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Petrobras avalia cenários para possível atuação no petróleo da Venezuela

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A Petrobras passou a ser citada, nos últimos dias, em análises sobre uma eventual retomada de projetos ligados ao petróleo da Venezuela, movimento que ocorre em meio a mudanças no cenário geopolítico e à reavaliação das sanções internacionais impostas ao país vizinho. Técnicos da Petrobras já foram enviados à Venezuela para avaliar campos de exploração e estudar uma eventual retomada da presença brasileira no país.

A Venezuela concentra uma das maiores reservas comprovadas de petróleo do mundo, mas enfrenta há anos forte queda na produção, causada por problemas estruturais, restrições financeiras e limitações impostas por sanções econômicas. Com isso, qualquer possibilidade de participação de empresas estrangeiras tem sido tratada, até o momento, como hipótese em análise, e não como decisão formal.

No caso da Petrobras, o debate surge a partir da necessidade recorrente de recomposição de reservas e diversificação de ativos exploratórios. Especialistas ouvidos em análises de mercado apontam que a estatal brasileira, assim como outras grandes petroleiras, acompanha com atenção movimentos que possam alterar o acesso a grandes volumes de óleo, especialmente em regiões próximas ao Brasil.

Entretanto, a eventual exploração do petróleo venezuelano depende de variáveis externas relevantes. Entre elas estão a posição dos Estados Unidos, que controlam parte das autorizações internacionais para atuação no setor energético da Venezuela, além das condições regulatórias e operacionais locais. Sem garantias de estabilidade jurídica e previsibilidade contratual, projetos desse tipo tendem a permanecer apenas no campo das discussões estratégicas.

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Outro ponto considerado nas análises é o impacto que uma retomada mais ampla da produção venezuelana poderia ter sobre o mercado internacional de petróleo. Um aumento significativo da oferta global pode influenciar preços e margens, fator que entra no cálculo de qualquer empresa do setor antes de assumir novos compromissos de investimento.

Até o momento, não há anúncio oficial da Petrobras sobre projetos em execução ou contratos firmados na Venezuela. As informações disponíveis indicam que o tema está restrito a avaliações preliminares e cenários prospectivos, acompanhando movimentos internacionais e decisões de grandes potências sobre o futuro do setor petrolífero venezuelano.

Assim, o eventual interesse da Petrobras no petróleo da Venezuela permanece no campo das hipóteses, condicionado a fatores políticos, econômicos e regulatórios que ainda estão em definição no cenário internacional.

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Sine Roraima oferta 154 vagas de emprego nesta segunda-feira (25)

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O Sistema Nacional de Emprego em Roraima disponibiliza 154 vagas de trabalho nesta segunda-feira (25). As oportunidades são ofertadas pela Secretaria do Trabalho e Bem-Estar Social, por meio do Sine Roraima Casa do Trabalhador.

Vagas ofertadas

  • Ajudante de carga e descarga de mercadoria
  • Agente de limpeza
  • Agente administrativo
  • Ajudante de cozinha
  • Ajudante de obras
  • Assistente de correspondente bancário
  • Assistente administrativo na área de licitações
  • Atendente de lanchonete
  • Auxiliar de armazenamento
  • Auxiliar de limpeza
  • Auxiliar de padeiro
  • Auxiliar de lavanderia
  • Auxiliar de departamento pessoal (RH)
  • Auxiliar de estoque
  • Borracheiro hidráulico
  • Bombeiro auxiliar
  • Carpinteiro
  • Controlador de entrada e saída
  • Costureiro em geral
  • Cozinheiro de restaurante
  • Empregada doméstica
  • Faxineiro
  • Fiscal de caixa
  • Frentista
  • Jardineiro
  • Leitor de medidor de energia elétrica
  • Motorista de automóveis
  • Motorista entregador
  • Motorista operacional de guincho
  • Mecânico de automóvel
  • Oficial de serviços em manutenção de edificações
  • Operador de escavadeira
  • Operador de máquinas
  • Pedreiro
  • Vendedor no comércio de mercadorias
  • Vendedor interno
  • Vendedor externo
  • Zelador

Vagas para pessoas com deficiência

  • Agente de portaria
  • Auxiliar de limpeza
  • Estoquista
  • Merendeiro
  • Operador de caixa
  • Recepcionista atendente

Onde se candidatar

Os atendimentos do Sine/RR estão localizados nos seguintes endereços:

  1. Centro de Atendimento ao Cidadão (CEAC) Casa do Trabalhador — Rua Pavão, 206, bairro Mecejana, ao lado da Setrabes. Atendimento de segunda-feira a sexta-feira, das 07h30 às 13h30 e das 14h às 17h30.
  2. Centro de Atendimento Social (CAS Vila Jardim) — Residencial Vila Jardim. Atendimento de segunda-feira a sexta-feira, das 07h30 às 13h30 e das 15h30 às 17h30.
  3. Casa do Cidadão (Casa Amarela) — Rua Izídio Galdino da Silva, 2469, bairro Senador Hélio Campos. Atendimento de segunda-feira a sexta-feira, das 07h30 às 13h30.

Documentos necessários

Para se candidatar, é necessário apresentar documento de identidade, CPF, Carteira de Trabalho, comprovante de residência e currículo atualizado. Para vagas que exigem qualificação específica, é preciso apresentar documentação comprobatória.

