Roraima
ALICE NO PAÍS DO CCJUV
Centro de Convivência da Juventude da ALERR prepara apresentação do clássico infantil em homenagem ao Dia da Bailarina
O espetáculo que acontece no dia 24 de outubro no Centro Amazônico de Fronteiras (CAF), está em fase final de preparação
Último ensaio também foi momento para ajustes no figurino do elenco
O Centro de Convivência da Juventude (CCJuv) da Assembleia Legislativa de Roraima está alinhando os últimos detalhes para a apresentação do espetáculo Alice no País das Maravilhas, e as expectativas estão nas alturas para o grande dia. Neste sábado (17), aconteceu o último grande ensaio com 171 alunos das modalidades balé e ginástica rítmica que vão compor o elenco de uma das histórias do clássico dos contos infantis.
O espetáculo que acontece no dia 24 de outubro no Centro Amazônico de Fronteiras (CAF)
Serão duas sessões com elencos distintos, e neste ano tem um desafio ainda maior para as crianças e adolescentes participantes, com a inclusão de cenas teatrais com diálogos entre personagens.
“É uma experiência nova, a gente introduziu esse ano. Embora eu ache que o nível de dificuldade seja maior, porque a gente tem crianças pequenas ainda e adolescentes, mas eles têm se saído muito bem nos ensaios. Essa interação com o público, com o palco, ela é muito importante, porque desperta a autoconfiança” comentou a Superintendente de Programas Especiais da Assembleia Legislativa, Marilia Pinto.
“Essa interação com o público, com o palco, ela é muito importante, porque desperta a autoconfiança”, disse a Superintendente de Programas Especiais da ALERR, Marília Pinto.
Foram 10 dias para criação das coreografias e pouco mais de um mês para ensaios e refinamentos do material que será apresentado no próximo sábado. Um processo que, segundo os professores, é gratificante e cheio de expectativas, mas que nunca deve deixar de ser divertido, como reforça a professora de balé, Isnaira Menezes. “Além de apresentarem, que elas possam curtir o momento único de apresentação que o projeto proporciona para elas. Que elas venham também se divertir e aproveitar esse grande dia”.
“Além de apresentarem, que elas possam curtir o momento único de apresentação que o projeto proporciona para elas”, disse a professora de balé, Isnaira Menezes.
Aluna de balé há 4 anos, Ana Clara Gomes irá encarar sua primeira protagonista em um espetáculo, contracenando como a Rainha Branca. “Pra mim tá sendo uma honra, de verdade. É uma experiência incrível pra minha carreira, além de proporcionar muita experiência de palco. A produção tá sendo muito incrível, eu ensaio todos os dias pra chegar no dia do show e arrasar”, comentou a aluna.
Quem está ansiosa para o espetáculo é Jheane Vitória Gondim, que também fará sua estreia em um elenco principal como a Rainha Vermelha. A estudante de 13 anos já está no mundo do balé há 6, e em 2026 subiu para a turma intermediária, onde conseguiu o papel de destaque.
“Pra mim tá sendo uma honra, de verdade. É uma experiência incrível pra minha carreira”, celebrou Ana Clara Gomes, a Rainha Branca.
“Eu tô me sentindo muito feliz. O espetáculo promete muito, as coreografias tão muito lindas. Teve uma grande preparação para esse espetáculo e eu tô dando o meu máximo em todos os ensaios. É minha primeira vez sendo protagonista e eu tô amando. É a melhor experiência do mundo”.
Teve uma grande preparação para esse espetáculo e eu tô dando o meu máximo em todos os ensaios, comentou Jheane Vitória Gondim, a Rainha Vermelha.
O fim de semana foi dedicado aos últimos detalhes, incluindo a conversa com os responsáveis sobre o grande dia, para garantir que tudo aconteça conforme o planejado.
