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Vasco é campeão do Brasileirão A2 Feminino

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O Vasco é campeão do Brasileirão Feminino Série A2. A conquista foi confirmada neste domingo (20), em São Januário, no Rio de Janeiro (RJ).

Com a vitória de 3 a 1 no jogo de ida, em Minas Gerais, mesmo derrotada por 2 a 1 no segundo confronto, que teve transmissão ao vivo da TV Brasil, a equipe carioca garantiu a taça. 

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Bruna Marques e Luana Rodrigues marcaram para o Itabirito, enquanto Ju Santos fez o gol do título. 

A2

O A2 é a segunda divisão do campeonato nacional de futebol feminino, organizado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). As finalistas, ao lado de Atlético (PI) e Minas Brasília, estão confirmadas na elite do futebol feminino nacional de 2027.

Repórter do NEWS Roraima, com foco em política, cotidiano e direitos sociais. Acompanha de perto os fatos que moldam a realidade local. Busca sempre o relato humano por trás das notícias. Informação com agilidade e credibilidade.

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Brasil fecha Copa do Mundo de ginástica com mais cinco pódios

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Neste domingo (20), último dia de disputas da Copa do Mundo da Hungria de Ginástica Artística, o Brasil conquistou cinco medalhas.

Rebeca Andrade, prata, e Flávia Saraiva, com ouro, fizeram uma dobradinha verde e amarela na trave.

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No solo, mais uma dobradinha: Flávia (prata) e Lorrane Oliveira (bronze). Artur Nory fechou o dia com uma medalha de ouro na barra fixa.

A prata da campeã olímpica Rebeca Andrade veio com a somatória de 13,600, apesar de um desequilíbrio na apresentação. Flávia, com uma série limpa, foi a melhor com uma nota de 13,766.

No solo, Flávia Saraiva foi prata e ganhou a terceira medalha da competição. Ela ficou com 13,433. A campeã Dulcy Caylor, dos EUA, somou apenas 00,033 a mais do que a brasileira. Lorrane Oliveira foi bronze com 12,933, completando o pódio.

Na última final do dia, Arthur Nory foi o melhor na barra fixa com 14,133 e uma série sem erros. 

Com as vitórias de hoje, o Brasil fecha sua participação com seis medalhas: três ouros, duas pratas e um bronze. Ontem (19), Flávia já tinha tinha levado o ouro nas barras assimétricas

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Museu do Folclore recebe bordados do Vale do Jequitinhonha

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Ao visitar a mostra Arte têxtil de Turmalina e Veredinha – Jequitinhonha, MG, o público poderá ver de perto tecidos em algodão feitos manualmente com bordados e acabamentos ponto a ponto, típicos dessas duas cidades mineiras.

A mostra gratuita ocorre até 29 de novembro no Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular no Museu de Folclore Edison Carneiro, no Catete, Rio de Janeiro. Os visitantes poderão conhecer e comprar diversas peças.

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Marca da região, a arte têxtil atravessa séculos. Os itens de cama, mesa e vestuário trazem combinação de cores e acabamentos em crochê. A tecelagem, o bordado, a cerâmica e os trabalhos em couro e madeira são definidos como saberes e fazeres expressados ancestrais.


Peças da mostra Arte Têxtil de Turmalina e Veredinha – Jequitinhonha, MG. Fernando Frazão/Agência Brasil

Segundo a historiadora Ana Lima Kallás, responsável pela pesquisa de campo e o texto do catálogo, sobre bordados em peças para decoração, vestuário e diversos outros trabalhos manuais, o visitante encontra panorama documental único. 

“A arte têxtil do Jequitinhonha é menos conhecida apesar de ser uma arte muito antiga naquele território. O bordado assumiu um lugar mais importante nessa produção têxtil do que os tecidos, há mais bordadeiras que tecelãs.”

Ana Lima explica que a mostra chama o público a refletir sobre os impactos destrutivos dos empreendimentos naquela região, como o plantio extensivo de eucalipto que diminuiu a área da cultura de algodão na agricultura familiar.

De acordo com ela, a mostra traz também o debate de gênero, porque o bordado foi sempre associado, num olhar patriarcal, a uma atividade doméstica das mulheres. 

