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Corrida da Polícia Civil tem horário de largada alterado para 6h30

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A mudança visa proporcionar maior conforto térmico e segurança aos participantes

A PCRR (Polícia Civil de Roraima), por meio da Delegacia-Geral, alterou para às 6h30 o horário de largada da tradicional corrida alusiva ao aniversário da instituição, marcada para o dia 19 de julho. O evento tem como objetivo reunir servidores, atletas e a comunidade em geral em uma celebração de integração, saúde e qualidade de vida.

A mudança foi definida pela comissão organizadora com o propósito de proporcionar maior conforto térmico e segurança aos participantes, considerando as condições climáticas da região durante o período da manhã.

Segundo o vice-presidente da comissão organizadora, Daniel Vieira, a antecipação da largada também favorece o desempenho dos atletas ao longo do percurso.

A solicitação foi apresentada pela comissão organizadora e aprovada pela delegada-geral da PCRR, Simone Arruda do Carmo.

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“A Corrida da Polícia Civil já se consolidou como uma tradição que vai além da celebração institucional. É um momento de integração com a sociedade, incentivo à saúde e valorização da qualidade de vida. Neste ano, ajustamos o horário da largada para garantir mais conforto e segurança a todos os participantes. Convidamos a população a se inscrever e participar conosco deste evento tão importante”, destacou a delegada-geral.

“A corrida integra o calendário institucional da PCRR e busca incentivar a prática esportiva, além de fortalecer a aproximação entre a instituição e a sociedade. A expectativa é de que a edição deste ano mantenha a expressiva participação registrada em anos anteriores”, disse Simone Arruda.

Programação oficial:

6h: Concentração dos participantes

6h30: Largada geral

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8h30: Premiação

9h00: Encerramento oficial

As inscrições serão realizadas exclusivamente pelo site http://www.inscricoesroraima.com até o dia 19 de julho, podendo ser encerradas antecipadamente caso seja atingido o limite de mil vagas.

Valores das inscrições:

R$ 95: Comunidade em geral

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R$ 65: Servidores da PCRR

R$ 47,50: Pessoas com deficiência e idosos acima de 60 anos

A delegada-geral reforçou a importância de os inscritos acompanharem as atualizações pelas redes sociais oficiais da PCRR e orientou os participantes a chegarem com antecedência ao local do evento.

“Pedimos que todos acompanhem nossas redes sociais para ficar por dentro de qualquer novidade. No dia da corrida, é importante chegar com antecedência, com tranquilidade, para que tudo aconteça de forma segura e organizada para todos”, finalizou.

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Polícia Civil participa da XXII Assembleia das Mulheres Indígenas e amplia diálogo sobre proteção e direitos

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A aproximação entre instituições e comunidades é fundamental para fortalecer a confiança nos canais de denúncia e garantir respostas mais rápidas e eficazes

A PCRR (Polícia Civil de Roraima), representada pela diretora do DPJC (Departamento de Polícia Judiciária da Capital), delegada Francilene Vargas Hoffman, participou nesta sexta-feira, 8, da XXII Assembleia Geral das Mulheres Indígenas de Roraima, promovida pela Omir (Organização das Mulheres Indígenas de Roraima).

O evento foi realizado na comunidade indígena Barata, no município de Alto Alegre, e reuniu representantes de mais de 200 comunidades indígenas para discutir o fortalecimento da união em defesa dos direitos territoriais e do protagonismo das mulheres indígenas em Roraima.

Durante a programação, a PCRR apresentou ações voltadas ao enfrentamento da violência contra mulheres indígenas, abordando temas como combate à violência doméstica, incentivo à denúncia, defesa de direitos, acolhimento e promoção de justiça.

Além da Polícia Civil, participaram lideranças indígenas de diversas etnias, representantes do Departamento de Mulheres do CIR (Conselho Indígena de Roraima), da Anmiga (Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade), da Umiab (União das Mulheres Indígenas da Amazônia Brasileira), da Funai-RR (Fundação Nacional dos Povos Indígenas), do TJRR (Tribunal de Justiça de Roraima), da Sesp (Secretaria de Segurança Pública), do MPF (Ministério Público Federal), da DPE-RR (Defensoria Pública do Estado de Roraima), da CBM (Casa da Mulher Brasileira), da OIM (Organização Internacional para as Migrações), entre outros órgãos e instituições.

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Durante sua participação, a delegada Francilene Vargas Hoffman destacou que um dos principais desafios enfrentados no combate à violência nas comunidades indígenas é a dificuldade de as denúncias chegarem aos órgãos responsáveis.

Segundo ela, o fortalecimento da atuação conjunta entre lideranças indígenas, Funai e instituições públicas é fundamental para garantir que casos de violência sejam formalizados e devidamente encaminhados para investigação.

“Uma das soluções apresentadas foi ampliar a atuação da Funai junto às lideranças das comunidades, para que, de forma integrada, denúncias e informações sobre crimes cheguem com mais facilidade à polícia”, explicou.