“Hoje tudo o que a gente programou foi o ensaio com todos os elencos, a prova dos figurinos pra alguns ajustes e a entrega das pulseiras que vão dar acesso ao espetáculo.” afirmou a diretora executiva do CCJuv, Claudimar Costa.
“Hoje tudo o que a gente programou foi o ensaio com todos os elencos, a prova dos figurinos pra alguns ajustes e a entrega das pulseiras que vão dar acesso ao espetáculo.” explicou a diretora executiva do CCJuv, Claudimar Costa
Além das duas sessões presenciais, às 17h e 19h, o espetáculo também será transmitido ao vivo pela TV Assembleia no canal 57.1 e na página do YouTube @assembleiarr.
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Roraima
ALICE NO PAÍS DO CCJUV Centro de Convivência da Juventude da ALERR prepara apresentação do clássico infantil em homenagem ao Dia da Bailarina
O espetáculo que acontece no dia 24 de outubro no Centro Amazônico de Fronteiras (CAF), está em fase final de preparação
O Centro de Convivência da Juventude (CCJuv) da Assembleia Legislativa de Roraima está alinhando os últimos detalhes para a apresentação do espetáculo Alice no País das Maravilhas, e as expectativas estão nas alturas para o grande dia. Neste sábado (17), aconteceu o último grande ensaio com 171 alunos das modalidades balé e ginástica rítmica que vão compor o elenco de uma das histórias do clássico dos contos infantis.
O espetáculo que acontece no dia 24 de outubro no Centro Amazônico de Fronteiras (CAF)
Serão duas sessões com elencos distintos, e neste ano tem um desafio ainda maior para as crianças e adolescentes participantes, com a inclusão de cenas teatrais com diálogos entre personagens.
“É uma experiência nova, a gente introduziu esse ano. Embora eu ache que o nível de dificuldade seja maior, porque a gente tem crianças pequenas ainda e adolescentes, mas eles têm se saído muito bem nos ensaios. Essa interação com o público, com o palco, ela é muito importante, porque desperta a autoconfiança” comentou a Superintendente de Programas Especiais da Assembleia Legislativa, Marilia Pinto.
“Essa interação com o público, com o palco, ela é muito importante, porque desperta a autoconfiança”, disse a Superintendente de Programas Especiais da ALERR, Marília Pinto.
Foram 10 dias para criação das coreografias e pouco mais de um mês para ensaios e refinamentos do material que será apresentado no próximo sábado. Um processo que, segundo os professores, é gratificante e cheio de expectativas, mas que nunca deve deixar de ser divertido, como reforça a professora de balé, Isnaira Menezes. “Além de apresentarem, que elas possam curtir o momento único de apresentação que o projeto proporciona para elas. Que elas venham também se divertir e aproveitar esse grande dia”.
“Além de apresentarem, que elas possam curtir o momento único de apresentação que o projeto proporciona para elas”, disse a professora de balé, Isnaira Menezes.
Aluna de balé há 4 anos, Ana Clara Gomes irá encarar sua primeira protagonista em um espetáculo, contracenando como a Rainha Branca. “Pra mim tá sendo uma honra, de verdade. É uma experiência incrível pra minha carreira, além de proporcionar muita experiência de palco. A produção tá sendo muito incrível, eu ensaio todos os dias pra chegar no dia do show e arrasar”, comentou a aluna.
Quem está ansiosa para o espetáculo é Jheane Vitória Gondim, que também fará sua estreia em um elenco principal como a Rainha Vermelha. A estudante de 13 anos já está no mundo do balé há 6, e em 2026 subiu para a turma intermediária, onde conseguiu o papel de destaque.
“Pra mim tá sendo uma honra, de verdade. É uma experiência incrível pra minha carreira”, celebrou Ana Clara Gomes, a Rainha Branca.
“Eu tô me sentindo muito feliz. O espetáculo promete muito, as coreografias tão muito lindas. Teve uma grande preparação para esse espetáculo e eu tô dando o meu máximo em todos os ensaios. É minha primeira vez sendo protagonista e eu tô amando. É a melhor experiência do mundo”.
