa final, o atacante Agustín Canobbio pegou a sobra de uma dividida na área em que o meia Lucho Acosta caiu pedindo pênalti, driblou o zagueiro Diego Osio e chutou na saída do goleiro Cristopher Varela.

O gol mais celebrado no Maracanã, porém, saiu após o apito final. Foi do atacante Sebastian Villa, o segundo da vitória do Rivadavia para cima do Bolívar, anotado aos 45 minutos do segundo tempo em Santa Cruz de la Sierra. Pouco depois, o meia Diego Crego marcou o terceiro dos argentinos e sacramentou a classificação da equipe brasileira.

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O resultado no Maracanã levou o Fluminense aos oito pontos e manteve o rival venezuelano na lanterna, com três pontos. Ao Bolívar, que ficou em terceiro, com cinco pontos, restou a disputa de uma vaga nas oitavas da Copa Sul-Americana, em um confronto eliminatório (playoffs) contra algum dos clubes que ficaram em segundo na fase de grupos do torneio.

Rubro-Negro na liderança geral

Com o triunfo na Bolívia, o Rivadavia foi a 16 pontos, igualando a pontuação atingida pelo Flamengo na última terça-feira (16), quando derrotou o Cusco (Peru) por 3 a 0 no Maracanã, pelo Grupo A. O time argentino, porém, ficou atrás do Rubro-Negro na classificação geral da primeira fase por ter um saldo de gols menor (12 a 9).

Outro resultado que beneficiou o Flamengo na noite de quarta foi a derrota do Rosario Central para o Independiente del Valle, por 1 a 0, no Estádio Banco Guayaquil, em Quito. A equipe argentina, que já estava classificada e poderia ultrapassar o atual campeão da América se ganhasse por quatro gols de diferença, ainda ficou sem a liderança do Grupo H, pois o time equatoriano chegou aos mesmos 13 pontos e passou à frente pelo confronto direto.

A melhor campanha geral significa ao Rubro-Negro ter o mando de campo dos jogos de volta do mata-mata até a semifinal. A decisão, como ocorre desde 2019, será disputada em jogo único. O palco deste ano será o Centenário, em Montevidéu (Uruguai).

Já classificado, Timão decepciona

Se a noite de quarta foi positiva para Flamengo e Fluminense, o mesmo não se pode dizer do Corinthians. Mesmo atuando na Neo Química Arena, o Timão foi superado pelo Platense (Argentina) por 2 a 0.

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O time visitante chegou aos dez pontos, avançando às oitavas com a segunda colocação do Grupo E. A liderança da chave é do próprio Alvinegro, que apesar de classificado, está a três jogos sem vencer pela Libertadores.

Os argentinos saíram na frente aos 20 minutos do primeiro tempo, em pênalti convertido por Franco Zapiola. O meia do Platense balançou novamente as redes aos 11 do segundo tempo, aproveitando passe errado de Hugo Souza e encobrindo o goleiro corintiano.

Palmeiras e Cruzeiro decidem futuro

Nesta quinta-feira (28), Palmeiras e Cruzeiro podem se juntar ao Flamengo, Fluminense, Corinthians e Mirassol nas oitavas da Libertadores. O Verdão recebe o Junior Barranquilla (Colômbia) no Allianz Parque, em São Paulo, às 19h (horário de Brasília).

O empate basta para os paulistas, que têm oito pontos, se classificarem no Grupo F. Para ficarem na ponta, além de vencer, será necessária uma derrota do Cerro Porteño, líder da chave, para o Sporting Cristal (Peru) no La Nueva Olla, em Assunção (Paraguai).

Às 21h30, o Cruzeiro pega o eliminado Barcelona de Guayaquil (Equador) no Mineirão, em Belo Horizonte. Os mineiros, com oito pontos, passam de fase com uma vitória simples.

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Em caso de empate ou derrota, os brasileiros torcem para o Boca Juniors (sete pontos) não triunfar sobre a Universidad Católica (Chile) na Bombonera, em Buenos Aires (Argentina). Os chilenos lideram a chave com dez pontos. Se perderem e a Raposa ganhar, o time celeste é quem assume a ponta.

Noite “100%” pela Copa Sul-Americana 

Pela Copa Sul-Americana, os quatro times brasileiros que foram a campo na quarta-feira venceram. Destaque ao Atlético-MG, que garantiu vaga direta às oitavas de final ao terminar o Grupo B na liderança graças ao triunfo sobre o Puerto Cabello (Venezuela), por 1 a 0, na Arena MRV, em Belo Horizonte, com gol do meia Bernard.