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“Hoje há uma mudança significativa nesse cenário. Com a formação das associações de artesãs, esse trabalho deixou de ser visto apenas como uma atividade doméstica e passa a ser visto como uma atividade profissional que gera a renda principal.”

O Vale do Jequitinhonha está localizado na porção nordeste de Minas Gerais e abrange também uma pequena parte do sudeste da Bahia. É formado por três porções: alto, médio e baixo. Turmalina e Veredinha estão situadas no Alto Jequitinhonha.

Arte familiar


As artesãs Maria Aparecida das Graças Oliveira, Monique Sthefany Rodrigues Sobrinho e Ilma Gonçalves de Oliveira na mostra Arte Têxtil de Turmalina e Veredinha – Jequitinhonha, MG. Fernando Frazão/Agência Brasil

A arte têxtil acompanha a vida de Maria Aparecida das Graças Oliveira, presidente da Associação de Artesãos de Turmalina (Astur). Cresceu ajudando mãe, avós e tias no ofício.

“Desde cedo cresci com tecidos e bordados ao redor. Primeiro, eu ajudava a preparar o algodão para fazer o fio e depois tecer. Nos tecidos mais grossos, minha mãe fazia as iniciais de todos com ponto cruz, ela falava ponto de marca, para identificar os donos de cada item.”

Para Maria Aparecida, que vem pela primeira vez ao Rio de Janeiro, a oportunidade de expor o trabalho das artesãs simboliza um momento especial para ampliar a visibilidade da arte têxtil do Jequitinhonha.

Mobilização

Ilma Gonçalves de Oliveira, presidente da Associação Comunitária dos Artesãos de Turmalina (Soarte), conta que a mobilização de mulheres e a consequente importância da geração de renda do artesanato no Vale do Jequitinhonha é um aspecto a ser ressaltado.

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“Percebo que aqui, não apenas no nosso município, Turmalina, mas no Vale do Jequitinhonha como um todo, o artesanato representa uma renda necessária. Garante o sustento de famílias.” 

A pesquisadora Ana Lima entrevistou 40 mulheres para a montagem da exposição que retrata Turmalina e Veredinha. O associativismo forma uma força coletiva de especial significado entre as artesãs. 

Pensam e agem coletivamente na compra de insumos, na participação em eventos, na venda, no desenvolvimento de novas coleções, na participação em cursos de capacitação, na busca coletiva por soluções aos desafios colocados.


Peça da mostra Arte Têxtil de Turmalina e Veredinha – Jequitinhonha, MG – Fernando Frazão/Agência Brasil

Serviço

Local: Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular | Museu de Folclore Edison Carneiro – Rua do Catete, 179. Catete – RJ. Tel. 21 3032.6052.

Dias e horários de visitação: Terça a sexta-feira, das 10h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 11h às 17h. Entrada franca.

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Realização: Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (CNFCP/Iphan) | Associação Cultural de Amigos do Museu do Folclore Edison Carneiro (Acamufec).

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Brasil e EUA: entenda as relações após alerta sobre eleições

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A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) elaborou um relatório em que aponta risco de influência ou interferência dos Estados Unidos nas eleições brasileiras deste ano. O documento reservado alerta ainda para uma tendência de escalada da pressão estadunidense sobre o Brasil.

O relatório foi encaminhado no fim de agosto à Presidência da República, ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ao Ministério da Justiça. As informações foram divulgadas neste sábado (19) pelo jornal Folha de S.Paulo e confirmadas pela TV Brasil, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

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Segundo a publicação, a inteligência brasileira classifica a possibilidade de interferência externa com um “nível de criticidade” e contextualiza o problema dizendo que “a reafirmação da hegemonia dos EUA na América Latina” é prioridade do segundo governo do presidente norte-americano Donald Trump. O objetivo é afastar “rivais dos EUA”, como a China, de ativos estratégicos, riquezas naturais e infraestruturas na região.

 A avaliação da Abin indica que houve intensificação das ações dos Estados Unidos em relação ao Brasil ao longo dos últimos meses. Além da ingerência nas eleições, o Brasil vem sendo alvo de medidas econômicas e políticas prejudiciais aos interesses nacionais. 

Enquanto isso, o governo brasileiro busca manter as boas relações diplomáticas e comerciais. Apesar de criticar as ações do governo estadunidense, é comum ouvir o presidente Luiz Inácio Lula da Silva dizer, em eventos e entrevistas, “eu me dou muito bem com o Trump”. 

