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Corinthians anuncia Seedorf como novo técnico até dezembro de 2027

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O Corinthians anunciou neste domingo (11) a contratação do holandês Clarence Seedord, de 50 anos, como novo técnico do time masculino, até o fim da temporada de 2027. O treinador, que atuou como meio-campista do Botafogo entre 2012 e 2013, substituirá Fernando Diniz, demitido pelo clube na última quarta-feira (7), após o Timão sofre revés para o Internacional (2 a 1) em Porto Alegre, a sétima derrota seguida no Campeonato Brasileiro. O time é o 17º colocado na classificação geral, dentro da zona de rebaixmaneto (ZR).

“Assumir esse desafio é uma honra, mas também uma enorme responsabilidade. Estou aqui para dar tudo de mim e construir um time que lute por cada bola, cada minuto, cada vitória.”, disse o novo técnico, afirmou o novo técnico do Timão, atual membro do conselho de supervisão da Federação Neerlandesa de Futebol (KNVB).
 

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Seedorf se aposentou dos gramados depois de defender o Alvinegro carioca. Antes de jogar no Brasil, o meio-campista foi destaque na Europa entre o fim da década de 1990 e início dos anos 2000. Maior campeão de torneios da Uefa por diferentes clubes, Seedorf faturou ao todo quatro títulos: pelo Ajax (Países Baixos), Real Madrid (Espanha) e Milan (Itália) – neste último levantou a taça duas vezes.

E foi no Milan, que Seedorf iniciou a carreira de treinador em 2014. Depois comandou Shenzhen FC (China), Deportivo La Coruña (Espanha) e a seleção de Camarões. Apesar da experiência, Seedorf ainda não conquistou títulos como treinador.

Entusiamado com o desafio de impedir o rebaixamento do time paulista para a Série B no ano que vem, o treinador falou diretamente à torcida corintiana, em publicação nas redes sociais.

“Fala Fiel, estou muito feliz com a oportunidade de comandar um clube tão grande quanto o Corinthians. Eu me me lembro muito bem da paixão de vocês nas arquibancadas e tenho certeza que vamos precisar dese apoio para o resto do campeonato. Esses próximos jogos, com muito trabalho, vamos fazer o melhor pelo Corinthians, tá bom? Um grande abraço!”.

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Repórter do NEWS Roraima, com foco em política, cotidiano e direitos sociais. Acompanha de perto os fatos que moldam a realidade local. Busca sempre o relato humano por trás das notícias. Informação com agilidade e credibilidade.

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Henrique Marques leva ouro, o 2º do Brasil em Grand Prix de taekwond

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O atleta brasileiro de taekwondo Henrique Marques, de 22 anos, garantiu a segunda medalha de ouro do Brasil na terceira etapa do Grand Prix Series 2026, em Paris (França), com uma emocionante vitória de virada na final contra uzbeque Jasurbek Jaysunov. Além do topo do pódio no último dia de competições, Marques somou 60 pontos no ranking da Federação Internacional de Taekwondo. Atual terceiro colocado, ele deve subir duas posições e reassumir a liderança na próxima atualização da lista. O primeiro ouro do Brasil em Paris foi obtido pela paulista Maria Clara Pacheco, número 1 do mundo nos 57 kg.

Atual campeão mundial na categoria até 80 quilos, Marques perdia o primeiro round por 9 a 2 após sequência de chutes no capacete. A partir daí reagiu de forma implacável até diminuir a desvantagem para 9 a 8. Nos segundos finais, o adversário levou uma punição e Marques ganhou de virada 10 a 9. No round seguinte, o brasileiro foi dominante, fechou na frente por 4 a 2, garantindo o topo do pódio por 2 rounds a 0. 

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Nascido em Itaboraí (RJ), Marques já havia subido ao pódio nas etapas anteriores do Grand Prix. Em Roma (Itália), em junho, faturou a prata e três meses depois foi bronze em Muju (Coreia do Sul).

Para chegar à disputa final dos 80kg em Paris, Marques emplacou três vitórias seguidas. Derrotou na estreia o croata Oscar Kovacic, por 4 a 2 e depois, nas quartas de final, levou a melhor sobre o iraniano Amir Sina Bakhtiati, por 2 rounds a 0. Na semifinal, o brasileiro despachou o norte-americano Victor Rodrigues, também por 2 rounds a 0, assegurando presença na final.