Teve uma grande preparação para esse espetáculo e eu tô dando o meu máximo em todos os ensaios, comentou Jheane Vitória Gondim, a Rainha Vermelha.
O fim de semana foi dedicado aos últimos detalhes, incluindo a conversa com os responsáveis sobre o grande dia, para garantir que tudo aconteça conforme o planejado.
“Hoje tudo o que a gente programou foi o ensaio com todos os elencos, a prova dos figurinos pra alguns ajustes e a entrega das pulseiras que vão dar acesso ao espetáculo.” afirmou a diretora executiva do CCJuv, Claudimar Costa.
“Hoje tudo o que a gente programou foi o ensaio com todos os elencos, a prova dos figurinos pra alguns ajustes e a entrega das pulseiras que vão dar acesso ao espetáculo.” explicou a diretora executiva do CCJuv, Claudimar Costa
Além das duas sessões presenciais, às 17h e 19h, o espetáculo também será transmitido ao vivo pela TV Assembleia no canal 57.1 e na página do YouTube @assembleiarr.
Texto: Fernanda Fernandes
Fotos: Marley Lima
SupCom ALERR
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Roraima
OUTUBRO ROSA ALERR fortalece políticas de prevenção e diagnóstico do câncer de mama
Leis estaduais ampliam o acesso à mamografia, à reconstrução mamária e ao atendimento especializado
A prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama estão entre os objetivos de leis aprovadas pela Assembleia Legislativa de Roraima (ALERR), que buscam ampliar o acesso das mulheres aos exames, ao tratamento e ao acolhimento durante o enfrentamento da doença. As medidas fortalecem as políticas públicas de saúde da mulher e ganham destaque durante o Outubro Rosa, campanha de conscientização sobre a importância dos cuidados preventivos.
Entre as principais normas está a Lei Ordinária nº 1.891/2023, que instituiu o Programa de Apoio à Saúde da Mulher e prevê a realização de mamografia em até 30 dias após a solicitação médica. A Lei nº 1.863/2023 estabeleceu a Política Estadual de Prevenção, Detecção Precoce e Início de Tratamento do Câncer de Mama, com o objetivo de organizar e fortalecer a assistência às pacientes em Roraima.
A Lei nº 1.379/2020 prevê dispensa das atividades para a realização de exames preventivos de câncer de mama e do colo do útero. Já a Lei nº 1.596/2021 determina a oferta de mamografias em equipamentos adaptados para mulheres com deficiência e outras necessidades especiais.
O apoio do Legislativo roraimense não se restringe ao acesso a exames. A Lei nº 1.289/2018 trata de procedimentos para a realização de cirurgia plástica reparadora da mama pela rede estadual de saúde, nos casos de mutilação decorrente do tratamento do câncer. A Lei nº 1.353/2019 assegura o direito à informação sobre a possibilidade de reconstrução mamária.
Outra iniciativa é a Lei nº 1.798/2023 incentiva a divulgação de programas de doação de cabelos para pacientes em tratamento oncológico. As normas integram as políticas de prevenção, assistência e apoio à autoestima das mulheres.
Informação e acesso aos serviços
O acesso à informação e aos exames é fundamental para identificar alterações e iniciar o tratamento no momento adequado. A diretora da Secretaria Especial da Mulher, Glauci Gembro, destaca que a instituição promove ações de orientação e prevenção e leva a carreta da mulher a diferentes regiões do estado, facilitando o acesso aos exames.
“Quanto mais precoce for esse diagnóstico, mais chances de cura essa mulher tem”, ressalta Glauci. Ela também destaca o apoio oferecido às mulheres que enfrentam a doença, incluindo a distribuição de lenços e perucas, que contribuem para a autoestima durante o tratamento.
