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Codesaima inicia pré-cadastro para famílias das faixas 2 e 3 em Roraima

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A Codesaima (Companhia de Desenvolvimento de Roraima) iniciou nesta segunda-feira , 1º, o pré-cadastro do Censo Habitacional para famílias das faixas 2 e 3, além de manter o atendimento para a faixa 1. O processo segue critérios do Ministério das Cidades e ocorre na sede do Ierr (Instituto de Educação de Roraima), na avenida São Sebastião, 521, bairro Tancredo Neves, das 7h30 às 17h.

As faixas 2 e 3 contemplam famílias com renda mensal entre R$ 2.850,01 e R$ 8.600, sendo faixa 2 de R$ 2.850,01 a R$ 4.700 e faixa 3 de R$ 4.700,01 a R$ 8.600. O pré-cadastro para a faixa 1 segue disponível para famílias com renda de até R$ 2.850.

Estão em planejamento três conjuntos habitacionais destinados ao público das faixas 2 e 3: um no bairro Monte Cristo, com 914 unidades; outro no Jóquei Clube, com 328 apartamentos; e um terceiro no Pricumã, onde funcionava a AECO (Associação dos Empregados da Codesaima), com previsão de 192 apartamentos.

A mobilização gerada pelo programa já movimenta categorias profissionais. O Sinjoper (Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Roraima) reuniu associados para participar do pré-cadastro, após identificar grande demanda entre trabalhadores da comunicação.

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“O Sinjoper fez um censo no ano passado referente à questão da habitação e constatamos que mais de 50% desses profissionais não possuem casa própria. Fizemos uma lista de quase 80 trabalhadores e trabalhadoras da Comunicação, sendo: jornalistas, repórteres, repórteres fotográficos, trabalhadores do modo geral, e hoje estamos fazendo esse Censo Habitacional aqui no Ierr”, afirmou o presidente Paulo Thadeu.

A procura também vem de outros segmentos. O taxista Dijalma Gomes, morador de Roraima há mais de 35 anos, esteve no Ierr para se cadastrar. “Passei aqui na frente, vi o movimento, me informei e vim me inscrever. Se conseguir vai ser uma vitória”, disse ele, que é chefe de uma família de seis pessoas e nunca teve imóvel próprio em Boa Vista.

Os empreendimentos das faixas 2 e 3 terão financiamentos pela Caixa Econômica Federal, que será responsável pela seleção final dos beneficiários, definição do valor da entrada e das parcelas. A documentação exigida é mais simples do que a solicitada na faixa 1.

Documentação necessária

Faixa 1:

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•          Comprovante de inscrição no CadÚnico (NIS);

•          RG e CPF;

•          Comprovante de residência atual;

•          Comprovante de estado civil (nascimento/casamento/averbada);

•          Comprovante de renda (holerite/extrato bancário/IR);

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•          Recibo de Pagamento Autônomo (para autônomos);

•          Carteira de trabalho;

•          Certidões de nascimento/CPF dos filhos menores de 18 anos;

•          Laudo médico atualizado com identificação da doença e CID (para pessoas com deficiência).

 

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Faixas 2 e 3:

•          RG e CPF;

•          Comprovante de estado civil (certidão de nascimento ou casamento);

•          Comprovante de renda (holerite ou declaração com firma reconhecida em cartório);

•          Comprovante de endereço atualizado;

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•          Declaração de união estável com firma reconhecida (quando houver);

•          Certidão de nascimento dos filhos que residem na mesma casa.

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Repórter do NEWS Roraima, com foco em política, cotidiano e direitos sociais. Acompanha de perto os fatos que moldam a realidade local. Busca sempre o relato humano por trás das notícias. Informação com agilidade e credibilidade.

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Ex-candidata Athally Albuquerque rasga panfletos contra Flávio Bolsonaro em ato na UFRR com Marcinho Belota

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Uma controvérsia envolvendo manifestações políticas, cartazes críticos ao candidato à Presidência do Brasil, Flávio Bolsonaro (PL), e denúncias de perseguição entre estudantes terminou em um confronto verbal no bloco do curso de Direito da Universidade Federal de Roraima (UFRR), na noite de sexta-feira (16), em Boa Vista. O episódio envolveu o deputado estadual Marcinho Belota (PL), a ex-candidata a deputada federal Athally Albuquerque (Republicanos), estudantes e representantes do Centro Acadêmico de Direito (CAD).