Entenda

Tudo começou com a famosa “química” que teria brotado entre os dois durante a Assembleia Geral da ONU, em setembro de 2025. Essa foi a exata definição do mandatário norte-americano após um breve encontro entre ambos, quando Lula deixava o palco e Trump se preparava para discursar.

Mas essa aparente boa relação entre os dois não significa vida fácil para a diplomacia ou para a economia brasileira.

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Desde abril de 2025, o Brasil tem sido alvo de tarifas de exportação para produtos vendidos ao vizinho do Norte. Inicialmente, foram 10% aplicados a vários países. Naquele momento, o interesse puramente econômico dava o tom das medidas anunciadas.

Dois meses depois, porém, o tom político passou a influenciar medidas econômicas do governo estadunidense. No dia 30 de julho, Donald Trump assinou uma Ordem Executiva (OE) que considerava o Brasil uma “ameaça incomum e extraordinária à segurança nacional dos EUA”. E elevou o valor total da tarifa para 50%.

Aumento das tarifas

Entre as justificativas para o aumento da tarifa, destacava-se a atuação da Justiça brasileira ao limitar a atuação de redes sociais em território brasileiro. Entre essas redes sociais estavam a Rumble, rede social da Trump Media & Tecnology Group (TMTG), e o X, antigo Twitter, presidido por Elon Musk, aliado de Donald Trump.

A restrição a determinadas redes sociais tinha relação com a incitação de discursos de ódio e atentados à democracia, de acordo com o Supremo Tribunal Federal.

Outra justificativa para as tarifas passou pela condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito. O governo dos Estados Unidos considerou a condenação uma perseguição política e intimidação a opositores do atual governo.

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Trump repetia a versão de Bolsonaro, que afirma ser perseguido no processo em que foi acusado de liderar a tentativa de golpe de Estado no Brasil. Na ocasião, Bolsonaro pressionou comandantes militares para suspender o resultado da eleição presidencial de outubro de 2022, quando perdeu para Lula.

Lei Magnitsky

Além das tarifas, o governo norte-americano foi além e aplicou a Lei Magnitsky a Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e relator dos processos da trama golpista, bem como de sua esposa, a advogada Viviane Barci Moraes.

Trata-se de uma lei local, mas que prevê o bloqueio de contas bancárias, ativos e aplicações financeiras nos Estados Unidos, a proibição de transações com empresas americanas que estão no Brasil, além do impedimento de entrada no país.

Na ocasião, também foram alvo de cancelamento do visto de entrada nos EUA os ministros do STF Luís Roberto Barroso, Edson Fachin, Cármen Lúcia, Flávio Dino, Cristiano Zanin, Gilmar Mendes.

Em dezembro de 2025, Moraes e sua esposa tiveram os nomes retirados da lista de sancionados pela Lei Magnitsky.

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O papel de Eduardo Bolsonaro

Na ocasião, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente, já havia ido para os Estados Unidos argumentando ser um perseguido político. Assim que a Lei Magnitsky foi aplicada, ele foi às redes sociais celebrar as medidas econômicas e legais contra o Brasil.

Além disso, Eduardo afirmou ter atuado junto às autoridades americanas em prol desse resultado. Isso levou o parlamentar a ser denunciado por coação no curso do processo, já que incentivou os EUA a decretarem tarifas para pressionar a Justiça a não condenar seu pai.

Eduardo Bolsonaro foi condenado pelo STF em junho de 2026. Ele continua morando nos Estados Unidos e perdeu o mandato de parlamentar por faltar às sessões da Câmara dos Deputados.

Queda nas tarifas

Em fevereiro deste ano, porém, Donald Trump sofreu um revés em sua política tarifária. A Suprema Corte dos Estados Unidos derrubou as tarifas sobre produtos importados impostas globalmente por Trump.

A Corte decidiu que a imposição de tarifas feita pelo presidente interferiria nos poderes do Congresso do país e violaria um princípio jurídico chamado doutrina das questões importantes. O governo dos EUA, então, teve que devolver bilhões de dólares arrecadados ilegalmente.

