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Caetano e Bethânia estão entre finalistas de Grammy 2026 neste domingo

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Depois de meses atravessando o Brasil com casas lotadas, encontros geracionais e um repertório que atravessa décadas da música popular brasileira, Caetano Veloso e Maria Bethânia chegam neste domingo (1º) ao palco simbólico do Grammy, em Los Angeles.

Únicos brasileiros indicados nesta edição do prêmio, os irmãos concorrem na categoria Melhor Álbum de Música Global com Caetano e Bethânia Ao Vivo, registro da turnê realizada em 2024.

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A cerimônia do Grammy Awards, considerado o “Oscar da música”, acontece neste domingo, com transmissão no Brasil a partir das 21h30 (horário de Brasília).

A presença de Caetano e Bethânia entre os indicados coroa um ano marcado por reencontros afetivos com o público e pela reafirmação da força da canção brasileira no cenário internacional.

Gravado ao longo da turnê, o álbum reúne sucessos que atravessam as trajetórias individuais dos dois artistas, como Reconvexo e Vaca Profana, além de uma versão inédita de Fé, composição de Iza que ganhou nova leitura nas vozes dos irmãos.

No palco, a parceria revelou não apenas a sintonia artística construída ao longo de décadas, mas também a dimensão histórica de um encontro que mobilizou diferentes gerações de espectadores.

Retrospectiva

Esta é a sexta indicação de Caetano Veloso ao Grammy, sempre na categoria de Melhor Álbum de Música Global.

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O artista baiano venceu duas vezes: com Livro (1998) e João Voz e Violão (2000), álbum de João Gilberto que produziu.

Para Maria Bethânia, a indicação marca um feito inédito: é a primeira vez que a cantora concorre ao prêmio, em uma carreira consagrada pela crítica e pelo público, mas historicamente à margem das premiações internacionais.

 


Foto: arquivo pessoal

Milton

No ano passado, outro nome central da música brasileira também esteve entre os indicados: Milton Nascimento concorreu na categoria Melhor Álbum Vocal de Jazz com Milton + Esperanza, parceria com Esperanza Spalding. O troféu ficou com Samara Joy.

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Ao longo da carreira, Milton soma cinco indicações e uma vitória no Grammy, conquistada em 1997 com Nascimento, eleito Melhor Álbum de Música Global.

Diversidade

Na principal categoria da noite deste ano, Álbum do Ano, concorrem artistas como Bad Bunny, Justin Bieber, Sabrina Carpenter, Lady Gaga, Kendrick Lamar e Tyler, The Creator, refletindo a diversidade de estilos que marca a edição deste ano da premiação

Confira os indicados nas principais categorias GRAMMY 2026

Álbum do Ano

Debí Tirar Más Fotos — Bad Bunny
Swag — Justin Bieber
Man’s Best Friend — Sabrina Carpenter
Let God Sort ’Em Out — Clipse (Pusha T & Malice)
Mayhem — Lady Gaga
GNX — Kendrick Lamar
Mutt — Leon Thomas

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Gravação do Ano

DtMF — Bad Bunny
Manchild — Sabrina Carpenter
Anxiety — Doechii
Wildflower — Billie Eilish
Abracadabra — Lady Gaga
Luther — Kendrick Lamar & SZA
The Subway — Chappell Roan
APT. — Rosé & Bruno Mars

Música do Ano

Golden — HUNTR/X: EJAE, Audrey Nuna & Rei Ami (K-Pop Demon Hunters)
Luther — Kendrick Lamar & SZA
Manchild — Sabrina Carpenter
Wildflower — Billie Eilish
DtMF — Bad Bunny
Abracadabra — Lady Gaga
Anxiety — Doechii
APT. — Rosé & Bruno Mars

Melhor Álbum de Música Global

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“Sounds Of Kumbha” — Sounds Of Kumbha (Índia)
“No Sign of Weakness” — Burna Boy (Nigéria)
“Eclairer le monde – Light the World” — Youssou N’Dour (Senegal)
“Mind Explosion (50th Anniversary Tour Live)” — Shakti (Reino Unido/Índia)
“Chapter III: We Return To Light” — Anoushka Shankar featuring Alam Khan & Sarathy Korwar (Índia)
“Caetano e Bethânia Ao Vivo” — Caetano Veloso e Maria Bethânia