Henrique Marques volta a competir nas finais do Grand Prix, em Astana (Cazaquistão), nos dias 28 e 29 de novembro.

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Flávio passa domingo reunido com prefeitos e vereadores de São Paulo

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O senador e candidato à presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, cumpriu agenda neste domingo (11) na capital paulista.  Flávio reuniu-se com prefeitos e vereadores da região da Grande São Paulo; o encontro ocorreu em um prédio na região do Vale do Anhangabaú, no centro da cidade.  

O candidato do PL estava acompanhado do governador do estado, Tarcísio de Freitas, e do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, entre outras autoridades.  

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Em seu discurso, Flávio criticou Lula e citou a queda nos juros futuros após o anúncio do resultado do primeiro turno.  

“O futuro ex-presidente da República me desafiou [sobre de quais setores eu vou] tirar R$ 250 bilhões. A primeira coisa que eu vou fazer é tirar esse cara da presidência da República. Só quando a gente virou na frente do primeiro para o segundo turno, a taxa de juros futuro já caiu 1%”, disse.  

“Cada 1% a menos de taxa de juros, vamos arredondar, são R$ 100 bilhões que foi aberto de espaço no orçamento. Só com o simples fato de o Lula sair da cadeira”, acrescentou. 

Nos últimos dias, o ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, foi mencionado como possível futuro ministro de Flávio Bolsonaro. No entanto, a gestão de Campos Neto à frente do BC, entre 2019 e 2024, foi marcada pela forte elevação da taxa de juros.  
 

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São Paulo (SP), 11/10/2026 – Candidato à presidência do Brasil, Flávio Bolsonaro, durante encontro com prefeitos. Foto: Charles Vieira/Campanha Flávio Bolsonaro

Área social 

Pelas redes sociais, Flávio Bolsonaro afirmou que os cortes de gastos públicos prometidos por ele não virão da área social. 

Flávio também nega cortes no Bolsa Família e BPC (Benefício de Prestação Continuada). “Os aposentados do Brasil vão ser valorizados, vai ter aumento acima da inflação.” 

O candidato do PL disse ainda ter certeza de que com a equipe que ele montará para o governo, conseguirá, em muito pouco tempo, fazer os cortes necessários prometidos. 

“E eu tenho certeza de que, com o time que nós vamos apresentar na parte da economia, que vai fazer um trabalho sério, que vai combater a corrupção desse governo, que vai procurar cada centavo de desperdício de dinheiro público, vamos resolver em pouquíssimo tempo (os cortes). Essa taxa de juros vai cair 2%, 3%, 4%.” 

Histórico

Parte das críticas ao plano de governo de Flávio Bolsonaro estão relacionadas às medidas implementadas no governo do seu pai, Jair Bolsonaro. Durante o mandato, ele propôs mudanças no BPC, que restringiam o acesso ao benefício, e fez alterações no Bolsa Família, instituindo o Auxílio Brasil, programa cuja execução ampliou os riscos de irregularidades, conforme auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU). 

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No Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2023, enviado ao Congresso em 2022. Nele, o governo de Jair Bolsonaro propôs uma redução de 59% nos recursos do programa Farmácia Popular, o que diminuiria a verba de R$ 2,04 bilhões para cerca de R$ 804 milhões (um corte de aproximadamente R$ 1,2 bilhão). 

A redução, porém, não foi mantida no orçamento aprovado pelo Congresso, que recompôs e ampliou os recursos destinados ao programa. 

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Derrubar canal com eleitores limita mobilização, dizem especialistas

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A decisão de derrubar o canal Exército do Lula no WhatsApp com 3,3 milhões de pessoas, que acabou revertida horas depois, limita a mobilização de eleitores no segundo turno e extrapola o combate à desinformação, avaliam especialistas em direito no ambiente digital.

A gerente de políticas públicas da organização de direitos humanos Witness, Bruna Santos, disse à Agência Brasil que a decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, foi “desproporcional” e diferente de outros entendimentos da Corte.

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Bruna Santos, especialista em direito digital e gerente de políticas públicas da organização de direitos humanos Witness – Foto: Bruna Santos/Arquivo Pessoal

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“O fato de o TSE ter considerado que esse canal não deveria existir neste momento é uma potencial tentativa de restrição de mobilização de apoiadores do presidente Lula.”

