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Liderado por Holanda, Grupo F pode entrar na rota do Brasil na 2ª fase
O Grupo F está no radar da seleção brasileira na Copa do Mundo do Canadá, México e Estados Unidos. Pelo chaveamento da competição, caso a Amarelinha se classifique à segunda fase (mata-mata antes das oitavas de final) em primeiro ou segundo lugares do Grupo C, terá como adversário o primeiro ou segundo colocado da chave F, composta por Holanda, Japão, Suécia e Tunísia.
Cabeça de chave e sem nenhum título mundial, a seleção holandesa reúne os principais nomes das ligas europeias, como o zagueiro Virgil Van Dijk e o atacante Cody Gakpo (ambos do Liverpool), o meio-campista Frenkie de Jong (Barcelona) e o lateral Nathan Aké (Manchester City). A Laranja Mecânica também terá em campo o atacante do Corinthians Memphis Depay, maior artilheiro holandês.
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Esta será a 12ª participação dos holandeses em Copas do Mundo. Comandada pelo técnico Ronaldo Koeman, ex-zagueiro da Holanda nas Copas de 1990 e 1994, a Laranja Mecânica quer ir além do resultado obtido no último Mundial, quando parou nas quartas-de-final após derrota para a Argentina, que mais tarde conquistaria o título. Em 2024, a Holanda foi semifinalista da Eurocopa.
O Japão também chega com moral à competição. Em sua oitava Copa consecutiva, os Samurais Azuis buscam ultrapassar a fase de oitavas de final. No comando da equipe está o técnico Hajime Moriyasu, que já liderava o time na Copa do Catar (2022). Na ocasião, o Japão derrotou a Alemanha e a Espanha.
Nos amistosos de preparação, a seleção asiática cravou vitórias históricas sobre o Brasil e a Inglaterra. Entre os destaques do time, estão o meio-campista Wataru Endo (Liverpool), capitão do Japão e o meia-atacante Takefusa Kubo (Real Sociedad). Um dos principais nomes do futebol japonês, o meia-atacante Kaoru Mitoma (Brighton) ficou fora da lista de convocados, pois sofreu uma lesão grave em duelo contra o Wolverhampton em maio, pela Premier League.
Conhecida pelo apelido de Águias de Cartago, a seleção da Tunísia se classificou com facilidade nas Eliminatórias. Em sua sétima participação na Copa, a equipe africana quer avançar pela primeira vez na história à fase mata-mata. O time trocou de técnico no início do ano, após a eliminação nas oitavas de final da Copa Africana de Nações. O novo treinador é o francês Sabri Lamouchi, que assumiu o cargo em março. O melhor desempenho da Tunísia em Mundiais foi o nono lugar na edição de 1978, disputada na Argentina, em meio à ditadura militar.
Já a Suécia selou a vaga no Mundial apenas na repescagem europeia, eliminando Ucrânia e Polônia. Após ficarem de fora da última edição no Catar, os suecos disputarão sua 13ª Copa do Mundo. O setor ofensivo é a principal aposta do time comandado pelo técnico britânico Graham Potter. No ataque estão nomes de peso como Viktor Gyökeres (Arsenal), Alesander Isak (Liverpool) e Anthony Elanga (Newcastle).
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Movimento contra violência sexual lança site para facilitar denúncias
Fruto de uma parceria entre a Childhood Brasil, o Instituto Liberta, o Grupo Mulheres do Brasil e a Vibra Energia, o Movimento Violência Sexual Zero lançou o Mapa Nacional dos Conselhos Tutelares.
Gratuita, a plataforma funciona como atalho para os mais de 3,5 mil conselhos tutelares existentes pelo país, contendo informações de contato atualizadas.
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O site têm, ainda, instruções sobre como formalizar uma denúncia relacionada a esse tipo de crime.
Um dos canais sugeridos é o Disque 100, mantido pelo governo federal e que pode ser acionado para solicitar a apuração de situações suspeitas. A ligação é gratuita e o denunciante pode se manter em anonimato.
Os telefones da Polícia Militar (190) e Polícia Federal Rodoviária (191) são indicados na plataforma para quando se presencia uma violação.
Outra circunstância possível, mencionada pela plataforma, é o abuso sexual infantil cometido com o auxílio da internet e que demanda o envio de denúncia a instituições como a SaferNet (denuncia.org.br).