Melhor Álbum de Música Urbana

Debí Tirar Más Fotos — Bad Bunny
Mixteip — J Balvin
Ferxxo Vol. X: Sagrado — Feid
Naiki — Nicki Nicole
EUB Deluxe — Trueno
Sinfónico (En Vivo) — Yandel

Melhor Álbum de R&B

Beloved — Giveon
Why Not More? — Coco Jones
The Crown — Ledisi
Escape Room — Teyana Taylor
Mutt — Leon Thomas

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Melhor Álbum de Rap

Let God Sort ’Em Out — Clipse (Pusha T & Malice)
Glorious — GloRilla
God Does Like Ugly — JID
GNX — Kendrick Lamar
Chromakopia — Tyler, The Creator

Melhor Álbum de Rock

Private Music — Deftones
I Quit — HAIM
From Zero — Linkin Park
Never Enough — Turnstile
Idols — Yungblud

Melhor Álbum de Pop Vocal

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Swag — Justin Bieber
Man’s Best Friend — Sabrina Carpenter
Something Beautiful — Miley Cyrus
Mayhem — Lady Gaga
I’ve Tried Everything But Therapy (Part 2) — Teddy Swims

Melhor Performance Pop Solo

Daisies — Justin Bieber
Manchild — Sabrina Carpenter
Disease — Lady Gaga
The Subway — Chappell Roan
Messy — Lola Young

Melhor Performance Pop em Duo/Grupo

Defying Gravity — Cynthia Erivo & Ariana Grande
Golden — HUNTR/X (EJAE, Audrey Nuna & Rei Ami)
Gabriela — Katseye
APT. — Rosé & Bruno Mars
30 for 30 — SZA & Kendrick LamarMelhor Álbum Dance / Eletrônico
Eusexua — FKA twigs
Ten Days — Fred again..
Fancy That — PinkPantheress
Inhale / Exhale — RÜFÜS DU SOL
F** U Skrillex You Think Ur Andy Warhol But Ur Not!! <3* — Skrillex

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Música para Mídia Visual

As Alive As You Need Me To Be — Trent Reznor & Atticus Ross (Tron: Ares)
Golden — HUNTR/X (K-Pop Demon Hunters)
I Lied to You — Sinners
Never Too Late — Elton John & Brandi Carlile (Elton John: Never Too Late)

Melhor Álbum de Country Tradicional

Dollar a Day — Charley Crockett
American Romance — Lukas Nelson
Oh What a Beautiful World — Willie Nelson
Hard Headed Woman — Margo Price
Ain’t In It For My Health — Zach Top

Melhor Álbum de Country Contemporâneo

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Patterns — Kelsea Ballerini
Snipe Hunter — Tyler Childers
Evangeline vs. The Machine — Eric Church
Beautifully Broken — Jelly Roll
Postcard From Texas — Miranda Lambert

Produtor do Ano (Não-Clássico)

Dan Auerbach
Cirkut
Dijon
Blake Mills
Sounwave

Compositor do Ano (Não-Clássico)

Amy Allen
Edgar Barrera
Jessie Jo Dillon
Tobias Jesso Jr.
Laura Veltz

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Repórter do NEWS Roraima, com foco em política, cotidiano e direitos sociais. Acompanha de perto os fatos que moldam a realidade local. Busca sempre o relato humano por trás das notícias. Informação com agilidade e credibilidade.

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No Grupo D da Copa, EUA tentam usar fator casa para avançar

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Tendo como destaque um dos anfitriões da próxima Copa do Mundo, o Grupo D é um dos mais equilibrados da competição. Sendo uma das sedes do Mundial disputado entre os dias 11 de junho e 19 de julho, ao lado de México e Canadá, os Estados Unidos disputam a primeira fase do torneio com Turquia, Austrália e Paraguai.

Ao contrário de 1994, quando os norte-americanos mostraram pouco interesse no Mundial de futebol masculino, em 2026 a seleção dos Estados Unidos jogará em casa em um momento de grande desenvolvimento da modalidade, em especial pelo sucesso da Major League Soccer (liga profissional de futebol masculino). Assim, não será surpresa se a equipe comandada pelo técnico argentino Mauricio Pochettino jogar sempre com lotação esgotada.