Os mineiros foram a dez pontos, dois a mais que o Cienciano (Peru), segundo colocado e que terá que disputar uma fase eliminatória contra um dos times que vierem da Libertadores. Os peruanos empataram por 1 a 1 com o Juventud (Uruguai), que se despediu da competição com os mesmos sete pontos do Puerto Cabello.

Sair de campo vitorioso, porém, não foi suficiente para o Vasco garantir a ponta do Grupo G. Os cariocas fizeram 3 a 0 no Barracas Central (Argentina) em São Januário, no Rio de Janeiro. O atacante Adson (dois) e o meia Johan Rojas marcaram para o Gigante da Colina, que foi a dez pontos – os argentinos terminaram a chave com três pontos, na lanterna.

A liderança ficou com o Olímpia (Paraguai), que venceu o Audax Italiano (Chile) por 3 a 1. Os paraguaios, com 13 pontos, vão direto às oitavas de final, obrigando o Cruzmaltino a encarar os playoffs. O clube chileno, com sete pontos, despediu-se da competição.

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O Red Bull Bragantino também estará nos playoffs da Sul-Americana. O Massa Bruta contou com gols dos atacantes Fernando e Isidro Pitta para vencer o Carabobo (Venezuela) por 2 a 0 no Estádio Cícero de Souza Marques, em Bragança Paulista (SP). Com dez pontos, a equipe do interior ficou em segundo no Grupo H, que teve como líder o River Plate (Argentina), com 14 pontos.

Já classificado e com a ponta do Grupo E garantida, o Botafogo assegurou a melhor campanha geral ao derrotar o Caracas (Venezuela) por 3 a 1 no Estádio Olímpico da Universidade Central da Venezuela (UCV). Os atacantes Kauan Toledo, Joaquín Correa e Chris Gomes balançaram as redes para o Glorioso.

O Alvinegro de General Severiano atingiu 16 pontos, oito a mais que o próprio Caracas. O time venezuelano, segundo colocado da chave, terá o confronto eliminatório contra um adversário oriundo da Libertadores pela frente.

Além de Botafogo e Atlético-MG, o Brasil tem o São Paulo classificado diretamente às oitavas da Sul-Americana. Já Vasco e Bragantino terão a companhia de Grêmio e Santos nos playoffs. O Tricolor gaúcho ficou na segunda posição do Grupo F, liderado pelo Montevideo City Torque (Uruguai), enquanto o Peixe terminou o Grupo D atrás do Deportivo Recoleta (Paraguai).

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Câmara aprova, em dois turnos, PEC pelo fim da escala 6×1

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A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (27), em dois turnos, a proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/19 que acaba com a escala de trabalho 6×1. Foram 461 votos favoráveis e 19 contrários, no segundo turno.

O texto segue para votação no Senado.

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A PEC determina a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem perda salarial. A proposta ainda garante duas folgas semanais, sendo uma preferencialmente aos domingos. As mudanças entrarão em vigor 60 dias após a promulgação do texto.

O texto aprovado hoje foi apresentado pelo relator, Leo Prates (Republicanos-BA), para duas propostas de emenda à Constituição que já tramitavam: a PEC 221/19, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), que estabelecia 36 horas semanais após um período de 10 anos, e a PEC 8/25, da deputada Erika Hilton (Psol-SP), que introduzia a escala 4×3 (quatro dias de trabalho e três de descanso), com limite de 36 horas semanais, depois de um ano.

Após o fim do primeiro turno de votação, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse que a Casa deu um passo importante para “uma mudança fundamental para os trabalhadores e trabalhadoras do país desde a Constituição de 1988”.

“Assumi esta condução com todo o equilíbrio, responsabilidade e, principalmente, compromisso com os brasileiros. Por isso, já no início do debate, tratei três pilares como inegociáveis para esta Casa e para o governo federal: a redução da jornada para 40 horas semanais, dois dias de descanso e a manutenção dos salários dos trabalhadores”, disse Motta. 

“Essa aprovação ficará registrada na história desta legislatura e na trajetória de cada parlamentar, que compreendeu que desenvolvimento econômico e dignidade humana precisam caminhar juntos”, completou.

Transição

De acordo com o texto aprovado, após 60 dias, a jornada será reduzida de 42 horas semanais para 40 horas. Doze meses após a entrada em vigor das 42 horas, a duração do trabalho será reduzida para 40 horas semanais, com o máximo de 8 horas diárias de trabalho.

