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Presidente do Senado marca para segunda votação do fim da escala 6×1

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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, marcou para a próxima terça-feira (6) a análise em Plenário da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do fim da escala 6×1 e da redução da jornada de trabalho.

“O tema, de ampla relevância para a sociedade brasileira, será debatido com responsabilidade, equilíbrio e respeito às diferentes perspectivas envolvidas”, afirmou a assessoria da presidência do Senado, em nota.

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A PEC foi aprovada na Câmara dos Deputados no final de maio e seguiu para o Senado. Em seguida, a base do governo na Casa tentou pautar a análise da proposta, mas Alcolumbre manteve o texto parado. Apenas em agosto encaminhou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).No início de setembro, a CCJ aprovou o fim da escala 6×1, mas Alcolumbre não levou o tema ao plenário. E afirmou que a votação aconteceria após as eleições.

A declaração ocorreu durante sessão deliberativa no plenário da Casa, no dia 3 de setembro, em resposta a um apelo feito pelo senador Paulo Paim (PT-RS). Paim anunciava sua aposentadoria e cumpre o último mandato parlamentar no Congresso Nacional. O senador gaúcho tem histórico de defesa do tema no Congresso.

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“Quero aproveitar essa oportunidade que o senador Paulo Paim está aqui na mesa e veio me dar um abraço, para dizer para vossa excelência e para o Brasil, que vossa excelência estará aqui votando, após as eleições, o fim da escala 6×1 no plenário do Senado Federal”, disse o presidente da Casa.

Escala 5×2

A PEC 221 de 2019 acaba com a escala 6×1 instituindo a obrigatoriedade de dois dias de descanso por semana, além de reduzir a jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial.

A proposta permite compensar o sábado ou domingo trabalhados no caso de categorias com jornadas especiais, mas mantendo o número de folgas remuneradas em duas por semana, em média, gozadas obrigatoriamente no mesmo mês.

O texto também estipula uma regra de transição de até 14 meses. A exceção são os trabalhadores terceirizados da Administração Pública, que terão uma regra de transição diferenciada.

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Veja quem são os novos senadores e como fica a composição do Senado

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Os eleitores brasileiros escolheram neste domingo (4) dois senadores em cada estado e no Distrito Federal. Ao todo, 54 das 81 cadeiras do Senado Federal estiveram em disputa nas eleições de 2026, o equivalente a dois terços da Casa. Os dois candidatos mais votados em cada unidade da Federação foram eleitos.

Com a renovação de dois terços das cadeiras, o resultado das urnas modifica de forma significativa a composição do Senado a partir de 2027. Para conhecer o novo quadro da Casa, no entanto, é preciso considerar também os 27 senadores eleitos em 2022 que não tiveram seus mandatos submetidos à votação neste ano. Esses parlamentares têm mandato previsto até janeiro de 2031.

Veja os eleitos por estado

Os 54 novos senadores estão distribuídos em duas vagas para cada uma das 27 unidades da Federação. A votação para o Senado é majoritária: são eleitos os dois candidatos que obtêm o maior número de votos em cada estado e no Distrito Federal.

Senadores eleitos em 2026:

Amapá (AP): Rayssa Furlan (PODE) e Lucas Barreto (PSD)

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Distrito Federal (DF): Michele Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL)

Espírito Santo (ES): Renato Casagrande (PSB) e Evair de Melo (Republicanos) 

Rondônia (RO): Dr. Fernando Máximo (PL) e Bruno Scheid (PL)
 

Como fica o Senado

O Senado Federal é composto por 81 parlamentares, sendo três representantes de cada estado e do Distrito Federal. Diferentemente da Câmara dos Deputados, em que o número de representantes de cada unidade da Federação varia de acordo com a população, todos os estados e o Distrito Federal têm o mesmo número de senadores.

O mandato de senador dura oito anos. Por isso, a renovação do Senado ocorre de forma alternada: em uma eleição são escolhidos 27 parlamentares, correspondentes a um terço da Casa; quatro anos depois, são escolhidos 54, correspondentes a dois terços.

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Portanto, os 54 eleitos neste domingo se juntam aos 27 senadores que já tinham mandato até 2031.

 

 

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Dr. Furlan é eleito governador do Amapá no primeiro turno

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O candidato Dr. Furlan (PSD) foi eleito governador do Amapá neste domingo (4), no primeiro turno das eleições de 2026.

O candidato da coligação Trabalhar para Transformar o Amapá (NOVO/PSD/PODE/PL) obteve 62,01% dos votos válidos, o equivalente a 238.963 votos, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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Até às 20h11, 88,51% das urnas haviam sido totalizadas no estado.

Dr. Furlan ficou à frente de Clécio (União Brasil), que recebeu 37,72% dos votos. Na sequência, aparecem: 

  • Carlos Cley (PSTU): 0,12%
  • Delegado Marcos (DC): 0,08%
  • Jairo Palheta (PCO): 0,07%

A eleição para governador é definida em primeiro turno quando uma candidatura obtém mais da metade dos votos válidos. Com o resultado, não haverá segundo turno para o governo do Amapá.

Quem é o novo governador

Antônio Furlan (PSD) tem 53 anos e nasceu em San José, na Costa Rica, mas é filho de brasileiros. É médico cirurgião cardiovascular, foi eleito deputado estadual em 2014 e reeleito em 2018. 

Em 2020, foi eleito prefeito de Macapá e reeleito em 2024. 

Em março deste ano, Dr. Furlan foi afastado do cargo após indícios de desvio de recursos federais destinados à construção do Hospital Geral Municipal. Logo após, ele renunciou ao mandato. 

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A votação para governador ocorreu simultaneamente à eleição para presidente, senador e deputados federal, estadual ou distrital (no caso do Distrito Federal).

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Celina Leão e Leandro Grass disputam 2° turno para governador do DF

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Celina Leão (PP) e Leandro Grass (PT) vão disputar o segundo turno da eleição para governador do Distrito Federal. Os dois candidatos foram os mais votados no primeiro turno, realizado neste domingo (4), segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Celina terminou a apuração em primeiro lugar, com 49,93% dos votos válidos, ou 824.910 votos. Grass ficou em segundo, com 34,48%, equivalente a 569.582 votos.

Até 20h12, 99,93% das urnas haviam sido totalizadas.

Como nenhum dos candidatos obteve mais da metade dos votos válidos, a eleição para governador do Distrito Federal será decidida em segundo turno, marcado para 25 de outubro.

Os demais candidatos obtiveram: Paula Belmonte (PSDB), 8,52%; Kiko Caputo (Novo), 4,36%; e Cappelli (PSB), 2,23%.

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