O Brasil atingiu, nos últimos anos, um patamar bastante elevado de crimes sexuais envolvendo crianças, adolescentes e o ambiente online.
Em balanço recente da rede internacional InHope, o país subiu da 27ª posição para a 5ª posição, no período de 2022 para 2024, no número de denúncias de páginas de distribuição de conteúdos de abuso sexual infantil.
Empresas que desejem apoiar a causa e implementar ações e famílias e educadores que busquem materiais para saber conversar sobre o tema com crianças e adolescentes podem encontrar no site dicas de livros, ferramentas, materiais por escrito e visuais e séries de vídeos com essas finalidades.
O Movimento Violência Sexual Zero também destaca dados estatísticos coletados por instituições de referência, como o Fórum Brasileiro de Segurança Pública e o DataSUS. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), outro da lista, traz um número importante: apenas 8,5% dos casos registrados no país são denunciados.
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Avião F-4 grego cai durante show aéreo perto de Atenas
Um caça F-4 Phantom grego de dois lugares caiu neste sábado (5) durante uma exibição aérea no aeroporto de Tanagra, perto de Atenas, informou um oficial da Força Aérea Grega à Reuters.
Imagens de vídeo da emissora pública ERT, a primeira a noticiar o acidente, mostraram uma coluna de fumaça preta subindo a algumas centenas de metros dos espectadores que assistiam à exibição aérea. Dois helicópteros combatiam o incêndio no local.
O destino dos pilotos não foi conhecido imediatamente, e não ficou claro se alguém na multidão havia ficado ferido, disse o oficial.
Os alto-falantes da base aérea estavam pedindo às pessoas que deixassem a área, segundo a ERT.
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Novo mapa-múndi corrige tamanho da África, América do Sul e Ásia
No mapa-múndi, a África, a América do Sul e o Sul da Ásia foram representados, desde o século 16, menores do que são. Nessa sexta (4), a Assembleia Geral das Nações Unidas decidiu corrigir a distorção ao examinar a proposta intitulada “Corrija o mapa”, liderada pelo Togo e outros países africanos.
Ao todo, representantes de 164 países votaram a favor da mudança. Apenas os Estados Unidos foram contrários. Houve seis abstenções. A proposta altera a representação cartográfica global para “mostrar de forma mais justa algumas regiões do mundo”, como explica a ONU.
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Ao discursar antes da votação, o ministro das Relações Estrangeiras de Togo, Robert Dussey, disse que a aprovação envia a mensagem de que a Assembleia Geral acredita na “verdade científica”.
Ainda, de acordo com ele, a decisão reforça a equidade de representação e a dignidade dos povos. Para ele, não se trata apenas de corrigir um mapa e sim de corrigir a percepção.
Distorção
Segundo o argumento, a projeção de Mercator, concebida em 1.569 para fins de navegação, foi amplamente usada em materiais educacionais, midiáticos, digitais e oficiais.
No entanto, a distorção fez com que as massas de terra ao Norte e ao Sul da linha do Equador fossem ampliadas. Essa representação fez com que se perpetuasse “uma visão desequilibrada do mundo”, apontaram os africanos.
O texto ainda afirma que a correção dessas distorções cartográficas de dimensões continentais vai proporcionar “justiça cognitiva e reparação memorial” para fomentar a compreensão mútua entre os povos.
Precisão
Os representantes da União Africana apresentaram o modelo de “Terra Igual” como a projeção cartográfica que representaria com mais precisão as dimensões de todos os continentes. A ONU espera que a aprovação da resolução encoraje a adoção desse modelo por governos, organizações internacionais e outras entidades.
Ainda nos argumentos da União Africana, os mapas constituem uma ferramenta educacional, científica e cultural fundamental que “molda a percepção do mundo e o imaginário coletivo dos povos”.
Segundo o texto, as distorções têm impactos cognitivos, educacionais, culturais, geopolíticos e socioeconômicos e constituem “vieses históricos, cuja correção promoverá reconhecimento, justiça e desenvolvimento”.
A ONU argumentou que o Pacto para o Futuro, aprovado pelos Estados-Membros em 2024, enfatizou a necessidade de eliminar os vestígios de desigualdades históricas e estruturais e de erradicar todas as formas de discriminação.
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