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Inmet prevê chuvas e queda de temperatura para esta segunda-feira

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê para esta segunda-feira (15) pancadas de chuva com possibilidade de granizo nos estados do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e São Paulo. Para a Região Nordeste, haverá possibilidade de chuva isolada na faixa litorânea. Para a Região Sul, haverá quedas nas temperaturas e ocorrência de geadas.

 Sudeste

Nesta segunda-feira (15), as pancadas de chuva voltam a ganhar abrangência e atingem grande parte da região, com exceção apenas do extremo norte de Minas Gerais e o oeste de São Paulo, onde há previsão de chuva isolada.

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Além da chuva, o avanço de uma massa de ar frio contribuirá para a queda das temperaturas, especialmente em São Paulo e no sul de Minas Gerais. As mínimas devem variar entre 14°C e 16°C nessas áreas, enquanto os maiores valores máximos permanecem concentrados no noroeste mineiro, com temperaturas entre 30°C e 32°C.

Entre as capitais, São Paulo será o destaque pelo frio mais intenso, com previsão de máxima em torno de 15°C hoje.

Sul

A previsão do Inmet indica chuvas isoladas sobre o Paraná apenas, enquanto o tempo permanece firme em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, com variação entre poucas nuvens e céu claro.

O principal destaque será o declínio das temperaturas ao longo dos próximos dias. As condições também favorecem a formação de geada em áreas centrais de Santa Catarina e do Paraná, além da porção centro-sul do Rio Grande do Sul.

Nas capitais, Porto Alegre terá redução gradual das temperaturas, com mínima de 9°C nesta segunda-feira. Em Florianópolis, as mínimas variam de 16°C para 14°C, enquanto as máximas recuam de 22°C para 16°C. Já Curitiba deverá registrar os menores valores entre as capitais da região, com mínimas próximas de 8°C e máximas entre 15°C e 17°C no início da semana.

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Nordeste

A maior parte do Nordeste fica hoje sem previsão de chuva, com pancadas e trovoadas previstas somente para o noroeste do Maranhão e sul da Bahia. Há possibilidade de chuva para a faixa litorânea de Alagoas à Paraíba.

As temperaturas mínimas e máximas variam entre 20 °C e 33 °C na maior parte da região, com destaque para mínimas de 15 °C no interior da Bahia e máximas que podem chegar a 37 °C no interior do Piauí e oeste dos estados do Rio Grande do Norte, Paraíba e Bahia.

Em Teresina, as temperaturas devem variar entre 24 °C e 37 °C ao longo dos próximos dias. Para Recife, as mínimas e máximas serão de 22 °C a 30 °C, enquanto em Salvador os valores ficarão entre 21 °C e 29 °C.

Centro-Oeste

Hoje, as condições de chuva diminuem na maior parte da região, com ocorrência com maior severidade apenas no centro e sul de Goiás, com possibilidade de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas. Para o Distrito Federal, há baixa possibilidade de chuvas isoladas.

As temperaturas máximas terão valores de até 37°C no norte de Mato Grosso. Para os outros estados as máximas variam entre 34°C e 36°C. No Distrito Federal, haverá ligeiro aumento das temperaturas máximas, com valores de até 28°C.  

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Norte

Nesta segunda-feira, as pancadas de chuva devem persistir em toda a região, exceto no estado do Tocantins, onde a previsão é de tempo firme com nebulosidade variável. Há pequena possibilidade de chuva no extremo norte do estado.

As temperaturas estarão dentro da normalidade, variando entre 23 °C e 30 °C na maior parte da região. No sul do Pará e no Tocantins, as máximas devem chegar a valores mais elevados, por volta dos 35 °C.

Repórter do NEWS Roraima, com foco em política, cotidiano e direitos sociais. Acompanha de perto os fatos que moldam a realidade local. Busca sempre o relato humano por trás das notícias. Informação com agilidade e credibilidade.

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Mercado financeiro eleva previsão da Selic para 13,75% ao ano

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Pela segunda semana seguida, às vésperas da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), o mercado financeiro elevou a estimativa para a taxa básica de juros, a Selic. A previsão dos analistas para os juros, até o final de 2026, passou de 13,5% ao ano para 13,75% ao ano.

A informação está no boletim Focus desta segunda-feira (16), pesquisa divulgada semanalmente pelo BC com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

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Para 2027 e 2028, a projeção é que a Selic seja reduzida para 12% ao ano e 10,25% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa, que é o principal instrumento do BC para controlar a inflação, deve chegar a 10% ao ano.

O Copom faz, nesta semana, nova reunião para decidir sobre a Selic e a previsão do mercado financeiro é que ela seja mantida em 14,5% ao ano neste encontro. Na última reunião, em abril, por unanimidade, o colegiado reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, pela segunda vez seguida, apesar das tensões em torno da guerra no Oriente Médio.

De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos. O Copom voltou a cortar os juros num cenário de queda da inflação, no entanto, a guerra no Oriente Médio impactou a economia do país, com o aumento dos preços de combustíveis e de alimentos pressionando a inflação.

A reunião do Copom ocorre nesta terça (16) e quarta-feira (17).

