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Lula participa nesta sexta-feira do Sem Censura, da TV Brasil

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva será o entrevistado na edição especial do programa Sem Censura, apresentado por Cissa Guimarães, nesta sexta-feira (22), ao vivo, às 16h, na TV Brasil, veículo da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Além de Cissa, a bancada para a conversa na produção vespertina reunirá ainda Nath Finanças e dois jornalistas que trabalham na EBC: Luciana Barreto, âncora e editora-chefe do telejornal Repórter Brasil Tarde; e Muka, produtor de conteúdo.

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“Pela primeira vez, um presidente da República em exercício participa do programa. A retomada do Sem Censura, em 2024, nasceu da convicção de que a comunicação pública pode ser relevante, competitiva, contemporânea e profundamente conectada à vida das pessoas. Hoje, o programa voltou ao centro do debate público, conquistou prêmios, lidera engajamento nas redes e reafirma a potência da TV pública brasileira”, afirma a diretora presidente Antonia Pellegrino.

“O Sem Censura sempre buscou aproximar temas nacionais do cotidiano das pessoas. Receber o presidente Lula está em sintonia com essa missão de promover diálogo e informação de interesse público”, afirma o diretor-geral do Sem Censura, Bruno Barros.

O presidente deve falar sobre questões que envolvem o dia a dia da população. Desafios na educação, violência e finanças são alguns dos temas do bate-papo que vai contar com a participação do público com povo-fala.

As edições especiais de sexta-feira do programa Sem Censura já receberam personalidades como o ator Reginaldo Faria, as atrizes Nathalia Timberg e Rosamaria Murtinho, o sambista Zeca Pagodinho, o grupo Farofa Carioca, as cantoras Adriana Calcanhotto, Fernanda Abreu e Roberta Sá, o cantor e compositor Guilherme Arantes, entre outros.

A atração também já fez tributo para ícones como Beth Carvalho e Moraes Moreira.

Sobre o programa

O Sem Censura faz parte da programação do canal público desde 1985, quando estreou no dia 1º de julho na então TVE/RJ, hoje TV Brasil, sob o comando de Tetê Muniz.

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O bate-papo criado por Fernando Barbosa Lima ficou mais conhecido com o rosto de jornalistas como Lúcia Leme e Leda Nagle na apresentação. Desde 2024, a atração voltou ao formato original com Cissa Guimarães na bancada.

A roda de conversa recebe artistas e profissionais de diversas áreas para discutir temas do momento que interessam à sociedade. O vespertino tem quadro fixo de debatedores que se revezam ao longo da semana. Em 2025, a premiada produção da TV Brasil completou quatro décadas no ar.

Vencedor do Prêmio APCA de melhor programa de televisão em 2024 e finalista no ano passado, o Sem Censura conquistou, por duas vezes consecutivas, o reconhecimento com o Prêmio Melhores do Ano NaTelinha, na categoria Melhor Programa de Entrevistas nos anos de 2024 e 2025.

A interatividade está presente no Sem Censura com a hashtag #semcensura nas redes sociais.

O público também pode participar pelo WhatsApp (21) 99903-5329.

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A apresentadora da roda de conversa lê e comenta as mensagens, enquanto os convidados respondem às perguntas enviadas.

Com transmissão de segunda a quinta, ao vivo, às 16h, e edições especiais toda sexta-feira, sempre na mesma faixa, o programa é exibido simultaneamente na telinha, no app TV Brasil Play e no YouTube do canal.

O conteúdo diário fica disponível em formato de podcast no Spotify. O Sem Censura ainda tem janela alternativa na programação da TV Brasil mais tarde, no mesmo dia, às 23h30.

Serviço

Sem Censura – Segunda a sexta, às 16h, na TV Brasil

Sem Censura (reprise) – Segunda a sexta, às 23h30, na TV Brasil

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Sem Censura – Spotify – https://open.spotify.com/show/09O9CTA1nHctKJ2AdII0JZ

 

TV Brasil na internet e nas redes sociais  

Site – https://tvbrasil.ebc.com.br

Instagram – https://www.instagram.com/tvbrasil

YouTube – https://www.youtube.com/tvbrasil

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X – https://x.com/TVBrasil

Facebook – https://www.facebook.com/tvbrasil

TikTok – https://www.tiktok.com/@tvbrasil

TV Brasil Play – http://tvbrasilplay.com.br

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Repórter do NEWS Roraima, com foco em política, cotidiano e direitos sociais. Acompanha de perto os fatos que moldam a realidade local. Busca sempre o relato humano por trás das notícias. Informação com agilidade e credibilidade.

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Movimento contra violência sexual lança site para facilitar denúncias

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Fruto de uma parceria entre a Childhood Brasil, o Instituto Liberta, o Grupo Mulheres do Brasil e a Vibra Energia, o Movimento Violência Sexual Zero lançou o Mapa Nacional dos Conselhos Tutelares.

Gratuita, a plataforma funciona como atalho para os mais de 3,5 mil conselhos tutelares existentes pelo país, contendo informações de contato atualizadas.