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Apesar da limitação legal, o governo dos Estados Unidos ainda lança mão de tarifas. Inclusive contra o Brasil. No dia 22 de julho, os EUA anunciaram uma sobretaxa de 25%. A medida atingiu 19% das exportações brasileiras para o país norte-americano.

A alegação do governo Trump, desta vez, se baseava em “adoção de práticas desleais” do Brasil na relação entre os dois países. Entre essas práticas, estariam o uso do PIX (sistema de pagamentos eletrônicos brasileiro), a regulação das redes sociais, o desmatamento ilegal e acordos preferenciais com México e Índia, entre outros.

Dias depois, uma nova tarifa, de 12,5%, foi aplicada. O argumento foi de que o Brasil não adota mecanismos eficazes para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. Na ocasião, o governo brasileiro afirmou que a tarifa foi “arbitrária e injustificada” e ressaltou o reconhecimento internacional do país no combate ao trabalho escravo.

Atualmente, parte dos produtos exportados para o país norte-americano podem ser tributados em até 37,5%.

Organizações terroristas

Em maio deste ano, os EUA anunciaram, em comunicado do Departamento de Estado, o desígnio das facções criminosas brasileiras Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas.

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O governo brasileiro tentou evitar essa designação por meses. Na avaliação do governo, isso poderia abrir caminho para uma ação militar dos EUA no Brasil ou uma aplicação de sanções severas em setores econômicos e financeiros.

De acordo com especialistas, a classificação dessas facções como terroristas pode, na verdade, atenuar eventuais punições a quem comete crimes de narcotráfico, lavagem de dinheiro, extorsão, latrocínio e contrabando de armas e munições.

Visto revogado

Em 4 de agosto, os EUA anunciaram a revogação do visto da embaixadora do Brasil no país, Maria Luiza Ribeiro Viotti. O país norte-americano justificou a medida pela demora do Brasil na resposta à concessão de aprovação diplomática do indicado do governo Trump a assumir a embaixada dos EUA no Brasil.

O governo brasileiro rebateu as alegações, afirmando serem falsas. Em nota divulgada à época, o Brasil afirmou que os EUA feriram a Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas quando divulgaram o nome do seu indicado para assumir a embaixada no Brasil.

Segundo o governo, o nome só poderia ser tornado público após a concessão da anuência do país anfitrião.

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Lula e Trump

Apesar de reafirmar seu bom relacionamento pessoal com Donald Trump, o presidente Lula não o poupa de críticas. Em junho, afirmou que Trump “fez uma coisa desaforada” ao sugerir novas tarifas contra o Brasil enquanto os dois países negociam.

Isso não impede, no entanto, encontros ou conversas telefônicas entre os dois. Após o breve encontro na ONU, em setembro de 2025, os dois se encontrariam novamente no mês seguinte em Kuala Lumpur, na Malásia, onde ocorria a cúpula da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean).

Na ocasião, Trump se disse “honrado” por encontrar o presidente brasileiro. Mas nenhum acordo foi anunciado.

O último encontro entre os dois ocorreu em maio deste ano, em Washington. No encontro, Lula procurou explicar que os Estados Unidos têm superávit na relação comercial com o Brasil e que não há “prática desleal” na relação comercial. Levou documentos e acertou com seu homólogo uma mesa de negociação entre as equipes dos dois governos.

A reunião durou mais de três horas. Lula também expôs as medidas do Brasil contra o crime organizado, numa tentativa de evitar a designação de facções brasileiras como terroristas, o que ocorreria dias depois.

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Em abril, Brasil e Estados Unidos já haviam anunciado um acordo de cooperação mútua visando combater o tráfico internacional de armas e drogas.

Além de encontros presenciais, os dois já conversaram por telefone ao menos quatro vezes. A última dessas conversas, e a mais longa, com 1h20 de duração, ocorreu em agosto. A iniciativa partiu do presidente brasileiro e a ideia era retomar as negociações comerciais e discutir a contenção de conflitos internacionais.

Ambos estarão juntos novamente na 81ª Assembleia Geral da ONU, em Nova York, na próxima terça-feira (22). Lula, como presidente do Brasil, é responsável por abrir o Debate Geral, seguido do discurso do presidente dos Estados Unidos.

Não há, entretanto, nenhum encontro bilateral marcado entre eles.

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