Outra instituição de apoio é o Centro de Referência de Saúde da Mulher. A diretora técnica Renatta Azevedo explica que a unidade oferece atendimento aberto ao público, com acolhimento, orientações e consultas. Quando necessário, os profissionais solicitam exames complementares para investigar possíveis alterações no organismo da paciente.
Segundo Renatta, o centro realiza cerca de 24 atendimentos clínicos e 44 mamografias por dia. A recomendação é que as mulheres mantenham o acompanhamento de saúde e procurem atendimento diante de qualquer alteração nas mamas.
Diagnóstico que mudou a vida de Salete
Aos 58 anos, Salete Mendes Macedo recebeu o diagnóstico de câncer de mama após realizar uma mamografia de rotina. Hoje, aos 62 anos, a dona de casa está em remissão há quatro anos e compartilha a própria história para incentivar outras mulheres a não adiarem os cuidados com a saúde.
Salete conta que acreditava que o exame não apontaria alterações. Oito dias depois da mamografia, recebeu uma ligação do Hospital de Amor, em Boa Vista, para retornar à unidade. Na investigação, passou por ultrassonografia e biópsia, que confirmaram o diagnóstico.
O nódulo media cinco centímetros, e a equipe médica optou por iniciar o tratamento com quimioterapia, na tentativa de reduzir a lesão e preservar a mama. Salete realizou 22 sessões no Centro de Oncológico de Roraima e, posteriormente, passou por uma cirurgia para retirada de parte da mama. Mesmo após o resultado negativo para a presença de células cancerígenas no material analisado, precisou viajar para Porto Velho, onde realizou 30 sessões de radioterapia.
Ao recordar o período, ela conta que a possibilidade de perder a mama foi um dos momentos mais difíceis. “Eu perdi todo meu cabelo, mas chorei mais quando falaram que iam retirar minha mama. Para mim, parecia que estavam tirando um pedaço que não ia voltar mais”, lembra.
Atualmente, Salete continua em acompanhamento médico e realiza os exames solicitados pela equipe responsável. A experiência também mudou a forma como enxerga a própria história e a importância de falar abertamente sobre a doença. “Eu me sinto muito agradecida a Deus. Hoje eu me sinto vitoriosa”, afirma.
Conhecer o próprio corpo também é prevenção
Nódulos ou endurecimento, mudanças no formato ou tamanho das mamas, retração da pele ou do mamilo, secreção pelo mamilo e alterações na pele são sinais que precisam ser avaliados por um profissional de saúde. A ausência de sintomas, porém, não elimina a necessidade de acompanhamento e exames conforme a idade, o histórico familiar e a orientação médica.
Conhecer o próprio corpo ajuda a perceber mudanças, mas o autoexame não substitui a mamografia nem a avaliação clínica. Ao identificar qualquer alteração, a mulher deve procurar uma unidade de saúde para receber orientação e, se necessário, realizar exames complementares.
A legislação federal também prevê ações de prevenção, detecção, tratamento e acompanhamento dos cânceres de mama, do colo do útero e colorretal no Sistema Único de Saúde (SUS), conforme a Lei nº 11.664/2008, atualizada pela Lei nº 14.335/2022.
Uma mensagem de incentivo
Ao falar sobre o câncer, Salete também lembra de familiares e amigas que enfrentaram a doença. Para ela, compartilhar sua trajetória é uma forma de alertar outras pessoas sobre a importância de procurar ajuda e seguir as orientações médicas.
“Não é vergonhoso dizer que tem câncer. Você não adquire o câncer porque quer. O que eu digo é para se cuidar e buscar um médico enquanto é tempo”, aconselha.
Texto: Bárbara Carvalho
Fotos: Nonato Sousa/ Jader Souza/ Marley Lima
SupCom ALERR – 16.10.2026
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Roraima
BRINCAR E APRENDER Teamarr desenvolve atividades especiais em alusão ao Dia das Crianças
Programação reúne ações educativas e terapêuticas voltadas ao desenvolvimento e à autonomia
Brincadeiras, pinturas, jogos e atividades de interação ganham um significado especial quando utilizadas como ferramentas de aprendizagem. Durante a semana do Dia das Crianças, o Centro de Acolhimento ao Autista (Teamarr), da Assembleia Legislativa de Roraima (ALERR), desenvolve atividades lúdicas com crianças e adolescentes atendidos pelo programa, com o objetivo de estimular habilidades importantes para o desenvolvimento, socialização e a autonomia.