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Duas pontes são arrastadas pela força das águas e isolam comunidades indígenas em Bonfim

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Duas pontes foram arrastadas pela força das águas na região do Tacutu, em Bonfim, devido às fortes chuvas que atingem Roraima nos últimos dias. O rompimento das estruturas deixou comunidades indígenas isoladas e sem acesso terrestre.

Os danos foram registrados na comunidade indígena Jacamim, onde moradores passaram a enfrentar dificuldades de deslocamento, abastecimento e transporte de mantimentos após a destruição das estruturas de madeira usadas na ligação entre localidades da região.

Entre as comunidades afetadas estão Jacamim, Marupá, Ponto 5, Wapum e Água Boa. Em um vídeo divulgado nas redes sociais, um morador relata a situação enfrentada por quem tenta sair da área atingida.

“Diretamente daqui do rio Camaleão, tentando ir para Vila Vilhena, porém não dá para passar. Agora ficamos ilhados”, afirmou.

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Veja o vídeo:

Defesa Civil atua na região 

Por meio de nota, o Governo de Roraima informou que enviou, no sábado (23), equipes da Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil para apoiar os trabalhos no município. Bombeiros militares e brigadistas atuam em conjunto com a brigada municipal nos pontos afetados pelas chuvas.

Segundo o governo, as equipes realizam serviços de baldeação em dois trechos da comunidade onde houve rompimento das pontes, permitindo a travessia controlada de moradores e o transporte de mantimentos.

Técnicos também fazem avaliação da situação para definir novas medidas emergenciais. Paralelamente, uma equipe da Secretaria Estadual de Infraestrutura esteve na comunidade para vistoriar os danos causados pelas chuvas.

De acordo com o governo, uma das pontes danificadas é antiga e não passava por manutenção recente. A Seinf informou que já iniciou o levantamento técnico necessário para elaboração do projeto de reconstrução da estrutura.

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A equipe técnica também avalia se a obra poderá ser executada ainda durante o período chuvoso. Caso sejam necessárias fundações mais complexas, os serviços deverão ser realizados após o inverno amazônico.

A Defesa Civil orientou moradores a evitarem travessias sem acompanhamento das equipes e pediu que motoristas não trafeguem em vicinais atingidas pelas chuvas quando não houver condições seguras.

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Governo quer criar crédito para garimpeiros e prevê fim do mercúrio no garimpo em até 12 anos

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O Governo Federal prepara um plano nacional para apoiar a mineração artesanal de ouro e eliminar o uso de mercúrio no garimpo em até 12 anos. A proposta, elaborada pelo Ministério de Minas e Energia, ainda será submetida à consulta pública e atende compromissos assumidos pelo Brasil na Convenção de Minamata, tratado internacional voltado ao combate da contaminação por mercúrio.

O plano prevê linhas de crédito para garimpeiros e cooperativas comprarem equipamentos considerados menos poluentes, como centrífugas e sistemas de concentração. O financiamento deve priorizar cooperativas formalizadas e envolver bancos públicos, regionais e cooperativas financeiras.

Hoje, o mercúrio é amplamente usado para separar ouro de sedimentos, mas sua utilização é ilegal no Brasil e depende de contrabando. Quando queimado ao ar livre, o metal libera vapores tóxicos que contaminam rios, peixes, solo e populações humanas. Segundo diagnóstico do MME, o garimpo artesanal no país libera entre 11,4 e 12,1 toneladas de mercúrio por ano. Cerca de 26% da produção de ouro ainda utiliza esse método.

A proposta estabelece metas graduais para acabar com o mercúrio. A previsão é reduzir os estoques em 10% nos próximos três anos, 30% em seis anos e eliminar totalmente o uso em até 12 anos.

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O plano também prevê a criação de um Cadastro Nacional de Garimpeiros para mapear trabalhadores, cooperativas e operações de mineração artesanal. O governo estima que existam cerca de 200 mil garimpeiros no país, sendo 150 mil permanentes e 50 mil flutuantes. Mais de 90% da atividade ocorre na Amazônia Legal, incluindo regiões do Pará, Mato Grosso, Rondônia e Amazonas.

Outra medida prevista é a realização de mutirões de regularização para orientar garimpeiros sobre licenciamento ambiental e formalização da atividade. Também estão previstas forças-tarefa para acelerar análises de processos de licenciamento e permissões de lavra.

O plano inclui ainda mecanismos de rastreamento e controle da circulação de mercúrio, além de programas de entrega voluntária do produto para descarte adequado.

O Ibama demonstrou preocupação com o prazo de 12 anos para eliminação do metal e defendeu uma transição mais rápida. O órgão afirmou que é necessário acelerar a adoção de novas técnicas de extração de ouro sem mercúrio.

Desde 2025, segundo o Ibama, as importações legais de mercúrio foram zeradas no Brasil após a desativação do uso do produto na indústria de cloro e soda cáustica.

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O Ministério de Minas e Energia afirmou que o objetivo do governo é reduzir e, se possível, eliminar o uso de mercúrio “no menor tempo possível”, mas destacou que o plano precisa considerar o tamanho da atividade garimpeira e a dimensão territorial do país.

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