Para Bruna Santos, seria mais apropriado pedir a exclusão do conteúdo considerado falso, e não de todo o canal, avaliando que a decisão teria motivação “explicitamente política”.

“Me parece mais uma tentativa de diminuir o alcance da campanha do presidente Lula às vésperas do segundo turno do que, de fato, tentar criar uma estratégia contra a desinformação em torno desse canal”, acrescentou.

Decisão revertida

A decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, de derrubar o canal de mobilização política criado no segundo turno pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) repercutiu na campanha presidencial neste domingo (11).

O candidato Luiz Inácio Lula da Silva classificou a decisão de “intromissão indevida da Justiça Eleitoral”; Janones chamou de “censura”; e a campanha de Flávio Bolsonaro vem pedindo aos apoiadores para “combater as fakes news da esquerda”.

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Horas após a decisão de Nunes, a derrubada do canal Exército do Lula foi revertida pelo corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Vilas Bôas Cuêva, liberando o caso para o plenário do Tribunal. 

Fake news

O jornalista e especialista em tecnologia Henrique Sampaio, coordenador de redes sociais da CTRL+Z, organização que monitora as big techs, avalia que a decisão de Nunes Marques pode ter impactos sobre a liberdade de expressão e a participação política dos eleitores.

“O rótulo ‘fake news’ não pode servir de justificativa genérica para suprimir um espaço de organização orgânica e legítima durante o pleito. Mesmo que fossem comprovadas infrações pontuais, isso não justificaria automaticamente a exclusão de todo o grupo”, comentou.

Sampaio acrescentou que, mesmo comprovada a divulgação de notícia falsa, caberiam medidas menos abrangentes, como a remoção dos conteúdos específicos.

“Também é preciso esclarecer se os mesmos critérios são aplicados a grupos bolsonaristas, que sempre se mobilizaram desta forma em múltiplas plataformas”, completou.

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Decisão de Kassio

O ministro Kassio Nunes Marques cita publicações feitas por Janones antes do primeiro turno como sendo “sabidamente inverídicas”, segundo o TSE.

“[A restrição] é adstrita a estrutura que ele próprio [Janones] descreve como um exército de “soldados” que executam o que lhes é ordenado sem examinar, e se converteu em vetor de disseminação, em escala nacional, de conteúdos que esta Corte já reconheceu como desprovidos de lastro mínimo”, escreveu Marques.

Janones nega a disseminação de fake news e aponta que a decisão de Nunes Marques é uma censura contra a campanha de Lula.


Presidente do TSE, Kassio Nunes Marques – Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Entre as postagens questionadas como falsas, está uma que aponta suposto vínculo do candidato Flávio Bolsonaro (PL) com as milícias do Rio de Janeiro.

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“A imputação de que o requerente seria ‘bandido’ e teria envolvimento com milícia desborda, em juízo preliminar, os limites da crítica política regular e atinge sua honra objetiva, além de inserir no debate eleitoral premissa factual aparentemente não demonstrada”, escreveu Marques.

Os adversários do candidato apontam, entre outros elementos, a relação de Flávio com Adriano da Nóbrega, apontado como ex-chefe da milícia Escritório do Crime no Rio. Quando deputado estadual, Flávio homenageou o ex-policial e empregou no gabinete dois parentes de Adriano.

Ao decidir suspender o canal Exército do Lula, o presidente do TSE defendeu que a medida é adequada e proporcional diante do risco da desinformação em massa.

“A remoção mensagem a mensagem não protege o eleitor nesse ambiente. A atualização chega a mais de três milhões de aparelhos no instante em que é publicada; é levada aos grupos por cópia de link e de texto, fora do alcance dos limites de encaminhamento, e é apagada pelo próprio administrador depois de cumprida a ‘missão’”, escreveu.

O ministro do TSE citou ainda que as decisões proferidas contra Janones antes do primeiro turno não “interromperam a dinâmica” do deputado federal.

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“A remoção de conteúdos específicos já foi experimentada sem êxito, pois as ordens foram proferidas e cumpridas nas plataformas em que hospedados os vídeos, mas o canal seguiu distribuindo [os mesmos conteúdos]”, explicou Nunes Marques.

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