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Mulher é detida com drogas e celular furtado de bombeiro no Calunga

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Uma mulher de 42 anos foi detida pela Polícia Militar de Roraima (PMRR) na manhã de domingo (18), no bairro Calunga, em Boa Vista, após ser encontrada com um celular furtado de um bombeiro militar e drogas. Os policiais chegaram à casa pelo rastreamento do telefone e, com apoio do Canil, localizaram os entorpecentes em um fundo falso de cama.

Segundo a PMRR, o bombeiro relatou que se lembrava de estar em um estabelecimento comercial na avenida Ville Roy e que acordou no chão, ao lado do próprio carro, na avenida Benjamin Constant, próximo a uma igreja. Ao verificar o veículo, percebeu que ele havia sido violado.

Além do celular, foram levados uma carteira com documentos, cartões e R$ 400, um relógio e um par de óculos. A equipe do Choque foi acionada e localizou o telefone em uma residência no Calunga.

Depois de recuperar o aparelho, os policiais pediram apoio do Canil para fazer buscas na casa. Durante a vistoria em um quarto, a cadela Fúria indicou o esconderijo na cama, onde havia drogas e uma balança de precisão.

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Conforme o registro do Choque, foram apreendidos dez invólucros. A PM também recolheu R$ 420 e outros cinco celulares que estavam em posse da mulher.

Ela foi conduzida ao 5º Distrito Policial com o material apreendido e o telefone recuperado. A ocorrência foi registrada como furto, receptação e tráfico de drogas.

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Defensoria Pública leva serviços jurídicos gratuitos a comunidades de Normandia até sexta-feira (23)

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A Defensoria Pública do Estado de Roraima (DPE-RR) oferece atendimento jurídico gratuito à população de Normandia até sexta-feira (23). Os serviços são realizados por meio da Defensoria Itinerante, com atendimentos na comunidade indígena Raposa I e na sede do município.

Nesta terça-feira (20), a equipe atende na Escola Estadual Indígena Viriato Raposo, na comunidade Raposa I. De quarta-feira (21) até sexta-feira (23), os serviços estarão disponíveis no Ginásio Poliesportivo, na sede de Normandia.

Entre os serviços oferecidos estão reconhecimento e dissolução de união estável, regulamentação de guarda, pensão alimentícia, divórcio sem partilha de bens e reconhecimento de maternidade e paternidade biológica ou socioafetiva.

A população também poderá solicitar atendimento para assentamento tardio de registro civil indígena, emissão de segunda via de documentos, retificação e restauração de registros civis, além de suprimento de registro de óbito.

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A equipe da Defensoria também prestará orientações jurídicas e esclarecimentos sobre processos que já são acompanhados pela instituição.

Para receber atendimento, os interessados devem comparecer aos locais indicados com documentos pessoais e aqueles relacionados à solicitação. A recomendação é apresentar RG, CPF, comprovante de residência e comprovante de renda, caso possua.

Nos casos que envolvam crianças e adolescentes, também é necessário levar a documentação do menor de idade.

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Bebê de 10 meses chega sem vida a UBS de Boa Vista e pai é levado à delegacia

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Uma bebê de aproximadamente 10 meses deu entrada sem sinais vitais em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro Santa Tereza, em Boa Vista, na manhã de sexta-feira (16). Segundo a Polícia Militar de Roraima (PMRR), a morte foi atestada pela equipe médica, e o pai da criança foi conduzido à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente.

O transporte até a unidade foi feito por agentes de fiscalização do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), que realizavam patrulhamento na região e prestaram socorro emergencial.

Conforme o relato inicial sobre a ocorrência, populares abordaram a equipe na Rua Jaraqui e pediram ajuda para a bebê, que estaria engasgada. A nota da Polícia Militar, porém, não confirma essa informação nem aponta a causa da morte.

Após a confirmação do óbito, policiais militares localizaram o pai da criança e o apresentaram à delegacia para os procedimentos legais. A corporação não informou o motivo específico da condução nem se houve prisão. A nota também não menciona a condução da mãe.