De acordo com relatos de estudantes, materiais produzidos e financiados pelos próprios alunos foram retirados e rasgados por Athally, durante a visita dos políticos e de pessoas que os acompanhavam. Os cartazes reuniam manchetes e afirmações críticas a Flávio Bolsonaro e a integrantes de seu grupo político, incluindo temas relacionados ao meio ambiente, à Previdência Social, à educação e a acusações divulgadas pela imprensa.

Marcinho Belota e Athally, por sua vez, afirmam que foram à universidade após receber denúncias de estudantes sobre supostas notícias falsas e hostilizações motivadas por posicionamentos políticos. Athally declarou que procurou a administração universitária antes de entrar no bloco e que recebeu autorização para acessar o local.

A UFRR divulgou uma nota de repúdio aos atos de invasão e depredação relatados e informou que adotará medidas para apurar o ocorrido.

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Athally Albuquerque rasga cartazes contra Flávio Bolsonaro na UFRR – Foto: Reprodução/Instagram

Estudantes relatam retirada de materiais

O estudante Yano Rodrigues afirmou que alunos do curso de Direito organizaram uma arrecadação coletiva para produzir materiais sobre antifascismo, incluindo uma bandeira, bottons, panfletos e cartazes. Segundo ele, os recursos utilizados vieram dos próprios estudantes.

Yano relatou que o episódio ocorreu após publicações de outros alunos do curso, também nas redes sociais, questionarem a presença dos materiais na universidade e classificarem seu conteúdo como desinformação.

“Eles foram, pegaram, tiraram uma foto e disseram que estudantes de extrema esquerda estavam veiculando fake news dentro da universidade”, afirmou.

Segundo o estudante, Athally, Marcinho e o marido dela foram ao Centro Acadêmico de Direito sem que os responsáveis pela entidade tivessem autorizado a entrada na sala. Yano disse que, quando chegou ao local, encontrou os visitantes conversando com alunos recém-ingressos no curso.

“Eles foram eleitos para o centro acadêmico. E aí, quando eu cheguei na sala, eles estavam lá bem passivos, ouvindo o Marcinho”, relatou.

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Ele também afirmou que materiais foram rasgados por Athally porque os visitantes discordavam do conteúdo. Yano sustenta que os cartazes reuniam informações divulgadas por veículos de comunicação e que a direção do curso já havia se manifestado sobre a organização estudantil.

A presidente do Centro Acadêmico de Direito, Sara Karine, também se pronunciou. Em declaração encaminhada à reportagem, ela afirmou que Athally foi ao bloco e rasgou panfletos que continham notícias sobre Flávio Bolsonaro, alegando que eram falsas.

Sara acrescentou que alguns estudantes contrários ao posicionamento do centro acadêmico denunciaram as atividades da entidade, que, segundo ela, não é um órgão institucional da universidade.

Estudantes de direita também denunciam hostilizações

Aluno denúncia hostilização – Foto: Arquivo pessoal

Um estudante, que pediu para não ter o nome divulgado na matéria, apresentou uma versão diferente sobre o contexto que antecedeu a visita.

Segundo ele, desde 6 de outubro, alunos que se identificam politicamente com a direita vinham sofrendo ataques em um grupo de WhatsApp denominado “DIREITO UFRR GERAL”, com mais de 300 participantes.

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O jovem relatou que ele e uma colega receberam ofensas como “twink maldito” e “burra”, além de mensagens que, segundo ele, questionavam a permanência de estudantes de direita na UFRR.

“Qualquer pessoa que se manifestasse no grupo com um posicionamento contrário ao deles era completamente humilhada e submetida a um verdadeiro linchamento virtual”, declarou.

O estudante afirmou que formalizou uma denúncia na Ouvidoria da universidade em 9 de outubro e que, até o momento de seu relato à reportagem, não havia recebido resposta. Por sua vez, a Universidade informou que é necessário respeitar os trâmites de apuração, que podem levar dias.

Lucas também disse que procurou as redes sociais para denunciar a presença de cartazes que considerava falsos e que Marcinho Belota e Athally foram à universidade para verificar a situação e buscar diálogo com a Reitoria.

“Nos sentimos coagidos em frequentar a UFRR por medo de nos agredirem, já que as agressões verbais já aconteceram”, afirmou.

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O que dizem Marcinho Belota e Athally Albuquerque

Marcinho Belota e Athally Albuquerque – Foto: Reprodução/Instagram

Em manifestações publicadas nas redes sociais na noite de sexta-feira (16) e na manhã de sábado (17), Marcinho Belota e Athally Albuquerque contestaram a versão de que teriam invadido o espaço acadêmico ou agido de forma agressiva.

