Boa Vista
PRF prende três homens por transporte ilegal de migrantes na BR-401, em Boa Vista
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu, na tarde de domingo (26), três homens de 18, 24 e 55 anos por transporte ilegal de migrantes na BR-401, em Boa Vista. O grupo levava 20 pessoas de nacionalidade cubana sem a documentação exigida para entrada e permanência no país.
A abordagem ocorreu no km 13 da rodovia, após os agentes identificarem três veículos circulando em comboio e em atitude considerada suspeita. Ao receber ordem de parada, um dos carros tentou fugir, mas foi impedido pelo fluxo intenso de veículos e acabou sendo conduzido até o ponto onde estavam os outros dois automóveis.
Durante a fiscalização, os policiais constataram que todos os veículos transportavam migrantes irregulares. Os condutores, que têm relação familiar entre si, são naturais de Bonfim, município na fronteira do Brasil com a Guiana.
Os suspeitos e os migrantes foram encaminhados à Polícia Federal, em Boa Vista. Segundo a PRF, os estrangeiros receberam assistência humanitária.
Crime de migração ilegal
A promoção de migração ilegal está prevista no artigo 232-A do Código Penal Brasileiro e consiste em facilitar a entrada ou permanência irregular de estrangeiros no país com objetivo de obter vantagem econômica. A pena prevista é de dois a cinco anos de prisão.
Esse tipo de prática é recorrente em regiões de fronteira. Os responsáveis costumam ser chamados de “coiotes”, termo associado a redes que organizam o transporte e a travessia de migrantes por rotas irregulares. Além do transporte ilegal, esse tipo de atividade pode estar associado a crimes mais graves, como o tráfico de pessoas, quando há exploração dos migrantes.
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Boa Vista
Roraimense Thiago Oliveira conquista ouro e bronze na Copa Arnold de Parajiu-jitsu, em São Paulo
O paratleta roraimense Thiago Oliveira foi destaque na Copa Arnold de Parajiu-jitsu 2026, realizada no sábado (25) e domingo (26), no Expo Center Norte, em São Paulo. O lutador conquistou medalha de ouro em sua categoria e bronze na disputa do absoluto.
Natural de Boa Vista e integrante da equipe Águia Norte Team, Thiago venceu quatro lutas ao longo da competição. O resultado reforça a preparação do atleta para o Campeonato Brasileiro, que será disputado nos dias 2 e 3 de maio, em Niterói (RJ).
Após a conquista, o atleta destacou o peso das medalhas, especialmente diante dos desafios enfrentados por competidores da região Norte.
“Essas medalhas representam muito mais do que uma vitória no tatame. Para nós, do Norte, o desafio começa muito antes da luta, com a busca por apoio e as longas viagens. Ganhar em São Paulo valida todo o esforço e mostra que o nosso nível técnico é alto, independentemente da geografia”, afirmou.
Thiago também ressaltou o nível da competição e a estratégia adotada nas lutas.
“O nível técnico em São Paulo é um dos mais altos do mundo, então não existe luta fácil. Foi um evento muito estratégico, decidido nos detalhes. Essa conquista mostra que o trabalho que estamos fazendo no Norte está no caminho certo”, disse.
O atleta permanece na região Sudeste, onde finaliza a preparação para o Brasileiro de Parajiu-jitsu, em Niterói.
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Boa Vista
Empresário alvo de operação que prendeu influenciadores paga fiança e diz que atuou apenas na venda de veículos
O empresário Ruissian Ferreira Braga, de 28 anos, alvo da Operação Mantus, foi solto nesta segunda-feira (27), após pagar fiança de R$ 48.630. A ação da Polícia Civil de Roraima investiga um esquema ligado à divulgação de jogos de azar ilegais que, segundo a apuração, movimentou cerca de R$ 260 milhões em dois anos.
Ruissian havia sido preso em flagrante durante o cumprimento de mandado no bairro Caçari, em Boa Vista, após ser encontrado com um carregador contendo 48 munições de calibre .380.
