Últimas
Ranking da CBF: Flamengo segue líder e Corinthians sobe para segundo
Pelo sexto ano consecutivo, o Flamengo encerrou a temporada na liderança do Ranking Nacional dos Clubes (RNC) da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). A lista foi divulgada pela entidade nesta quarta-feira (24).
O Rubro-Negro assumiu a liderança em 2021, ultrapassando o Palmeiras, que vinha de três temporadas na ponta (a primeira em 2018, empatado com o Cruzeiro). A Raposa também ocupou o primeiro lugar em 2015. Grêmio (2014 e 2017), Corinthians (2016) e Fluminense (2013, ano de estreia do ranking) foram os outros que encabeçaram a lista.
Notícias relacionadas:
- Flamengo perde para PSG e vê sonho do bi mundial ser adiado.
- Flamengo vence Palmeiras e vira 1º brasileiro tetra da Libertadores.
- Flamengo derrota Ceará e coroa ano mágico com título Brasileiro.
O RNC leva em conta os resultados em competições nacionais (Séries A, B, C e D do Campeonato Brasileiro e Copa do Brasil) dos últimos cinco anos. A pontuação varia conforme a posição ou a fase atingida em cada torneio. O desempenho na temporada vigente tem peso cinco, o da anterior é multiplicado por quatro e assim por diante até o último ano da contagem, que é 2021, no caso do atual ranking.
O Flamengo encabeça a lista com 16.314 pontos. Apesar da conquista do Brasileirão, o time carioca perdeu 682 pontos em relação a 2024. No ano passado, o Rubro-Negro venceu a Copa do Brasil – torneio no qual foi eliminado nas oitavas de final nesta temporada – e ficou em terceiro na Série A.
Campeão da Copa do Brasil deste ano, o Corinthians saltou da quarta para a segunda colocação, com 14.930 pontos, ultrapassando o rival Palmeiras (13.860 pontos, 676 a menos que em 2024). O São Paulo, vice-líder na temporada passada, caiu para quinto lugar (13.556). O Atlético-MG (13.696) ganhou uma posição e aparece em quarto, completando o G5 do ranking.
A relação dos dez primeiros teve duas mudanças, com entradas de Bahia (subiu de 11º para nono, com 12.632 pontos) e Vasco (15º para décimo, com 11.330 pontos) e saídas de Fortaleza (caiu de nono para 13º, com 10.382 pontos) e Grêmio (décimo para 12º, com 10.636 pontos). O Gigante da Colina cresceu na lista graças ao vice da Copa do Brasil.
Entre os clubes da Série A, a maior subida foi do Mirassol, quarto colocado logo no primeiro ano do clube no Brasileirão. O Leão do interior paulista ganhou nove posições, passando da 37ª para a 28ª colocação (5.537 pontos). O Cruzeiro também se destacou, ascendendo oito lugares, do 19º ao 11º (11.010).
No Ranking Nacional de Federações (RNF), também divulgado nesta quarta pela CBF, o estado de São Paulo lidera com 93.528 pontos, seguida pelo Rio de Janeiro, com 61.308 pontos, mantendo as posições de 2024. Em terceiro, Minas Gerais (41.451 pontos) tomou o lugar do Rio Grande do Sul (39.283), que caiu para quarto. O G5 ainda tem o Paraná, com 31.792 pontos.
O ranking de clubes é referência para ocupação de vagas na Série D e na Copa do Nordeste e fases de entrada na Copa do Brasil. Já o RNF define o número de classificados, por federação, a competições nacionais e regionais.
Últimas
Mega-Sena acumula e prêmio principal vai para R$ 32 milhões
Nenhum apostador acertou as seis dezenas do Concurso 3.014 da Mega-Sena, realizado nesta terça-feira (2). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 32 milhões para o próximo sorteio.
Os números sorteados são: 27 – 30 – 35 – 40 – 44 – 58
- 24 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 57.298,00 cada
- 1.782 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 1.272,01 cada
>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp
Apostas
Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de sábado (6), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.
A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.
Últimas
Em greve, servidores da Uerj apresentam demanda ao governo do RJ
Os professores e técnicos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), em greve há mais de dois meses apresentaram nesta terça-feira (2) ao secretário de Planejamento do Estado, Rafael Ventura, as principais reivindicações da categoria.
Os docentes pedem a volta do pagamento dos auxílios Saúde e Educação com extensão aos aposentados; o envio do novo plano de carreira dos técnicos para Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) e pagamento de triênio.
A categoria argumenta que muitas das demanda não dependem de aprovação de lei e podem ser autorizadas pelo o governador em exercício, desembargador Ricardo Couto.
O secretário Rafael Ventura alegou que irá analisar as pautas, no entanto, informou que o estado enfrenta restrição orçamentária. Sobre o plano de carreira dos técnicos e substitutivo do triênio, disse que prazo para aprovação de novos projetos de lei e novas rubricas termina no dia 30 de junho devido às eleições de outubro.