Athally afirmou que, antes de entrar no bloco de Direito, o deputado entrou em contato com o reitor da UFRR e foi encaminhado ao setor jurídico. Segundo ela, o grupo procurou o setor, apresentou as denúncias e recebeu autorização para acessar as dependências da instituição.

“Antes da gente entrar no bloco 8, nós conversamos com o reitor, fomos encaminhados ao jurídico através dele e recebemos autorização pra entrar e tem tudo registrado”, declarou Athally em vídeo publicado no sábado.

Ela afirmou que encontrou materiais com informações que considerava falsas, incluindo acusações que, segundo ela, já haviam sido contestadas publicamente. Disse ainda que o grupo fotografou e filmou os cartazes e questionou os estudantes sobre a autoria e a distribuição do conteúdo.

Também em nota encaminhada à equipe de reportagem, Athally declarou: “Não houve agressão física, ameaça ou intimidação de nossa parte. Mantivemos uma postura pacífica durante a visita, inclusive diante de discussões em que alguns presentes elevaram o tom de voz”.

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Sobre os materiais, Athally afirmou que a análise da legalidade das publicações deve considerar o conteúdo integral, as circunstâncias e a legislação aplicável.

Marcinho Belota, por sua vez, publicou vídeos nos quais negou ter agido com agressividade. Em uma das gravações, afirmou que divulgaria o registro do encontro sem música, para que o público pudesse avaliar a conversa. Até a publicação desta matéria, o parlamentar não divulgou o novo conteúdo.

“Não teve agressão, não teve estresse, não teve alteração de voz, não teve xingamento”, declarou.

Em um vídeo de aproximadamente oito minutos de uma conversa com os estudantes, obtido pela reportagem, o deputado questiona a legalidade da presença dos cartazes e afirma que procurou a administração universitária. Em determinado momento, diz: “A gente tá conversando, ninguém tá brigando, ninguém vai discutir, ninguém vai alterar o tom de voz”.

Durante o diálogo, estudantes questionam a retirada dos materiais e a classificação das publicações como notícias falsas. Um dos interlocutores pergunta se havia algum conteúdo que mencionasse diretamente Flávio Bolsonaro de forma que justificasse a retirada. O deputado sustenta que a divulgação poderia configurar propaganda eleitoral irregular, enquanto estudantes contestam essa interpretação.

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A reportagem procurou Marcinho Belota por mensagens e ligações no sábado (17), mas não obteve resposta até a conclusão deste texto.

Conteúdo dos cartazes rasgados

O conteúdo dos cartazes

As imagens encaminhadas à reportagem mostram materiais com frases críticas a Flávio Bolsonaro, algumas em tom opinativo e outras que reproduzem ou fazem referência a alegações divulgadas por veículos de comunicação.

Entre os exemplos estão cartazes com as frases “Flávio Bolsonaro quer congelar sua aposentadoria e o BPC” e “Flávio Bolsonaro vai tirar dinheiro da escola pública e dar para escola particular”. Outro material questiona a relação entre propostas políticas e consequências ambientais, enquanto outros fazem referências a notícias sobre a vida pessoal do candidato à Presidência e a acusações relacionadas a pessoas de seu grupo político.

O que diz a UFRR

Em nota oficial, a Universidade Federal de Roraima manifestou repúdio aos atos que classificou como invasão e depredação nas dependências do Centro Acadêmico de Direito.

A instituição afirmou que o espaço é destinado à representação, convivência e organização dos estudantes e destacou que divergências políticas e ideológicas fazem parte da vida acadêmica.

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“O que não pode ser admitido, sob qualquer justificativa, é que essas divergências se transformem em invasão de espaços, intimidação, destruição de bens, ou qualquer forma de violência ou desrespeito”, declarou a universidade.

A UFRR informou que adotará medidas administrativas, legais e judiciais para apurar o caso e responsabilizar os envolvidos, se for o caso.

A instituição também reafirmou o compromisso com a liberdade de expressão, a autonomia universitária e o respeito à diversidade de ideias.

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Justiça Itinerante oferece serviços jurídicos e de cidadania em Normandia na próxima semana

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Moradores de Normandia e de comunidades próximas terão acesso a serviços jurídicos e de cidadania entre os dias 19 e 23 de outubro, durante a programação da Justiça Itinerante do Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR). Os atendimentos serão realizados na comunidade indígena Raposa I e na sede do município, em parceria com instituições estaduais e federais.