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Sem um craque de projeção internacional, o grande nome da equipe norte-americana é o ponta Christian Pulisic. Aos 27 anos de idade, o jogador, que teve passagens por Borussia Dortmund (Alemanha) e Chelsea (Inglaterra), defende atualmente o Milan (Itália). Outro nome que merece atenção é Gio Reyna. O meia-atacante do Borussia Mönchengladbach (Alemanha) pode ser considerado o cérebro dos Estados Unidos.

O primeiro adversário dos Estados Unidos na competição será o Paraguai. A equipe do técnico argentino Gustavo Alfaro tem vários nomes que se destacam no futebol brasileiro: Gustavo Gómez (Palmeiras), Ramón Sosa (Palmeiras), Matías Villasanti (Grêmio), Damián Bobadilla (São Paulo) e Isidro Pitta (Bragantino).

Este será o nono Mundial disputado pelos Guaranis. A classificação para a Copa de 2026 veio com uma boa campanha nas Eliminatórias Sul-Americanas, na qual, em 18 partidas, sofreu apenas quatro derrotas.

Quem também chegou ao Mundial por meio das Eliminatórias foi a Austrália. Nesta Copa, a equipe comandada pelo técnico Tony Popovic conta com alguns remanescentes da seleção que chegou até às oitavas de final no Catar, em 2022, incluindo o bom goleiro Mathew Ryan, do Levante (Espanha).

O quarto componente do Grupo é a Turquia, que teve que buscar a classificação para a Copa na Repescagem Europeia, na qual eliminou a Romênia e o Kosovo. Em sua terceira participação em um mundial, as Estrelas Crescentes contarão com o ex-jogador italiano Vincenzo Montella como treinador.

A equipe conta com dois jovens muito talentosos: o meia-atacante Arda Güler, que, aos 21 anos de idade, defende o poderoso Real Madrid (Espanha), e o ponta Kenan Yıldız, que, com a mesma idade, é o camisa 10 da tradicional Juventus (Itália). A eles se junta o experiente meia Hakan Çalhanoğlu, da Inter de Milão (Itália).

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Vacinação com a Pneumo 20 pelo SUS começa em duas semanas, diz Padilha

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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou nesta quarta-feira (3) o início da vacinação com a Pneumo 20 para crianças de até 5 anos, que deve começar na segunda quinzena deste mês de junho, nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

O imunizante, uma novidade no Sistema Único de Saúde (SUS), protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, principal causadora de doenças graves como pneumonia e meningite, responsáveis por hospitalizações, sequelas e óbitos.

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Esse é o quarto imunobiológico incorporado para crianças durante a atual gestão da pasta. Na rede privada, onde a vacina já era ofertada desde o ano passado, o custo chega a mais de R$ 500 por dose.

“Nós já tomamos todos os passos necessários, inclusive nota técnica, começar a distribuição para os estados e municípios, para que já nesse mês de junho, na expectativa, estamos chamando para o começo da segunda quinzena de junho, provavelmente a partir de quinze de junho, a vacina Pneumo 20 para as crianças”, garantiu o ministro.

A vacina pneumocócica conjugada 20-valente (VPC20 ou Pneumo 20) vai substituir a 10-valente, dobrando os sorotipos prevenidos.

Doença

A doença pneumocócica é uma infecção causada pela bactéria Streptococcus pneumoniae, ou pneumococo, que pode ocasionar quadros leves, como inflamação no ouvido ou sinusite, ou graves, como pneumonia bacteriana, meningite e sepse.

Estima-se que o pneumococo seja responsável por até 50% de todos os casos de meningite bacteriana em crianças. A mortalidade nesses casos é de cerca de 30%. Além das crianças pequenas, idosos e indivíduos com comorbidades ou imunossupressão também são mais vulneráveis.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a doença pneumocócica é a maior causa de mortalidade infantil por doença prevenível. No Brasil, entre 2023 e 2025, foram registrados 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e 1,4 mil óbitos no Brasil. Entre crianças menores de 5 anos, foram 616 casos e 188 mortes no mesmo período.

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O diferencial da nova vacina, segundo o Ministério da Saúde, é justamente a ampliação da proteção imunológica, relacionadas aos sorotipos que mais causam pneumonia invasiva, especialmente os tipos 3, 6A e 19A, sendo mais abrangente do que as formulações anteriores.

A vacina também atua contra a otite média, condição que pode levar à perda auditiva e infecção generalizada quer pode levar à morte.