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A transição foi incluída após um acordo do governo com o presidente da Câmara dos Deputados.

Depois do prazo de 60 dias e dentro do período de redução da jornada, o texto prevê a possibilidade de ampliar a duração diária do trabalho normal. Essa ampliação deverá ser feita por negociação em convenção ou acordo coletivo de trabalho.

>> Veja as regras de transição da PEC que acaba com a escala 6×1:

– escala de 5 dias de trabalho com 2 dias de descanso (após 60 dias); 
– redução da jornada de 44 horas para 42 horas semanais (após 60 dias)
– jornada de 42 horas para 40 horas semanais, mantida a escala 5×2 (em 14 meses). 

Antes da votação em plenário, o texto foi aprovado na comissão especial que analisou a matéria. Pela manhã, Motta realizou uma sessão protocolar de oito minutos para que fosse liberada a votação do texto na comissão especial. Dos 38 membros da comissão, 34 votaram a favor e 4, contra. Na sequência, a PEC foi incluída na Ordem do Dia da Câmara, ou seja, na pauta de votações no plenário.

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A aprovação da PEC foi comemorada pelos parlamentares da base governista e criticada pela oposição.

“Vamos fazer história mostrando em que lado nós estamos. Nós estamos do lado do povo mais sofrido, das pessoas que mais precisam”, comemorou o líder do governo na Câmara, Paulo Pimenta (PT-RS). 

A deputada Dandara (PT-MG), que trabalhou como caixa de loja de departamento em escala 6×1, recordou a rotina desgastante e afirmou que a redução vai dar tempo para os trabalhadores poderem viver.

“Eu conheço o barulho do busão [sic] lotado às 5h, o café corrido, o uniforme vestido ainda no escuro. Eu conheço o pé inchado de tanto ficar em pé: oito, 10, 12 horas. Eu conheço porque eu vivi. Eu sei que a escala 6×1 não cabe no calendário. Não cabe, porque não é sobre tempo, somente, é sobre a vida”, disse.

A deputada Alice Portugal (PCdoB-BA) lembrou que a iniciativa é uma pauta de várias centrais sindicais.

“Essa é uma luta que começou há muito tempo. Mas, no Brasil, essa batalha não evoluiu, a cultura escravocrata, a visão colonialista, a visão racista, prevaleceu, mas nós vamos derrubar a escala seis por um. Hoje, aqui, vamos fazer história”, afirmou. 

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Durante a sessão, deputados da oposição se posicionaram contra a redução da jornada de trabalho.

O deputado Kim Kataguiri (Missão-SP) afirmou que a proposta não vai melhorar a vida do trabalhador.

“Eu não vou mentir para o trabalhador dizendo para ele que com a aprovação dessa PEC vai acabar a escala 6×1”, disse. 

O deputado Sérgio Turra (PP-RS) chamou a proposta do governo de eleitoreira. “Estamos tratando do futuro de um país e da dignidade dos trabalhadores”, afirmou.

>> Entenda mais pontos da PEC pelo fim da escala 6×1:

.- Jornada de trabalho não deverá ser superior a oito horas diárias e 40 horas semanais, podendo haver compensação e redução de jornada mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho.

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– Lei ordinária irá tratar da jornada e descanso de regimes diferenciados, como trabalhadores com seis horas diárias de trabalho.

– Nova regra não se aplica: a quem tem jornada igual ou inferior a 40 horas semanais, a empregados com nível superior e com remuneração mensal igual ou superior a R$ 8.475,55 (equivalente a duas vezes e meia o limite máximo dos benefícios do INSS)

– Lei complementar poderá adotar medidas de transição para os microempreendedores individuais, as microempresas e as empresas de pequeno porte.

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Câmara aprova, em primeiro turno, PEC do fim da escala 6×1

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A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (27), em primeiro turno, a proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/19 que a acaba com a escala de trabalho 6×1. Foram 472 votos favoráveis e 22 contrários.

Os deputados federais precisam votar a proposta em segundo turno da proposta, em que são necessários no mínimo 308 votos dos 513 deputados. Após a aprovação, o texto segue para o Senado onde serão necessários os votos de no mínimo 49 senadores.

O texto da PEC determina a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais e sem redução salarial. Pela proposta, o fim da escala 6×1, com garantia de ao menos duas folgas semanais, das quais uma preferencialmente aos domingos, entrará em vigor 60 dias após a promulgação do texto.

 

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