A primeira etapa ocorrerá nos dias 19 e 20 de outubro, na Escola Estadual Indígena Viriato Raposo, na comunidade Raposa I. De 21 a 23 de outubro, os serviços serão oferecidos no Ginásio Poliesportivo, na sede de Normandia. 

Serviços oferecidos

A população poderá buscar atendimento para divórcio consensual, guarda de filhos, declaração de união estável, pensão alimentícia, reconhecimento de paternidade e maternidade, casamento, registro de nascimento e retificação de certidões.

Também estarão disponíveis serviços relacionados a ações de cobrança, dissolução de sociedade de fato, conversão de separação em divórcio, cumprimento de sentença de alimentos, desarquivamento de processos, tomada de decisão apoiada, interdição e curatela. Haverá ainda orientações sobre direito à saúde e divórcio sem bens.

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A programação inclui emissão de carteira de identidade, segunda via de registros civis e certidões de casamento, além de Certidão de Atividade Rural. Os moradores também poderão receber orientações sobre benefícios previdenciários e assistenciais, como Benefício de Prestação Continuada (BPC), auxílio-doença, aposentadorias, salário-maternidade e pensão por morte.

Demandas relacionadas à União, à Caixa Econômica Federal, ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e a outros órgãos federais também poderão ser apresentadas. A iniciativa contará ainda com distribuição de materiais informativos, palestras e orientações sobre o enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher.

Documentos necessários

Para solicitar a emissão da carteira de identidade, é necessário apresentar CPF e certidão de nascimento ou de casamento, em original e cópia. Pessoas brasileiras naturalizadas deverão apresentar também o certificado de naturalização.

Instituições parceiras

A ação reúne o Ministério Público do Estado de Roraima (MPRR), a Defensoria Pública do Estado de Roraima (DPE-RR), a Receita Federal, a Justiça Federal, a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), o Instituto de Identificação, a Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cevid) e o Ofício Único de Bonfim.

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Marília Tavares mistura sertanejo e pagode em parceria com Lucas Morato na música ‘Recaída’; assista

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A cantora roraimense Marília Tavares é uma das participações especiais do segundo volume do projeto audiovisual “Próxima Fase”, lançado pelo cantor Lucas Morato, filho de Péricles. Os dois dividem os vocais da música “Recaída”, que aproxima o sertanejo do pagode e ganhou videoclipe no YouTube.

Composta por Vitto Rodrigues, Sueldo Lima e Junynho Silva, a canção conta a história de um ex-casal que se reencontra para resolver assuntos pendentes, mas acaba retomando o relacionamento. A parceria explora a afinidade entre os dois gêneros musicais, especialmente nas letras sobre amor, encontros e desencontros.

Lucas Morato destacou a identidade vocal de Marília e explicou por que escolheu a artista para a gravação.

“A Marília tem uma maneira de cantar sobre relacionamentos que eu gosto muito. Ela vem de outro gênero, mas existe uma proximidade na forma como o sertanejo e o pagode falam de amor, encontros e desencontros. A voz dela trouxe uma personalidade muito própria para ‘Recaída’ e era exatamente o que eu imaginava para a música”, afirmou o cantor.

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Projeto também reúne Péricles

Lançado no dia 8 de outubro, o segundo volume de “Próxima Fase” reúne sete faixas e integra um projeto audiovisual com 21 músicas, divididas em três partes.

Além de Marília Tavares, o trabalho conta com a participação de Péricles na faixa “Cobertura de Desejo”, composta por Lucas Morato em parceria com Cleitinho Persona. A música havia sido lançada como single em agosto e passou a integrar o repertório do novo volume.

A parceria entre pai e filho retoma uma trajetória musical iniciada em 2012, quando dividiram os vocais de “Linda Voz (Olá)”, no DVD “Sensações”, de Péricles.

“Ter meu pai nesse projeto tem um significado que vai além da nossa relação familiar. Ele é uma das minhas grandes referências como artista e poder dividir uma composição minha com ele, dentro de um trabalho tão importante para mim, é muito especial”, declarou Lucas.

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Gravado em abril, o audiovisual marca uma nova etapa da carreira do cantor. Os videoclipes das demais músicas do segundo volume serão disponibilizados gradualmente.

Assista ao clipe de “Recaída”, com Marília Tavares e Lucas Morato. 

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