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O caso ficou sob responsabilidade da Polícia Civil de Roraima, que deverá investigar as causas e as circunstâncias da morte.

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Casal venezuelano é preso suspeito de sequestrar, torturar e extorquir duas pessoas em Boa Vista

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Um casal venezuelano foi preso preventivamente na manhã desta segunda-feira (19), no bairro Alvorada, zona oeste de Boa Vista, suspeito de sequestrar, torturar e extorquir duas pessoas. Segundo a Polícia Civil de Roraima (PCRR), as vítimas foram mantidas em cativeiro e os familiares tiveram que pagar R$ 9 mil para conseguir a libertação. Os crimes ocorreram entre os dias 25 e 26 de julho deste ano.

As prisões ocorreram após quase três meses de investigação conduzida pelo 4º Distrito Policial, sob responsabilidade do delegado Jonathan Freese. Durante a apuração, foram analisados depoimentos, comprovantes de transferências bancárias, informações sobre veículos e vídeos gravados durante o cativeiro.

De acordo com a Polícia Civil, o caso começou na tarde de 25 de julho, quando um venezuelano de 20 anos foi levado à força para um lava-jato, onde teria sido amarrado e agredido. A violência teria sido motivada por um desentendimento relacionado ao desaparecimento de objetos do estabelecimento.

Na mesma noite, o suspeito de 25 anos, acompanhado da companheira, de 29, teria ido à residência dos pais de uma brasileira de 19 anos, namorada da primeira vítima. No local, os envolvidos recolheram aparelhos celulares para impedir que a família acionasse a polícia.

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A jovem foi retirada à força da residência e agredida diante dos familiares. Em seguida, foi levada para um imóvel no bairro Asa Branca, onde o namorado também estava sendo mantido em cativeiro.

Segundo as investigações, os dois permaneceram trancados e amarrados, sofrendo agressões físicas e ameaças. Durante os depoimentos, o suspeito admitiu ter mantido as vítimas no imóvel e agredido ambas com uma tábua de madeira.

Ele também confirmou ter gravado um vídeo em que os dois eram obrigados a fazer declarações sobre o suposto furto e assumir o compromisso de pagar pelos prejuízos alegados.

Familiares pagaram R$ 9 mil pela libertação

Enquanto as vítimas permaneciam em cativeiro, os familiares receberam cobranças para conseguir a libertação. Os suspeitos exigiram R$ 4 mil pela jovem e R$ 5 mil pelo namorado.

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Para reunir o dinheiro, os familiares precisaram buscar recursos e chegaram a empenhar uma motocicleta.

A investigação identificou indícios de que a mulher presa participou diretamente das negociações, fornecendo uma chave Pix vinculada à própria empresa para receber parte dos valores. Os comprovantes das transferências foram analisados pela Polícia Civil.

Após os pagamentos, a jovem foi deixada na Praça Germano Sampaio, no bairro Pintolândia, por volta das 2h do dia 26 de julho. O namorado foi libertado posteriormente, por volta das 4h30.

Conforme os depoimentos, a jovem apresentava inchaço no rosto e hematomas provocados pelas agressões.

Investigação continua

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Com as provas reunidas, o delegado Jonathan Freese solicitou à Justiça a prisão preventiva do casal. Os mandados foram cumpridos na manhã de segunda-feira (19).

“Uma suspeita de crime deve ser apurada pelas autoridades e não autoriza ninguém a sequestrar, agredir ou exigir dinheiro para libertar pessoas. Nosso trabalho foi reconstituir a dinâmica dos fatos, reunir provas e identificar a participação dos envolvidos”, afirmou o delegado.

A Polícia Civil também investiga a possível participação de outras pessoas nos crimes. As diligências continuam para esclarecer a atuação de cada envolvido.

Após as prisões, os suspeitos foram encaminhados à sede do 4º Distrito Policial para os procedimentos legais. Ambos devem passar por audiência de custódia nesta terça-feira (20).

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