Em vídeo publicado nas redes sociais, o empresário afirmou que não tem envolvimento com o esquema investigado e que sua relação com os demais alvos se limita a transações comerciais. “Eu sou vendedor, vendo carro há mais de 10 anos, e hoje a Polícia Civil do Estado de Roraima deflagrou uma operação e um mandado de busca e apreensão na minha residência. Foi tudo normal, e logo em seguida eu fui liberado após prestar esclarecimento”, disse.
Ele também declarou que sua atuação se restringe à compra e venda de bens e que a situação será esclarecida. “O delegado está ciente de todos os fatos, do que realmente é o meu envolvimento nessa situação, que é com relação à compra e venda de imóveis e de veículos aqui dentro de Boa Vista. Tudo vai ser esclarecido”, afirmou.
Ao comentar a investigação, Ruissian disse que não irá se manter em silêncio e defendeu que a responsabilidade seja apurada ao final do processo. “Se eles fizeram algum crime, eu tenho certeza que eles vão pagar. Mas até que se prove ao contrário, eles são inocentes”, declarou.
A advogada do empresário, Izadora Cristina Gomes Silva, também se manifestou nas redes sociais e afirmou que o cliente apresentou documentação das transações realizadas. “A operação que aconteceu foi mais para juntar documentação e ele foi até a delegacia prestar esclarecimento. Nós temos todos os contratos de compra e venda e toda a comprovação do que realmente aconteceu”, disse.
Segundo ela, os valores recebidos por Ruissian têm origem em negociações comerciais e a apuração está relacionada a terceiros. “Algumas transações bancárias que ele recebeu são de pessoas que estão sendo investigadas, mas a ligação dele é somente de compra e venda. A gente não sabe de onde vem o dinheiro de quem paga”, afirmou.
A defesa também ressaltou que a atividade do empresário é regular. “Não tem nada referente à loja em si ou à pessoa do Ruissian, mas sim a essas pessoas que estão ligadas à investigação”, declarou.
A operação
A Operação Mantus foi deflagrada pela Delegacia Especial de Repressão aos Crimes Cibernéticos e cumpriu mandados de prisão e busca em diversos bairros de Boa Vista, além de uma ação no estado de Goiás. O foco é a atuação de influenciadores digitais na divulgação do chamado “jogo do tigrinho”.
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Boa Vista
Mutirão de saúde indígena do Hospital Universitário da UFRR prevê mais de 300 atendimentos até o fim do mês
O Hospital Universitário da Universidade Federal de Roraima (HU-UFRR), vinculado à Rede HU Brasil, promove até dia 30 deste mês o terceiro mutirão de saúde indígena. A iniciativa amplia o acesso de comunidades indígenas a consultas e exames especializados, beneficiando pacientes dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs) e das Casas de Saúde Indígena (Casais) Yanomami e Leste de Roraima.
Durante a ação, são ofertadas consultas com especialistas e exames diversos. A previsão é que ao final do mutirão sejam realizados mais de 300 atendimentos distribuídos em cerca de 160 consultas nas especialidades de gastroenterologia (37), neurologia (13), otorrinolaringologia (27), cirurgia geral (39), cardiologia (44) e cerca de 158 exames: eletrocardiograma (20), mapa (6), tomografia (16), radiografia (24), ultrassonografia (36), laboratoriais (56). Todos os pacientes que serão atendidos no mutirão já estavam aguardando na fila do Sistema de Regulação Estadual (SISREG).
A chefe da Unidade de Retaguarda Hospitalar dos Povos Indígenas do HU-UFRR/HU Brasil, Marcelle Collyer, falou dos atendimentos. “Essa mobilização tem por objetivo diminuir as filas de atendimento, contribuindo para a melhoria da saúde indígena em Roraima. Nossa expectativa é realizar cerca de 230 atendimentos entre consultas”, destacou.
Sobre a HU Brasil
O Hospital Universitário da Universidade Federal de Roraima (HU-UFRR) faz parte da Rede HU Brasil desde 2024. Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a HU Brasil foi criada em 2011 e, atualmente, administra 45 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência.
Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo em que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação.
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