A delegada também ressaltou que a Polícia Civil está à disposição para atender vítimas de violência, oferecendo suporte humanizado, acessível e comprometido com a proteção das mulheres indígenas. Segundo ela, a aproximação entre instituições e comunidades é fundamental para fortalecer a confiança nos canais de denúncia e garantir respostas mais rápidas e eficazes.

Ao final, a delegada-geral da PCRR, Simone Arruda do Carmo, destacou a importância da presença institucional em espaços de escuta e construção coletiva, ressaltando que o diálogo com os povos indígenas contribui para o fortalecimento de políticas públicas mais eficazes e inclusivas.

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Servidoras do Detran-RR destacam orgulho e compromisso com a sociedade

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Elas lidam com os desafios de educar os filhos enquanto cumprem funções essenciais para a Instituição

Entre atendimentos e responsabilidades, mães que trabalham no Detran-RR (Departamento Estadual de Trânsito de Roraima) se dividem entre duas missões: cuidar da família e contribuir para um serviço público de qualidade. Para essas mulheres, a maternidade não se separa do trabalho, mas o transforma pela dedicação e sensibilidade.

Atuando nos mais diversos setores do Departamento, elas lidam com os desafios de educar os filhos enquanto cumprem funções essenciais para a instituição. E é justamente a experiência de ser mãe que, segundo elas, reforça o compromisso com o atendimento ao público.

A servidora Márcia Gabrielli Queiroz é mãe de Ana Cristini, de seis anos de idade, e Mariana, com três anos de idade. Ela conta que a maternidade mudou a forma como enxerga o próprio trabalho.

“Trabalhar neste Departamento me faz sentir que estou contribuindo com a educação e a segurança no trânsito. Pensando no futuro das minhas filhas, tenho uma responsabilidade ainda maior em ajudar com um trânsito mais humano e seguro, além de proporcionar um crescimento profissional e pessoal, fazendo com que eu me torne uma mãe ainda mais motivada a fazer um trabalho que impacta tanto a vida das pessoas”, afirmou Márcia, que é chefe da Divisão de Cadastro e Registro de Veículos.

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Para Nathalia Tomé, mãe de Thaíssa, 18 anos, e Elisa, 10, o Detran representou uma virada. Ela recebeu a convocação do concurso no oitavo mês da segunda gestação, quando trabalhava no setor privado em meio a um ciclo de demissões.

“Quando tomei posse no concurso do Detran eu estava no oitavo mês da minha segunda gestação, em um momento de instabilidade porque, antes, eu trabalhava numa empresa privada e estava num processo bem estável de mudanças, de constantes demissões. E foi exatamente nesse momento que fui chamada para tomar posse”, explicou.

A estabilidade abriu espaço para planejar o futuro. “Foi uma bênção de Deus na minha vida. Eu amo meu trabalho e o que faço. Servir as pessoas com seriedade e qualidade é algo que me traz satisfação. Hoje as minhas filhas já estão com 18 e 10 anos e consigo traçar planos, fazer viagens, usufruir de momentos felizes, que são frutos do meu trabalho, o que faz com que eu possa também ter tempo para cuidar do meu bem maior, que é a minha casa, a minha família”, destacou Nathalia.

Riana da Silva Gato, mãe de Filipi, 16 anos, e Jhully, 12, atua no setor administrativo do Detran-RR e ressalta a importância de um ambiente de trabalho acolhedor. “Como mãe e servidora posso dizer que essa experiência tem sido muito importante para minha trajetória pessoal e profissional. Mesmo atuando nos bastidores, sei que nosso trabalho é essencial para que todos os serviços funcionem com organização, eficiência e responsabilidade”, disse.

Para ela, que atua na Diretoria de Controle de Veículos e Condutores, o compromisso com o trabalho ganha outro significado quando visto pelos filhos. “Aprendi a valorizar ainda mais o trabalho em equipe e a importância de atender a população com respeito e dedicação.

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Como mãe, isso ganha um significado ainda maior, porque penso no exemplo que deixo para os meus filhos: o de uma mulher comprometida, responsável e que busca fazer a diferença através do trabalho”, relatou.

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Mães atípicas na Polícia Civil enfrentam dupla jornada entre a missão de proteger e o cuidado integral com os filhos  

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Histórias de servidoras revelam a realidade de mulheres que conciliam o compromisso com a segurança pública e a dedicação incondicional à maternidade

Ser policial civil exige preparo, coragem e equilíbrio emocional diante de situações extremas. Para mães policiais, essa missão se estende para além da rotina profissional.

No caso das mães atípicas, aquelas que dedicam suas vidas também aos cuidados especiais de filhos com transtornos do neurodesenvolvimento, como o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), ou outras condições específicas, essa jornada ganha contornos ainda mais profundos, marcados por desafios diários, sobrecarga emocional e uma força que ultrapassa os limites da profissão.

Neste Dia das Mães, histórias de servidoras da Polícia Civil de Roraima revelam a realidade de mulheres que conciliam o compromisso com a segurança pública e a dedicação incondicional à maternidade, enfrentando obstáculos muitas vezes invisíveis à sociedade.