Com recursos utilizados durante os atendimentos, é possível trabalhar diferentes competências que também são necessárias no ambiente escolar e na convivência em grupo. A psicopedagoga Rafaella Fioravante explica que as atividades ajudam a preparar as crianças para situações do cotidiano.
“A gente trabalha com recursos que nos dão a possibilidade de trabalhar a frustração, a comunicação e atividades como recortar, colar, pintar e escrever. A criança fica mais apta a interagir em atividades escolares, em grupos de crianças e em momentos de recreação. Nesta semana, fizemos um painel de pintura para estimular a interação entre eles, trabalhando a interação com o outro, a divisão e a espera”, destaca.
E no Grupo de Habilidades Sociais do Teamarr, as crianças e adolescentes são acompanhados em situações que vão além do ambiente terapêutico. “São trabalhadas situações como passeios, ida ao mercado, espera, comunicação e convivência. A interação também social, a divisão, a conversa, tudo isso é trabalhado”, afirma a psicopedagoga.
Os resultados desse acompanhamento também são percebidos pelas próprias crianças. Aos 11 anos, Nicolas Nilo, conta que as atividades realizadas no programa contribuíram para que ele desenvolvesse suas capacidades de interação social.
“As terapias me ajudaram muito, porque antes eu nem socializava. Aqui eu também faço muitas atividades e converso com a tia”, relata.
Para as famílias, o acompanhamento representa uma oportunidade de ampliar a autonomia e o desenvolvimento das crianças com segurança. Mãe de Maria Eduarda, a fisioterapeuta Daniele Silva frisa a importância do acompanhamento contínuo oferecido pelo programa.
“Eu acredito que o projeto é de extrema importância, até para que ela possa desenvolver as suas necessidades e sua autonomia com muita segurança. O Teamarr tem sido um suporte para que as nossas crianças tenham acolhimento. Acima de tudo prestando um serviço que tem uma realidade deficiente em nosso estado”, avalia.
A programação especial da Semana do Dia das Crianças amplia as atividades que já fazem parte do acompanhamento. A diretora terapêutica do Teamarr, Ana Paula Aporta, detalha que a proposta é transformar a comemoração em uma oportunidade de aprendizado e convivência para as crianças e suas famílias.
“Os profissionais estão organizando oficinas para trabalhar coordenação motora, trabalhar atenção, comunicação e socialização. Teremos também a oficina de cupcake, circuito de atividade física com água, cabelo maluco e pinturas faciais”, adianta.
O Dia das Crianças do Teamarr também contará com um café da manhã para receber familiares e terapeutas. A ideia é proporcionar um dia divertido, alegre, com cara de criança e com oportunidade de aprendizado.
PROGRAMAÇÃO
A programação especial do Dia das Crianças será realizada em dois dias e contemplará as duas unidades do Teamarr.
Dia: 20 de outubro
Local: Polo 1
Endereço: Avenida Santos Dumont, nº 1.193, bairro São Francisco
Horário: das 8h30 às 11h30 e das 14h30 às 17h30
Dia: 21 de outubro
Local: Polo 2
Endereço: Rua Dorvalina Pessoa da Silva, nº 456, bairro Jardim Tropical
Horário: das 8h30 às 11h30 e das 14h30 às 17h30
O Teamarr integra o Programa de Atendimento Comunitário da Assembleia Legislativa de Roraima e oferece atendimento multidisciplinar a crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA).
Texto: Álvaro Sales
Fotos: Alfredo Maia
SupCom ALERR – 15.10.2026
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