O grupo solicitou o pagamento do triênio aos funcionários que já têm direito até a aprovação de um projeto de lei na Alerj. O secretário de Planejamento informou que irá analisar a viabilidade financeira.
Os universitários também apresentaram reivindicações ao secretário, entre elas, a recomposição orçamentária das instituições para garantir o pagamento dos programas de assistência estudantil até o final de 2026. Segundo estudos apresentados pelos estudos, o valor necessário está em torno de R$ 40 milhões.
Outro pedido é o reajuste do auxílio-transporte e a implantação do passe livre intermodal e interestadual.
Os professores iniciaram a paralisação no dia 25 de março e os técnicos administrativos no dia 9 de abril.
Últimas
Lideranças pedem ação conjunta sobre clima, biodiversidade e solo
A necessidade de integrar as agendas globais de clima, biodiversidade e combate à desertificação marcou o primeiro dia da Rio Nature & Climate Week (RNCW), a semana do clima no Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (2).
A conferência principal trouxe, ao longo do dia, representantes dos setores público, privado, acadêmico e da sociedade civil em debates sobre desafios relacionados ao clima, à natureza e ao desenvolvimento.
Notícias relacionadas:
Segundo os organizadores, o encontro busca fortalecer, até o dia 6 de junho, o papel do Brasil e do Sul Global nas discussões internacionais sobre sustentabilidade.
O último painel da noite reuniu a presidente do Instituto Talanoa, Natalie Unterstell, a diretora-executiva da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), Ana Toni, e o presidente da 15ª Convenção das Nações Unidas para Combate à Desertificação e à Seca (UNCCD COP15), Alain-Richard Donwahi.
Para os participantes, a coordenação entre os três acordos internacionais originados da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro em 1992, é fundamental para acelerar a implementação dos compromissos assumidos pelos países.
Atualmente, cada um dos três acordos (clima, biodiversidade e desertificação) possui agendas e políticas separadas.
“Por que ter três convenções para tratar do mesmo problema? Porque, no final, estamos falando da nossa relação com a natureza”, afirmou Ana Toni.
A diretora da COP30 destacou ainda que uma agenda concreta capaz de unir esforços das três convenções internacionais é a que envolve a recuperação de áreas produtivas e ecossistemas degradados.
“São 250 milhões de hectares de terras degradadas que precisam ser recuperadas até 2030. Isso é fundamental para o clima. É fundamental para a Convenção de Desertificação e é absolutamente fundamental para a biodiversidade”, afirmou.
Segundo a presidente do Instituto Talanoa, o Rio de Janeiro pode ser novamente um espaço de destaque para que surja uma articulação entre as agendas ambientais globais.
“Temos grandes ambições de fazer da cidade, que é o berço das três convenções, ser berço da junção e da integração entre elas”, disse Natalie.
“A integração entre as diferentes conferências não é só uma questão conceitual, institucional. É uma necessidade muito prática para acelerar os resultados, para evitar duplicações ou triplicações, no caso. E, claro, para apoiar realmente os resultados que a gente precisa”, complementou.
Alain-Richard Donwahi defendeu que um problema une as três convenções ambientais.
“O problema da desertificação e a restauração das terras estão no centro. Porque, quando falamos sobre clima, precisamos da água, do ciclo da água, que é proporcionado pela terra. Quando falamos sobre perda de biodiversidade, precisamos do solo, precisamos da terra, que é o lar da biodiversidade. Não podemos continuar falando de três convenções separadas. Precisamos agir como uma só. Três equipes, uma convenção”, disse Donwahi.
Segundo ele, os países já acumulam decisões importantes, mas enfrentam dificuldades para transformar compromissos em ações concretas.
“Nós falamos demais. Temos reuniões demais todos os anos. Tomamos boas decisões, decisões muito importantes, mas não as aplicamos. Porque não trabalhamos juntos”, declarou.
-
Boa Vista7 dias atrásSuspeito de agredir enteado de 7 anos é preso por descumprir medida protetiva em Boa Vista
-
Boa Vista7 dias atrásArthur Henrique diz que vai recorrer após decisão do STF sobre eleição suplementar em Roraima
-
Boa Vista7 dias atrásHelena da Asatur destina R$ 3,5 milhões e novo Centro de Convivência da UFRR será inaugurado no dia 3 de junho
-
Roraima7 dias atrásUNALE Assembleia Legislativa de Roraima vai sediar 7ª reunião de secretários-gerais e diretores legislativos
-
Últimas7 dias atrásCâmara aprova, em primeiro turno, PEC do fim da escala 6×1
-
Boa Vista7 dias atrásSuspeito de estuprar sobrinha e causar gravidez é preso em fazenda de Roraima
-
Boa Vista5 dias atrásForagido por estupro de vulnerável e homicídio é preso durante operação da Polícia Civil em Boa Vista
-
Roraima4 dias atrásMacuxi Invitational de JJ chega a sua segunda edição em 2026, com grandes nomes nos cards e promete ferver emoções