A agente de polícia Carmen Lúcia de Araújo tornou-se mãe aos 35 anos e, desde então, equilibra a carreira policial com a criação do filho, diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista, TDAH e deficiência intelectual. Quando recebeu o diagnóstico, em uma época em que o tema ainda era pouco discutido, Carmen precisou enfrentar incertezas, buscar conhecimento e adaptar toda sua rotina.

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Durante a pandemia da covid-19, Carmen enfrentou uma das maiores dores de sua vida: perdeu o marido, policial militar, vítima da doença. Desde então, assumiu sozinha a responsabilidade integral pela criação do filho.

A rotina, segundo ela, exige organização constante, resistência emocional e capacidade de adaptação permanente. “Meu filho hoje tem 17 anos e ainda necessita de acompanhamento constante para atividades básicas. Cada dia traz novos desafios, novas necessidades e aprendizados. Ser mãe atípica e policial é viver duas missões intensas, ambas guiadas pelo amor e pela responsabilidade”, destacou.

Mesmo diante das dificuldades, Carmen ressalta que a maternidade ampliou sua sensibilidade e fortaleceu sua capacidade de acolhimento, inclusive dentro da atividade policial.

Outra realidade que retrata essa jornada é a da escrivã de polícia Elane Lima, mãe de duas filhas, sendo uma delas diagnosticada com autismo nível de suporte 2, além de TDAH e ansiedade elevada.

Elane relata que sua trajetória foi marcada por batalhas silenciosas, falta de apoio e uma busca persistente pelo diagnóstico e tratamento adequado para a filha.

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“Ser mãe atípica é viver uma rotina intensa, cansativa e, muitas vezes, solitária. É enfrentar a falta de compreensão, adaptar toda a vida em função das terapias, da educação diferenciada, das noites mal dormidas e das inúmeras demandas emocionais. Mas, acima de tudo, é uma missão de amor. Minha filha é um presente de Deus, e tudo o que aprendo com ela transforma minha vida diariamente”, afirmou.

A escrivã destaca que a maternidade atípica exige uma entrega integral, onde cada avanço da criança representa uma conquista construída com esforço, persistência e fé. “A luta é diária, é para toda vida. Não é fácil, mas é profundamente gratificante”, completou.

A escrivã de polícia Ezelina Araújo da Silva, lotada no 1⁰ Distrito Policial, também representa de forma marcante essa realidade. Mãe de três filhos, sendo o mais velho diagnosticado com autismo e TDAH, além de outros dois filhos com TDAH, ela vivenciou durante anos os desafios da ausência de informação sobre transtornos do neurodesenvolvimento, especialmente quando o tema ainda era pouco debatido.

Segundo Ezelina, o diagnóstico tardio do filho mais velho trouxe dificuldades significativas, marcadas inicialmente pela incompreensão, insegurança e desafios na convivência familiar.

“Há 20 anos, quase não se falava sobre autismo ou TDAH. Eu percebia algumas diferenças, mas não compreendia totalmente. O diagnóstico trouxe respostas, compreensão e permitiu que nossa família pudesse buscar o acompanhamento necessário”, relatou.

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Ela destaca que conciliar a rotina policial com terapias, consultas, escola e atividades complementares exige esforço contínuo, organização e grande resistência emocional.

“Não é fácil. É uma missão difícil equilibrar trabalho, maternidade atípica e todas as necessidades dos filhos. Mas, ao mesmo tempo, o diagnóstico e o acompanhamento trouxeram mais leveza, porque passamos a compreender melhor nossos filhos e também a nós mesmas”, afirmou.

Ezelina também reconhece a importância do ambiente profissional acolhedor para que consiga desempenhar sua função com dedicação. “Procuro dar o meu melhor como mãe e como profissional. Amo minha profissão, amo meus filhos e sigo com gratidão, coragem e amor”, declarou.

Além das servidoras que enfrentam diretamente os desafios da maternidade atípica, a delegada-geral Simone Arruda do Carmo, mãe de dois filhos e gestora da Polícia Civil de Roraima, reforça que ser mãe e policial compartilha um elemento essencial: o acolhimento.

“As vítimas precisam de acolhimento, e a mãe, por essência, sabe acolher. Ao chegar em casa, é necessário deixar para trás o peso da violência enfrentada no trabalho para atender às necessidades emocionais dos filhos”, ressaltou.

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Neste Dia das Mães, a delegada-geral da Polícia Civil de Roraima, Simone Arruda do Carmo, reconhece a força, a dedicação e a resiliência das mulheres que exercem simultaneamente o compromisso com a segurança pública e a missão de cuidar de suas famílias, muitas vezes enfrentando desafios extraordinários com coragem, sensibilidade e perseverança.

“Ser mãe e ser policial civil é carregar diariamente o compromisso com o cuidado, a proteção e o acolhimento. Essas mulheres representam, dentro e fora de casa, a verdadeira essência da força, do amor e da superação”, destacou a delegada-geral.

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