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O site têm, ainda, instruções sobre como formalizar uma denúncia relacionada a esse tipo de crime.

Um dos canais sugeridos é o Disque 100, mantido pelo governo federal e que pode ser acionado para solicitar a apuração de situações suspeitas. A ligação é gratuita e o denunciante pode se manter em anonimato. 

Os telefones da Polícia Militar (190) e Polícia Federal Rodoviária (191) são indicados na plataforma para quando se presencia uma violação.

Outra circunstância possível, mencionada pela plataforma, é o abuso sexual infantil cometido com o auxílio da internet e que demanda o envio de denúncia a instituições como a SaferNet (denuncia.org.br). 

O Brasil atingiu, nos últimos anos, um patamar bastante elevado de crimes sexuais envolvendo crianças, adolescentes e o ambiente online.

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Em balanço recente da rede internacional InHope, o país subiu da 27ª posição para a 5ª posição, no período de 2022 para 2024, no número de denúncias de páginas de distribuição de conteúdos de abuso sexual infantil

Empresas que desejem apoiar a causa e implementar ações e famílias e educadores que busquem materiais para saber conversar sobre o tema com crianças e adolescentes podem encontrar no site dicas de livros, ferramentas, materiais por escrito e visuais e séries de vídeos com essas finalidades. 

O Movimento Violência Sexual Zero também destaca dados estatísticos coletados por instituições de referência, como o Fórum Brasileiro de Segurança Pública e o DataSUS. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), outro da lista, traz um número importante: apenas 8,5% dos casos registrados no país são denunciados.

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Avião F-4 grego cai durante show aéreo perto de Atenas

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Um caça F-4 Phantom grego de dois lugares caiu neste sábado (5) durante uma exibição aérea no aeroporto de Tanagra, perto de Atenas, informou um oficial da Força Aérea Grega à Reuters.

Imagens de vídeo da emissora pública ERT, a primeira a noticiar o acidente, mostraram uma coluna de fumaça preta subindo a algumas centenas de metros dos espectadores que assistiam à exibição aérea. Dois helicópteros combatiam o incêndio no local.

O destino dos pilotos não foi conhecido imediatamente, e não ficou claro se alguém na multidão havia ficado ferido, disse o oficial.

Os alto-falantes da base aérea estavam pedindo às pessoas que deixassem a área, segundo a ERT.

* É proibida a reprodução deste conteúdo.

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Novo mapa-múndi corrige tamanho da África, América do Sul e Ásia

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No mapa-múndi, a África, a América do Sul e o Sul da Ásia foram representados, desde o século 16, menores do que são. Nessa sexta (4), a Assembleia Geral das Nações Unidas decidiu corrigir a distorção ao examinar a proposta intitulada “Corrija o mapa”, liderada pelo Togo e outros países africanos.

Ao todo, representantes de 164 países votaram a favor da mudança. Apenas os Estados Unidos foram contrários. Houve seis abstenções. A proposta altera a representação cartográfica global para “mostrar de forma mais justa algumas regiões do mundo”, como explica a ONU.

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Ao discursar antes da votação, o ministro das Relações Estrangeiras de Togo, Robert Dussey, disse que a aprovação envia a mensagem de que a Assembleia Geral acredita na “verdade científica”. 

Ainda, de acordo com ele, a decisão reforça a equidade de representação e a dignidade dos povos. Para ele, não se trata apenas de corrigir um mapa e sim de corrigir a percepção. 

Distorção

Segundo o argumento, a projeção de Mercator, concebida em 1.569 para fins de navegação, foi amplamente usada em materiais educacionais, midiáticos, digitais e oficiais.

No entanto, a distorção fez com que as massas de terra ao Norte e ao Sul da linha do Equador fossem ampliadas. Essa representação fez com que se perpetuasse “uma visão desequilibrada do mundo”, apontaram os africanos.

O texto ainda afirma que a correção dessas distorções cartográficas de dimensões continentais vai proporcionar “justiça cognitiva e reparação memorial” para fomentar a compreensão mútua entre os povos.

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Precisão

Os representantes da União Africana apresentaram o modelo de “Terra Igual” como a projeção cartográfica que representaria com mais precisão as dimensões de todos os continentes. A ONU espera que a aprovação da resolução encoraje a adoção desse modelo por governos, organizações internacionais e outras entidades.

Ainda nos argumentos da União Africana, os mapas constituem uma ferramenta educacional, científica e cultural fundamental que “molda a percepção do mundo e o imaginário coletivo dos povos”.

Segundo o texto, as distorções têm impactos cognitivos, educacionais, culturais, geopolíticos e socioeconômicos e constituem “vieses históricos, cuja correção promoverá reconhecimento, justiça e desenvolvimento”.

A ONU argumentou que o Pacto para o Futuro, aprovado pelos Estados-Membros em 2024, enfatizou a necessidade de eliminar os vestígios de desigualdades históricas e estruturais e de erradicar todas as formas de discriminação.

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