Quando a Taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, o que causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

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Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Inflação

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, passou de 5,11% para 5,3% este ano. Com as pressões econômicas da guerra no Oriente Médio, a previsão para o IPCA deste ano foi elevada pela décima quarta semana seguida, estourando o intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC.

Estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.

Em maio, o preço dos alimentos pressionou a inflação oficial, que fechou em 0,58%. O IPCA acumulado em 12 meses ficou em 4,72%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), já fora do teto da meta de inflação.

Para 2027, a projeção da inflação passou de 4,03% para 4,1%. Para 2028 e 2029, as estimativas são de 3,68% e 3,5%, respectivamente.

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PIB e câmbio

Nesta edição do boletim do Banco Central, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano saiu de 1,91% para 1,96%. Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) permanece em 1,7%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.

No primeiro trimestre de 2026, a economia do país cresceu ​1,1% na comparação com o último trimestre de 2025. No acumulado de 12 meses, houve expansão de 2%, de acordo com o IBGE.

Em 2025, a economia brasileira cresceu 2,3%, com expansão em todos os setores e destaque para a agropecuária. O resultado representa o quinto ano seguido de crescimento.

No Focus desta semana, a previsão da cotação do dólar está em R$ 5,20 para o final deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,25.

 

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Governo repassa R$ 337 milhões para combate a incêndios e desmatamento

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Medida Provisória publicada nesta segunda-feira (15) destinará R$ 337,5 milhões para ações de combate ao desmatamento, prevenção de incêndios e fiscalização ambiental.

Desse total, R$ 194,4 milhões serão destinados ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), e R$ 143,1 milhões vão para o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

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No âmbito do Ibama, a maior parte dos recursos — cerca de R$ 149,3 milhões — será aplicada em ações de prevenção e controle de incêndios florestais em áreas federais prioritárias. A estimativa é de ampliação da área protegida em mais de 148 mil quilômetros quadrados.

Outros R$ 45,1 milhões serão destinados a atividades de controle e fiscalização ambiental, com previsão de incremento no número de ações em todo o território nacional.

Unidades de conservação

O ICMBio receberá recursos para intensificar as ações de fiscalização ambiental e de prevenção e combate a incêndios florestais em unidades de conservação. O montante prevê aquisição de equipamentos e reforço da estrutura operacional.

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Anvisa mantém suspensão de lotes de produtos Ypê

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) manteve suspensa a comercialização, distribuição e uso de lotes específicos de produtos Ypê. A medida publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (15) se aplica a desinfetantes, detergentes e lava-roupas líquidos. 

Segundo a Anvisa, a ação foi motivada pelo descumprimento de requisitos previstos na RDC nº 47/2013, identificado durante inspeção sanitária realizada entre os dias 27 e 30 de abril de 2026.

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Lotes afetados

  • Desinfetantes Bak Ypê e Pinho Ypê: suspensos todos os lotes com final 1 fabricados antes de 1º de março de 2026;
  • Detergentes lava-louças (incluindo versões com enzimas ativas, toque suave, concentrado e linhas clear e green): suspensos todos os lotes com final 1 fabricados antes de 1º de março de 2026;
  • Lava-roupas (Tixan Ypê e Ypê líquido – antibac, coco e baunilha, premium): suspensos todos os lotes com final 1 fabricados antes de 1º de abril de 2026.

Análises e restrição

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De acordo com a agência, os laudos apresentados pela empresa indicaram resultados satisfatórios para os produtos fabricados após essas datas, o que levou à restrição da medida apenas aos lotes mais antigos.

Para desinfetantes e detergentes, foram considerados adequados os produtos fabricados entre 1º e 31 de março de 2026. Já no caso dos lava-roupas, os testes demonstraram conformidade para os itens produzidos entre 1º de abril e 7 de maio de 2026.

Monitoramento no mercado

A agência informou ainda que os produtos atingidos que já tenham sido distribuídos e estejam disponíveis no mercado devem seguir as tratativas acordadas com a empresa quanto à manutenção de ações de monitoramento sanitário.

Entenda o caso

A crise começou no dia 7 de maio, quando a Anvisa determinou a suspensão de mais de 100 lotes de produtos da Ypê após identificar falhas consideradas graves nos processos de fabricação da unidade de Amparo.

A fiscalização encontrou 76 irregularidades sanitárias e apontou risco de contaminação microbiológica nos produtos fabricados na planta industrial.

O caso ganhou ainda mais atenção porque a empresa já havia registrado, em novembro de 2025, um episódio de contaminação microbiológica envolvendo a bactéria Pseudomonas aeruginosa em produtos da linha lava-roupas.

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Bactéria

A Pseudomonas aeruginosa é uma bactéria comum no ambiente e pode ser encontrada na água, no solo e em locais úmidos. Em pessoas saudáveis, normalmente não causa problemas graves.

No entanto, ela pode provocar infecções em pessoas com imunidade baixa, como pacientes em tratamento contra câncer, transplantados, idosos e pessoas com doenças que afetam o sistema imunológico.

Por isso, a Anvisa classificou as medidas adotadas como preventivas para evitar riscos à saúde da população.

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