A distribuição das primeiras 514 mil doses já começou, de acordo com a pasta. A vacinação será iniciada à medida que os estados receberem os imunizantes e concluírem o envio aos municípios. A previsão do governo federal é disponibilizar mais de 6,1 milhões de doses ainda este ano.

Histórico da vacina

A vacinação contra a doença pneumocócica, com a VPC10, foi incluída no calendário básico infantil em 2010 e, desde então, houve redução de 60% dos casos de doença pneumocócica invasiva causada por algum dos 10 sorotipos combatidos pela vacina em crianças de até dois anos. Os casos de meningite pneumocócica na mesma faixa etária também caíram 65%.

No entanto, em anos mais recentes os casos vêm crescendo. De 2013 a 2019, o Brasil registrou uma média de 164 casos anuais de meningite pneumocócica em crianças de até 5 anos. De 2022 a 2024, a média anual subiu para 211,3 casos.

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Dados da vigilância do Ministério da Saúde mostram que quase 40% dos casos graves com amostra coletada entre 2018 e 2023 foram causados por apenas dois tipos da bactéria não prevenidos pela VPC10, mas agora incluídos na formulação da VPC20.

Grupos prioritários

O Ministério da Saúde informou que a pneumo 20 será ofertada aos seguintes grupos prioritários:

  • Crianças menores de 5 anos;
  • Povos indígenas maiores de 5 anos de idade (sem histórico vacinal com pneumo conjugada);
  • Idosos com 60 anos ou mais acamados e/ou institucionalizados;
  • Pessoas com condições clínicas especiais, atendidas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE).

Durante o período de transição para o novo imunizante, o esquema vacinal básico para a criança seguirá o seguinte modelo: uma dose da pneumo 20 aos 2 meses de idade; uma dose da pneumo 10 aos 4 meses, e uma dose de reforço da pneumo 20 aos 12 meses, respeitando o intervalo mínimo de 60 dias entre a segunda dose e o reforço.

As vacinas VPC13 e VPP23 serão utilizadas em estratégias diferenciadas até a finalização dos estoques.

Essa estratégia será mantida até o término dos estoques da Pneumo 10. Após o esgotamento dessas doses, o esquema vacinal passará a utilizar exclusivamente a Pneumo 20. Por meio da Caderneta Digital de Saúde da Criança, disponível no aplicativo Meu SUS Digital, pais, mães e responsáveis podem acompanhar, em tempo real, o histórico de vacinação.

Resultados

Nos últimos três anos, o Ministério da Saúde informou ter recuperado todas as coberturas vacinais infantis, revertendo a tendência de queda observada até 2022. A vacinação contra doenças pneumocócicas acompanhou esse avanço, com a cobertura do esquema básico passando de 90,01% em 2023 para 93,22% em 2024 e 93,45% em 2025. Em 2026, a cobertura parcial acumulada até o momento, segundo a pasta, alcança 86,33%.

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“Nós estamos com muita luta vencendo o negacionismo, vencendo a turma antivacina, recuperando a credibilidade do nosso Programa Nacional de Imunização”, declarou Padilha durante entrevista para detalhar o esquema de vacinação com a Pneumo 20.

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PL receberá maior fatia do fundo eleitoral para campanhas do TSE

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou nesta quarta-feira (3) que serão distribuídos R$ 4,9 bilhões do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) para os 30 partidos que vão disputar as eleições de outubro.

O PL vai receber R$ 881 milhões e será a legenda com a maior fatia do fundo. Em segundo lugar, está o PT, que receberá R$ 615 milhões. Em seguida, aparece o União, com R$ 526 milhões. As três legendas vão receber cerca de 40% dos recursos. 

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O repasse dos recursos está previsto na Lei das Eleições e leva em conta a divisão igualitária entre todos os partidos registrados no TSE, que levam 2% do total, mais 35% em relação aos votos obtidos na Câmara dos Deputados, mais 48% conforme o tamanho da bancada na Câmara (fusões e incorporações), além da cota de 15% pela bancada no Senado.

>> Saiba os valores recebidos por partido

O Fundo Eleitoral é repassado aos partidos em anos de eleições. O repasse foi criado pelo Congresso em 2017 após a decisão do Supremo, que, em 2015, proibiu o financiamento das campanhas por empresas privadas.

Além do Fundo Eleitoral, os partidos também contam com o Fundo Partidário, que é distribuído anualmente para manutenção das atividades administrativas.

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