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Saiba quais situações permitem acompanhante na cabine de votação
Pais acompanhados de crianças devem ficar atentos no dia da votação. A legislação eleitoral permite que os pequenos sejam acompanhantes na hora da votação. No entanto, dentro da cabine, quem deve digitar os números na urna é o eleitor.
Além de não poder interferir na votação, a criança também não pode comprometer o sigilo do voto.
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Já os eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida têm direito garantido a acompanhamento no momento da votação e ao uso de recursos de acessibilidade na urna eletrônica. Nesse caso, as normas estabelecidas pela justiça eleitoral (resolução TSE nº 23.751/2026, art. 140) dão a permissão para que o cidadão entre na cabine de votação acompanhado por uma pessoa de sua escolha, independentemente do tipo ou da causa da limitação.
O auxílio ao eleitor não exige cadastro ou requerimento prévio junto ao juiz eleitoral.
Cabe ao presidente da mesa receptora, na seção eleitoral, avaliar se é imprescindível a necessidade da ajuda e autorizar o ingresso do acompanhante na cabine, juntamente com o eleitor.
A pessoa indicada pode, inclusive, digitar os números dos candidatos na urna sob a orientação do eleitor.
Regras para o acompanhante
Para atuar como auxiliar, a pessoa indicada deve apresentar documento de identificação aos mesários.
A legislação proíbe que o acompanhante esteja a serviço da justiça eleitoral, de partidos políticos, de federações ou de coligações.
Além disso, todos os atendimentos desse tipo devem ser devidamente registrados na ata da seção, contendo o nome completo e o número do documento de quem prestou o auxílio.
Acessibilidade
O protocolo de votação dispõe de recursos específicos de acessibilidade e de tecnologias de assistência que viabilizem o exercício do voto ao eleitor com deficiência ou mobilidade reduzida.
Seguem algumas normas para o eleitor com deficiência visual.
- é permitido usar o alfabeto comum ou do sistema Braille para assinar a lista do caderno de votação;
- receber do mesário orientação sobre o uso do sistema de áudio disponível na urna, com fone de ouvido descartável, de uso individual, fornecido pela justiça eleitoral;
- receber orientação sobre o uso da marca de identificação da tecla 5 do teclado numérico da urna, que possui um ponto ou relevo tátil no centro para servir como ponto de referência espacial;
- ingressar e permanecer na seção eleitoral acompanhada(o) de cão-guia durante todo o procedimento de votação.
Por fim, uma pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida pode atualizar seu cadastro na justiça eleitoral no próprio dia da eleição. Basta preencher, datar e assinar o Formulário para Identificação de Eleitora e Eleitor com Deficiência para ser encaminhado ao cartório eleitoral do município ou do Distrito Federal pelos integrantes da sala de votação.
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Veja quem são os novos senadores e como fica a composição do Senado
Os eleitores brasileiros escolheram neste domingo (4) dois senadores em cada estado e no Distrito Federal. Ao todo, 54 das 81 cadeiras do Senado Federal estiveram em disputa nas eleições de 2026, o equivalente a dois terços da Casa. Os dois candidatos mais votados em cada unidade da Federação foram eleitos.
Com a renovação de dois terços das cadeiras, o resultado das urnas modifica de forma significativa a composição do Senado a partir de 2027. Para conhecer o novo quadro da Casa, no entanto, é preciso considerar também os 27 senadores eleitos em 2022 que não tiveram seus mandatos submetidos à votação neste ano. Esses parlamentares têm mandato previsto até janeiro de 2031.
Veja os eleitos por estado
Os 54 novos senadores estão distribuídos em duas vagas para cada uma das 27 unidades da Federação. A votação para o Senado é majoritária: são eleitos os dois candidatos que obtêm o maior número de votos em cada estado e no Distrito Federal.
Senadores eleitos em 2026:
Amapá (AP): Rayssa Furlan (PODE) e Lucas Barreto (PSD)
Distrito Federal (DF): Michele Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL)
Espírito Santo (ES): Renato Casagrande (PSB) e Evair de Melo (Republicanos)
Rondônia (RO): Dr. Fernando Máximo (PL) e Bruno Scheid (PL)
Como fica o Senado
O Senado Federal é composto por 81 parlamentares, sendo três representantes de cada estado e do Distrito Federal. Diferentemente da Câmara dos Deputados, em que o número de representantes de cada unidade da Federação varia de acordo com a população, todos os estados e o Distrito Federal têm o mesmo número de senadores.
O mandato de senador dura oito anos. Por isso, a renovação do Senado ocorre de forma alternada: em uma eleição são escolhidos 27 parlamentares, correspondentes a um terço da Casa; quatro anos depois, são escolhidos 54, correspondentes a dois terços.
Portanto, os 54 eleitos neste domingo se juntam aos 27 senadores que já tinham mandato até 2031.
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Dr. Furlan é eleito governador do Amapá no primeiro turno
O candidato Dr. Furlan (PSD) foi eleito governador do Amapá neste domingo (4), no primeiro turno das eleições de 2026.
O candidato da coligação Trabalhar para Transformar o Amapá (NOVO/PSD/PODE/PL) obteve 62,01% dos votos válidos, o equivalente a 238.963 votos, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
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Até às 20h11, 88,51% das urnas haviam sido totalizadas no estado.
Dr. Furlan ficou à frente de Clécio (União Brasil), que recebeu 37,72% dos votos. Na sequência, aparecem:
- Carlos Cley (PSTU): 0,12%
- Delegado Marcos (DC): 0,08%
- Jairo Palheta (PCO): 0,07%
A eleição para governador é definida em primeiro turno quando uma candidatura obtém mais da metade dos votos válidos. Com o resultado, não haverá segundo turno para o governo do Amapá.
Quem é o novo governador
Antônio Furlan (PSD) tem 53 anos e nasceu em San José, na Costa Rica, mas é filho de brasileiros. É médico cirurgião cardiovascular, foi eleito deputado estadual em 2014 e reeleito em 2018.
Em 2020, foi eleito prefeito de Macapá e reeleito em 2024.
Em março deste ano, Dr. Furlan foi afastado do cargo após indícios de desvio de recursos federais destinados à construção do Hospital Geral Municipal. Logo após, ele renunciou ao mandato.
A votação para governador ocorreu simultaneamente à eleição para presidente, senador e deputados federal, estadual ou distrital (no caso do Distrito Federal).
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Celina Leão e Leandro Grass disputam 2° turno para governador do DF
Celina Leão (PP) e Leandro Grass (PT) vão disputar o segundo turno da eleição para governador do Distrito Federal. Os dois candidatos foram os mais votados no primeiro turno, realizado neste domingo (4), segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Celina terminou a apuração em primeiro lugar, com 49,93% dos votos válidos, ou 824.910 votos. Grass ficou em segundo, com 34,48%, equivalente a 569.582 votos.
Até 20h12, 99,93% das urnas haviam sido totalizadas.
Como nenhum dos candidatos obteve mais da metade dos votos válidos, a eleição para governador do Distrito Federal será decidida em segundo turno, marcado para 25 de outubro.
Os demais candidatos obtiveram: Paula Belmonte (PSDB), 8,52%; Kiko Caputo (Novo), 4,36%; e Cappelli (PSB), 2,23%.
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